domingo, 17 de novembro de 2013

GEARQUIA

Roberto da Silva Rocha, professor universitário e cientista político GEARQUIA Gear = fazer neve Arquia = governar Palestras: talkman.roberto@gmail.com WhatsApp +55 61 991943210 Roberto da Silva Rocha Msc GEARQUIA = SOCIEDADE GOVERNADA PELO GELO, CUJA ESTRUTURADA É CONTINGENCIADA SOCOPOLITICAMENTE PELO FRIO. Alguns trabalhos de Huntington foram feitos a partir do puro amor de exploração, a maior parte foi direccionada para um objectivo definido. Seu propósito era, em geral, para estudar os efeitos das condições geográficas sobre a vida e o carácter dos povos primitivos. Mais tarde, ele tornou-se particularmente interessado na questão das mudanças do clima durante os tempos históricos. Todas as suas viagens posteriores foram planificadas a fim de lançar a luz sobre este assunto. Foi a investigação de lagos antigos que o levou para as regiões perigosas do Afeganistão e para os resíduos de sal inexplorados de Lop. Seu trabalho deu origem a uma teoria distinta das mudanças do clima pulsante, e deu seu efeito sobre a história. Prova disto, parecem ser encontradas não apenas entre as ruínas, rios e lagos da Ásia, mas também nas árvores da Califórnia, e na civilização notável, que nasceu cerca de 2000 anos atrás na América Central. Publicou "Climate Factor" e "The Solar Hypothesis of Climatic Changes". Ele recebeu o grau de Mestre em Artes pela Universidade de Harvard em 1902, e de Doutor em Filosofia na Universidade de Yale em 1909. Ele pertence a igreja congregacional, e é independente da política (Ibdim). Ele estava na comissão permanente original da fundação para o estudo dos ciclos de 1941. Ele preocupou-se também em estudar para melhor entender a América no século 20, com a raça a ser um factor importante como foi. Sendo um respeitado Professor na Universidade de Yale, num momento abriu em 1919 a "Chronicles of America" (uma série destinada ao público em geral, júnior e leitura do nível do ensino médio) volume I", "O Continente do Homem Vermelho". Leia mais em: http://www.webartigos.com/artigos/ellssworth-huntington-biografia-e-sua-contribuicao-na-evolucao-do-pensamento-geografico/45568/#ixzz2kvuofmTX Em seu tópico sobre a origem do capitalismo o grande Sociólogo-economista-antropólogo Weber, Max construiu uma teoria associando o comportamento social dos protestantes da Suíça, Inglaterra e da França com a ideologia capitalista, escrevendo a obra intitulada “A Ética Protestante e Espírito do Capitalismo”. Nessa obra o autor Max Weber, alemão, observa em palavras gerais, que todo o sucesso do sistema capitalista tem tudo a ver com a ética protestante: a) a capacidade de poupança; b) a teologia da prosperidade; c) o compromisso com o trabalho; d) a honestidade no cumprimento dos compromissos; e) a pontualidade; f) a teologia da predestinação. Gostaríamos de acrescentar mais uma co-variável interveniente ao problema da explicação do sucesso sistema econômico capitalista, sem excluir a variável religião, e adicionar a co-variável interveniente clima ao problema do estudo da prosperidade. Alguns séculos antes da obra de Max Weber o economista inglês Adam Smith tentou explicar em sua obra “A Riqueza das Nações” o por quê algumas nações enriquecem e outras não. Ele, Smith, atribui à ganância humana e ao egoísmo humano, que gera esta ganância, ao sucesso econômico das nações que aderem ao regime de total liberdade dos agentes econômicos na microeconomia que por sinestesia positiva acabam influindo no progresso da macroeconomia das nações onde impera o liberalismo. Ainda neste problema de Smith onde a variável liberdade é a mais importante acrescentaria, sem excluir a variável liberdade econômica, a co-variável interveniente climática. Uma Investigação sobre a Natureza e as Causas da Riqueza das Nações, mais conhecida simplesmente como A Riqueza das Nações, é a obra mais famosa de Adam Smith. Composta por 5 livros (ou partes), foi publicada pela primeira vez em Londres em março de 1776, pela casa editorial de William Strahan e Thomas Caldell. Uma segunda edição foi lançada em fevereiro de 1778, seguida por mais três edições: em 1784, 1786 e 1789, sendo esta a última edição feita em vida pelo autor. Além de análises teóricas sobre o funcionamento das chamadas sociedades comerciais e os problemas associados à divisão do trabalho, ao valor, à distribuição da renda e à acumulação de capital, o livro traz considerações históricas e farto material empírico, sendo considerado um momento de inflexão no desenvolvimento da história do pensamento econômico. Publicada no mesmo ano da Declaração de Independência dos Estados Unidos, a obra foi objeto de um sem número de controvérsias, tendo sido lida como uma defesa irrestrita do individualismo e do liberalismo, visão que teria sido sintetizada na metáfora da mão invisível. Esta leitura é hoje em dia objeto de crítica pelos especialistas no pensamento de Adam Smith. Adam Smith (provavelmente Kirkcaldy, 5 de junho de 1723 — Edimburgo, 17 de Julho de 1790) foi um filósofo e economista escocês. Teve como cenário para a sua vida o atribulado século das Luzes, o século XVIII.1 É o pai da economia moderna, e é considerado o mais importante teórico do liberalismo econômico. Autor de "Uma investigação sobre a natureza e a causa da riqueza das nações", a sua obra mais conhecida, e que continua sendo usada como referência para gerações de economistas, na qual procurou demonstrar que a riqueza das nações resultava da atuação de indivíduos que, movidos inclusive (e não apenas exclusivamente)2 pelo seu próprio interesse (self-interest), promoviam o crescimento econômico e a inovação tecnológica. Adam Smith ilustrou bem seu pensamento ao afirmar "não é da benevolência do padeiro, do açougueiro ou do cervejeiro que eu espero que saia o meu jantar, mas sim do empenho deles em promover seu "auto-interesse". Assim acreditava que a iniciativa privada deveria agir livremente, com pouca ou nenhuma intervenção governamental. A competição livre entre os diversos fornecedores levaria não só à queda do preço das mercadorias, mas também a constantes inovações tecnológicas, no afã de baratear o custo de produção e vencer os competidores. Ele analisou a divisão do trabalho como um fator evolucionário poderoso a propulsionar a economia. Uma frase de Adam Smith se tornou famosa: "Assim, o mercador ou comerciante, movido apenas pelo seu próprio interesse egoísta (self-interest), é levado por uma mão invisível a promover algo que nunca fez parte do interesse dele: o bem-estar da sociedade." Como resultado da atuação dessa "mão invisível", o preço das mercadorias deveria descer e os salários deveriam subir. As doutrinas de Adam Smith exerceram uma rápida e intensa influência na burguesia (comerciantes, industriais e financistas), pois queriam acabar com os direitos feudais e com o mercantilismo. Em 1759, Smith publicou seu primeiro trabalho, A Teoria dos Sentimentos Morais (The Theory of Moral Sentiments no original). Continuou a fazer grandes revisões do livro até à sua morte. Apesar de A Riqueza das Nações ser considerada como a obra mais influente de Smith, acredita-se que o próprio Smith considerasse a Teoria dos Sentimentos Morais uma obra superior. Na obra, Smith examina criticamente o pensamento moral do seu tempo, e sugere que a consciência surge das relações sociais. Com a sua obra pretende explicar a origem da capacidade da humanidade em formar juízos morais, apesar da natural tendência dos homens aos auto-interesses. Smith propõe uma teoria da simpatia, em que o ato de observar os outros torna as pessoas conscientes de si e da moralidade de seu comportamento. Estudiosos têm tradicionalmente percebido um conflito entre a Teoria dos Sentimentos Morais e A Riqueza das Nações, a primeira enfatiza a simpatia pelos outros, enquanto a segunda focasse no papel do auto-interesse. Deve-se apontar que a visita de Smith a França (1764-1766) influenciou a última obra mas não a primeira. De certa forma, A Riqueza das Nações só pode ser compreendida no quadro de referência da economia política dos fisiocratas (e de Quesnay, em particular). Nos últimos anos, porém, a maioria dos estudiosos da obra de Smith têm argumentado que não existe contradição. Em A Teoria dos Sentimentos Morais, Smith postula que os indivíduos buscam a aprovação através do "observador imparcial" que é resultado de um desejo natural entre os indivíduos, mais respectivamente ao agente da acção, acerca de se posicionar de um ponto de vista imparcial, para bem julgar, relações simpatizantes mútuas que se fazem nas relações sociais. As obras, portanto, enfatizam aspectos diferentes da natureza humana, que variam dependendo da situação. A riqueza das nações baseia-se em situações onde a moralidade do homem é susceptível de desempenhar um papel menor, como o trabalhador envolvido na elaboração do trabalho, enquanto que a Teoria dos Sentimentos Morais se centra em situações onde a moralidade do homem é susceptível de desempenhar um papel dominante entre as relações intercambiáveis das pessoas. A Riqueza das Nações foi muito influente, uma vez que foi uma grande contribuição para o estudo da economia e para a tornar uma disciplina independente. Este livro tornar-se-ia uma das obras mais influentes no mundo ocidental. Quando o livro, que se tornaria um estudo contra o mercantilismo, foi publicado em 1776, havia um sentimento forte contra o livre comércio, quer no Reino Unido como também nos Estados Unidos. Esse novo sentimento teria nascido das dificuldades econômicas e as privações causadas pela guerra. No entanto, ao tempo da publicação nem toda a gente estava convencida das vantagens do livre comércio: o parlamento inglês e o público em geral continuariam apegados ao mercantilismo por muitos anos. A Riqueza das nações, e também a Teoria dos sentimentos morais, este de menor impacto, tornaram-se ponto de partida para qualquer defesa ou crítica de formas do comunismo, nomeadamente influenciando a escrita de Karl Marx e de economistas humanistas. Em anos recentes, muitos afirmaram que Adam Smith foi tomado de rapto por economistas liberais (Laissez-faire economists) e que como a Teoria dos sentimentos morais mostra, Smith tinha uma inclinação pelo humanismo. Tem havido alguma controvérsia sobre a extensão da originalidade de Smith em Riqueza das nações; alguns argumentam que esta obra acrescentou pouco às ideias estabelecidas por pensadores como David Hume e Montesquieu. No entanto, ela permanece como um dos livros mais influentes neste campo até hoje. A obra de Smith é aclamada quer pelo mundo acadêmico como na prática. O primeiro-ministro britânico William Pitt, a braços com a derrocada econômica e social dos anos que se seguiram à independência americana, foi um partidário do comércio livre e chamou Riqueza das nações de "a melhor solução para todas as questões ligadas à história do comércio e com o sistema de economia política". A obra Riqueza das Nações popularizou-se pelo uso da expressão da mão invisível do mercado. Segundo Adam Smith os agentes econômicos atuando livremente chegariam a uma situação de eficiência, dispensando assim a ação do Estado para esse efeito. Assim, atuando de forma livre, os mercados seriam regidos como se por uma mão invisível que o regula automaticamente sempre chegando a situação ótima ou de máxima eficiência. Curiosamente a expressão aparece apenas uma vez na obra Riqueza das Nações. (Disponível em Wikipédia) Agora sim, com a covariável clima-frio podemos adicionar à cultura protestante, e à liberdade, a contingência do frio modificando e reforçando o ethos das culturas liberal-protestante e construir uma explicação mais complexa para o sucesso destas civilizações no mundo. Não é privilégio exclusivo da religião protestante da era Weberiana o comportamento desejável pró-capitalista, vemos outras religiões como o confucionismo, o budismo e o xintoísmo caminharem para um projeto de vida ascética e regrada que em muito auxiliam naquele comportamento econômico e ético típico dos acumuladores e dedicados trabalhadores que metodicamente sabem acumular riqueza e tem aversão ao desperdício, à ostentação e à indisciplina econômica. A ética protestante e o "espírito" do capitalismo (no original em alemão Die protestantische Ethik und der 'Geist' des Kapitalismus) é um livro escrito por Max Weber, um economista e sociólogo alemão. Escrito entre 1904 e 1905 com uma série de ensaios que foram, mais tarde, em 1920 - ano de sua morte - complementados pelo autor e publicados em um livro, no qual ele investiga as razões do capitalismo ter sido desenvolvido inicialmente em países como a Inglaterra e a Alemanha, concluindo que isso se deve à mundividência e hábitos de vida instigados ali pelo protestantismo na época. É argumentado frequentemente que esta obra não deverá ser vista como um estudo detalhado do protestantismo, mas antes como uma introdução às suas obras posteriores, especialmente no que respeita aos seus estudos da interação de ideias religiosas com comportamento econômico. Neste livro, Weber avança a tese de que a ética e as ideias puritanas influenciaram o desenvolvimento do capitalismo. Tradicionalmente, na Igreja Católica Romana, a devoção religiosa estava normalmente acompanhada da rejeição dos assuntos mundanos, incluindo a ocupação econômica. Tais conflitos eram baseados na lutaascética - não valorização do corpo e desprendimento material. Por que não foi o caso com o Protestantismo? Weber aborda este paradoxo nesta obra. Ele define o espírito do capitalismo como as ideias e hábitos que favorecem, de forma ética, a procura racional de ganho econômico. Weber afirma que tal espírito não é limitado à cultura ocidental mas que indivíduos noutras culturas não tinham podido por si só estabelecer a nova ordem econômica do capitalismo. Como ele escreve no seu ensaio: "Por forma a que uma forma de vida bem adaptada às peculiaridades do capitalismo possa predominar sobre outras (formas de organização), ela tinha de ter origem algures, e não pela acção de indivíduos isolados mas como uma forma de vida comum aos grupos de homens". Após definir o espírito do capitalismo, Weber argumenta que há vários motivos para procurar as suas origens nas ideias religiosas da Reforma Protestante. Muitos observadores como William Petty, Montesquieu, Henry Thomas Buckle, John Keats e outros tinham já comentado a afinidade entre o protestantismo e o desenvolvimento do espírito comercial. Weber mostrou que certos tipos de Protestantismo (em especial o Calvinismo) favoreciam o comportamento econômico racional e que a vida terrena (em contraste com a vida "eterna") recebeu um significado espiritual e moral positivo. O Calvinismo trouxe a ideia de que as habilidades humanas (música, comércio etc.) deveriam ser percebidas como dádiva divina e por isso incentivadas. Este resultado não era o fim daquelas ideias religiosas, mas antes um subproduto ("byproduct"). A lógica inerente destas novas doutrinas teológicas e as deduções que se lhe podem retirar, quer direta ou indiretamente, encorajam o planejamento e a abnegação ascética em prol do ganho económico. Deve-se notar que Weber afirmou que apesar de as ideias religiosas puritanas terem tido um grande impacto no desenvolvimento da ordem econômica na Europa e nos Estados Unidos, eles não foram o único fator responsável pelo desenvolvimento. Outros factores, relacionados, seriam o racionalismo na ciência, a mistura da observação com a matemática, a jurisprudência, a sistematização racional da administração governativa e o empreendimento econômico. Em conclusão, o estudo da ética protestante, de acordo com Weber, explorava meramente uma fase da emancipação da magia, o desencantamento do mundo, uma característica que Weber considerava como uma peculiaridade que distingue a cultura ocidental. Weber afirmou ter deixado a pesquisa do protestantismo porque o seu colega Ernst Troeltsch, um teólogo profissional, tinha iniciado o trabalho no livro "Os ensinamentos sociais das igrejas e seitas cristãs". Outra razão para a decisão de Weber foi que este ensaio providenciava uma perspectiva para a comparação mais larga de religiões e sociedades, que ele continuou em suas obras posteriores (estudos da religião na China, Índia, Judaísmo). A obra é considerada por muitos intelectuais contemporâneos como o livro do século. Nesta obra seu autor, o sociólogo alemão Max Weber, versa em seu corpo sobre a cultura de frugalidade - simplicidade de costumes de vida; temperança - propagada pela ideologia da Igreja Católica da época, e que foi reproduzida no Brasil desde o descobrimento, em oposição à valorização da santificação da vida diária pregada especialmente pelos protestantes da doutrina Calvinista. Da análise de seu texto se evidencia a correlação com a temática abordada por Emile Durkheim, a temática religiosa, contudo devido a análise de suas peculiaridades, a obra de Weber se distância da obra de Durkheim, principalmente devido a realidade vivida pela sociedade alemã do século XIX e da defesa do autor sobre a importância do papel da política na vida social, sendo esta realizada através de uma burocracia eficiente e controlada pela democracia, condição que justifica a origem de um sistema legal voltado para o capitalismo. O livro "A ética protestante e o Espírito do Capitalismo", se origina da união de dois longos artigos publicados pelo autor nos anos de 1904 e 1905, sendo que no artigo intitulado "Espírito do Capitalismo", o autor retrata suas observações quanto ao fato de em sua maioria, os homens de negócio, os grandes capitalistas, os operários de alto nível e o pessoal especializado do período pertencerem a religião protestante (calvinista), e através do isolamento de suas características em comum e estabelece um "tipo ideal de conduta religiosa", que consiste na elaboração limite de algo, vazio a realidade concreta. Com a publicação da Ética Protestante, o criador da obra literária expõe suas observações visando explicar a existência de algo em quem professa o protestantismo, em particular a doutrina protestante de linha calvinista, que se distingue por santificar a vida diária em contraposição à contemplação do divino, condição que favorece o espírito capitalista moderno, notoriamente o alemão, ou seja, o autor busca idealizar, identificar, o tipo ideal de conduta religiosa, em oposição ao conceito pregado pela Igreja Católica, que na época por meio do conceito da piedade popular e da espera da recompensa na vida após a morte; e a mensagem protestante de linha luterana, que acredita que o homem já nasce predestinado a salvação, condutas que repugnavam a obtenção do lucro e que deste modo iam de encontro ao ideal burguês. Ao definir propriamente o que seria a ordem econômica capitalista Weber afirma que tal ordem "é um imenso cosmos em que o indivíduo já nasce dentro e que para ele, ao menos, enquanto indivíduo, se dá como um fato, uma crosta que ele não pode alterar e dentro da qual tem que viver. Esse cosmos impões ao indivíduo, preso nas redes do mercado, as normas de ação econômica. O fabricante que insistir em transgredir essas normas é indefectivelmente eliminado, do mesmo modo que o operário que a elas não possa ou não queira se adaptar é posto no olho da rua como desempregado." Mais adiante em seu livro, Weber cita Pieter de la Cour para exemplificar o raciocínio do povo naquela época em que vivia: " [...] o povo só trabalha porque é pobre, e enquanto for pobre." Nesta breve citação, extrai-se algo extraordinário, que é dito por Weber anteriormente. Se o indivíduo tiver que trabalhar mais para poder ganhar mais, ele prefere trabalhar o mesmo tanto para continuar ganhando aquilo que ele já ganhava. Ou seja, a pessoa vai procurar trabalhar o mínimo possível para garantir o seu bom sustento e ter como comer e dormir. A ética protestante veio mudar este raciocínio, dizendo que a salvação do indivíduo estaria relacionada com o quanto que ele ganhava, o tanto de dinheiro que possuía, instruindo assim a relação com o capitalismo. Max Weber defende o estabelecimento de um raciocínio lógico capitalista, que o mesmo denomina racionalismo; sendo esta leitura realizada através da comparação da Alemanha do período com outros países civilizados do planeta em condição de desenvolvimento semelhante, ou seja, com existência do capitalismo e de empresas capitalistas, sendo identificado na primeira uma estrutura social, política e ideológica ímpar, que pode se ditar como a condição ideal para o surgimento do capitalismo moderno, que no seu interior defende a paixão pelo lucro como demonstração de prosperidade, fé e salvação. Neste contexto o autor expõe através do emprego do método e da pesquisa científica uma das várias facetas do capitalismo, o capitalismo ocidental, apresentando em sua obra científica como as principais características do Sistema Capitalista a organização capitalista racional do trabalho livre, a separação dos negócios da moradia da família e a implementação da contabilidade racional; da qual se origina a classe burguesa ocidental ligada estreitamente à divisão do trabalho. (Disponível em Wikipédia) Os países subpolares e os polares sofrem durante períodos que vão de três meses até seis meses por ano um processo severo de esfriamento da atmosfera e isso traz consequências que vão muito além da adaptação pura e simplesmente a essa intempérie climática produzida pela necessidade de aquecimento do corpo humano. O sistema climático severo dos pólos terrestres acontece de modo extremamente regular e sistemático, obrigando aos sobreviventes a se adaptarem aos períodos de intenso frio que acaba obrigando-os a mais completa inércia diante das impossibilidades de exercerem qualquer atividade que não seja absolutamente necessária fora dos abrigos aquecidos e calafetados ou fora de suas residências. Estas circunstâncias exigem que os sobreviventes mais eficazes façam reservas de alimentos e de suprimentos necessários para enfrentarem autonomamente durante os períodos de severa baixa das temperaturas externas nos seus abrigos contra o frio. Isso significa que nos países polares e subpolares a sociedade está totalmente proibida de conhecer durante meses algumas práticas e fatos sociais que seriam visíveis e comuns em países tropicais e equatoriais. Práticas, costumes, comportamentos e atos sociais nas regiões polares e subpolares são severamente punidos e limitados pelas contingências da natureza, como por exemplo o comportamento social da vadiagem, da mendicância e da vida livre e desgarrada da sociedade: a natureza não permite que pessoas perambulem sem destino, porque o frio as mataria, as aniquilaria impiedosamente. Mas não é só: o frio intenso obriga as pessoas a se reunirem em grupos, bandos, famílias aumentando a solidariedade orgânica, porque à semelhança de um navio, depois de embarcados não se pode mais deixar a embarcação ou a aeronave até a chegada a um porto ou aeroporto. Estão todos obrigados a solidariamente e compulsoriamente a dividirem o mesmo espaço, o mesmo ar e seguirem estritamente as normas de tolerância e de socialização forçada. O que fazer nestes três a seis meses de confinamento obrigatório? Para não enlouquecer, ou cair em tédio ou depressão nesta rotina de confinamento muitas estratégias são empregadas pelas civilizações e culturas as quais desenvolveram práticas sociais e hábitos para suportarem este estágio de hibernação social e confinamento, como se estivessem em uma estação espacial em órbita da terra. a) A primeira lição que tiramos da Gearquia é a disciplina necessária para organizar a vida social em um confinamento; b) A segunda lição que tiramos da Gearquia é a capacidade de autopreservação psíquica necessária para suportar a rotina monótona deste confinamento; c) A terceira lição que tiramos da Gearquia é a organização da rotina e do ritual diário exigido para conservar e consumir os suprimentos de modo a chegar até o final do inverno sem sofrer a escassez deles através da administração diária e rigorosa dos suprimentos armazenados antes do inverno. d) Por último e nem por isso menos importante, a Gearquia nos ensina que estes longos períodos de recolhimento físico aumenta as chances de um crescimento intelectual e um momento importante para se aperfeiçoar as habilidades pessoais, artísticas e intelectuais. Círculo Polar Ártico O Círculo Polar Ártico (AO 1945: Círculo Polar Ártico) é o paralelo da latitude 66º 33’ 44" 1 (ou 66.5622°) Norte. Define uma linha imaginária no planeta, ao norte da qual há pelo menos um dia de noite absoluta (24 horas de escuridão) no inverno e pelo menos um dia de luz absoluta (24 horas de sol) no verão boreal (sol da meia-noite) por ano. Aí há um dia por ano no qual o sol não aparece, ficando, porém, na fímbria do horizonte. Daí para o norte, ocorrem gradativamente mais dias sem que o sol apareça, até que no Pólo Norte, durante seis meses, o sol não aparece. As áreas ao norte deste paralelo são frias o ano inteiro, passando praticamente o tempo todo com temperaturas abaixo do ponto de congelamento. Nestas latitudes, a amplitude térmica anual é geralmente superior aos 30°C, variando de vários graus abaixo de zero durante o inverno boreal, a até poucos graus acima de zero no verão boreal. Tanto que durante o inverno o Mar Glacial Ártico costuma congelar, formando uma calota de gelo durante a longa noite fria, que na latitude 90º N pode durar até seis meses. As principais áreas pelas quais passa o Círculo Polar Ártico são o norte do Canadá, o sul da Gronelândia, o extremo norte da Islândia (ilha de Grímsey), o norte da Escandinávia e o norte da Rússia. Ao longo do tempo os Círculos Polares movem-se, estimando-se esse movimento em cerca de 15 metros por ano no sentido da redução. A área a norte do Círculo Polar Ártico é escassamente habitada. As maiores cidades são Murmansk, (Rússia, pop. 325 100), Norilsk, (Rússia, pop. 135 000), Tromsø (Noruega, pop. 62 000) e Rovaniemi (Finlândia, pop. 59 000). São relativamente poucas as pessoas que vivem ao norte do Círculo Polar Ártico devido ao clima. As três maiores comunidades acima do Círculo Polar Ártico estão situados na Rússia: Murmansk (população 325.100), Norilsk (135.000), e Vorkuta (85.000). Tromsø (na Noruega) tem cerca de 62.000 habitantes, enquanto que Rovaniemi (na Finlândia), que se situa ligeiramente a sul da linha, tem um pouco menos de 58.000. (Disponível em Wikipédia) A Europa Fria Europa Mapa político da Europa. O continente europeu é um dos menores continentes, superando somente a Oceania, diante disso, ocupa uma área territorial de 10.530.751 quilômetros quadrados que corresponde a 7% das terras emersas do planeta, esse continente possui uma particularidade, está fisicamente ligado à Ásia, juntos são conhecidos como Eurásia. Outros definem a Europa não como um continente, mas sim como uma imensa península, em razão de seu litoral recortado. A Europa está localizada no oeste da eurásia, seu território permanece quase em sua totalidade no oriente, acima do paralelo do Equador, ou seja, no hemisfério norte. O território desse continente limita-se ao norte com o Oceano Glacial; com os mares Mediterrâneo e Negro ao sul; Oceano Atlântico a oeste e com os Montes Urais, o Rio Ural e o Mar Cáspio ao leste. No continente europeu existem muitos países, dentre esses o de maior território é a Rússia, com 40% da área total, o restante abriga 40 países. Apesar de muitos países europeus possuírem territórios relativamente restritos, tornaram-se verdadeiras potências políticas e econômicas mundiais, tais como Reino Unido, Alemanha, França e Itália, que fazem parte do G-8 (grupo dos países mais ricos do mundo). Quanto às características físicas ou naturais, a Europa apresenta uma série de particularidades, diante disso apresentamos os principais aspectos do relevo, hidrografia, clima e vegetação Relevo O relevo europeu é constituído basicamente por duas unidades de relevo, que são as planícies e os maciços antigos, ocupando especialmente o centro e o norte do continente. Existem também os dobramentos modernos que são compostos por áreas montanhosas, provenientes do pouco tempo de processo erosivo, portanto sofreu pouco desgaste, essa característica é comum desde o sul até a Península Ibérica. Dentre os dobramentos modernos e de relevo mais elevado, os principais são: os Pireneus, ocupa uma área de 450 quilômetros entre os limites territoriais da França com a Espanha, em alguns pontos as altitudes podem atingir 3.000 metros. Os Alpes, ocorre em uma extensão de 1.100 quilômetros e atravessa o território da França, Itália, Alemanha, Suíça e Áustria; e o ponto mais elevado é o Monte Branco com 4.807 metros. Os Apeninos encontram-se na Itália e percorrem o território de norte a sul, em pelo menos 1.500 quilômetros, essa região abriga vulcões sendo que alguns são ativos. Cárpatos ocorre nas terras da Eslováquia, Polônia, Ucrânia e Romênia e o Cáucaso está situado entre o Mar Negro e o Mar Cáspio nos territórios da Rússia, Geórgia, Armênia e Azerbaijão. Hidrografia Em razão da composição climática existente na Europa, os rios presentes no continente são relativamente pequenos quanto a seu curso e volume, apesar das limitações, esses mananciais foram sempre muito importantes para as atividades desenvolvidas na região, especialmente por se tratar de rios navegáveis. Nesse sentido, os rios principais do continente europeu são: rio Reno (1.300 km de extensão) que nasce nos Alpes; Sena (770 km de extensão), sua nascente está localizada ao sudeste de Paris; Ródano (800 km de extensão), nascente nos Alpes suíços; Volga (3.531 km de extensão), nasce a noroeste de Moscou e Danúbio (mais de 2.800 km de extensão), nasce nos Alpes alemães. Clima A Europa está localizada na zona temperada da Terra, dessa forma, apresenta climas de temperaturas mais amenas, dentre as particularidades de cada região podem ser identificados diversos tipos de climas, sendo que os principais são Clima de montanha: ocorre especialmente em áreas de relevo de grandes altitudes, como os Alpes e Pireneus, nessas áreas as chuvas são bem distribuídas durante todo o ano, elas se desenvolvem de forma mansa e rápida, os invernos são extensos e rigorosos, constituídos por nevadas e geadas. Temperado oceânico: é formado por um elevado índice pluviométrico, especialmente na primavera e no inverno, e temperaturas amenas Temperado continental: ocorre no centro e leste da Europa, as chuvas desenvolvem com menos incidência que no temperado oceânico e amplitudes térmicas mais elevadas. Subpolar: predomina em áreas próximas à região ártica, é constituída por duas estações bem definidas, sendo que o inverno é extremamente rigoroso e longo, com temperaturas que atingem -50ºC e verão com período bastante restrito, com temperaturas que variam entre 16ºC e 21°C. Mediterrâneo: esse tipo de clima é típico do sul da Europa com verões quentes e invernos mais amenos em relação a outras regiões do continente, nesse há duas estações bem definidas, seca no verão e chuvosa no inverno. Vegetação A composição vegetativa da Europa é variada em razão dos diferentes solos e climas, desse modo, podem ser identificados diversos tipos de vegetações, dentre elas estão: Tundra: essa cobertura vegetal é comum em regiões de clima subpolar, vegetação constituída por musgos, gramíneas, arbustos e liquens, flora proveniente da junção de fungos e algas. Floresta conífera: composição vegetativa constituída por pinheiros em áreas do sul. Floresta temperada: é composta por pinheiros, além de árvores como a faia e o carvalho, esses vegetais têm característica de perder as folhas no inverno, conhecidos por floresta caducifólia. Estepes: vegetação composta por herbáceas ou gramíneas provenientes dos solos férteis. Vegetação mediterrânea: é composta por xerófilas, plantas típicas de regiões secas, tais como maquis e garrigues. Por Eduardo de Freitas Graduado em Geografia As maiores contribuições para a humanidade em todos os ramos do conhecimento científico, artístico e humanitário vem dos países frios da Europa e da Ásia, e mesmo nestas áreas excluindo-se os países mais “quentes” os de climas menos polares e menos subpolares como por exemplo, Portugal, Espanha, Grécia, Romênia, os quais deram contribuições importantes para a cultura e civilização universal, como o descobrimento e colonização das Américas pelos portugueses e espanhóis, pela cultura helênica há 2,8 mil anos, pelo cristianismo o oriente médio, pela álgebra e aritmética dos médio-orientais, enfim, as maiores realizações ficaram por conta das civilizações oriundas dos países frios e muito frios.   Alfred Nobel Criador do Premio Nobel Biografia de Alfred Nobel:] Alfred Nobel (1833-1896) foi o criador do Premio Nobel. Inventou a dinamite, a balistite e outros detonantes. Era químico e industrial sueco. Usou sua fortuna para ajudar as organizações pacifistas e, antes de morrer, deixou seus bens para uma fundação que premiasse anualmente, cinco personalidades de destaque mundial da física, química, medicina, literatura e em especial a quem contribuísse de maneira notável para a paz entre os homens, receberia o Prêmio Nobel da Paz. Alfred Nobel (1833-1896) nasceu em Estocolmo, Suécia, em 21 de outubro. Seu pai modesto agricultor, resolveu estudar engenharia militar e já formado foi convidado pelo governo Russo a trabalhar na construção de engenhos militares. Partiram para a Rússia e em pouco tempo já possuíam jazidas petrolíferas em Baku, ao sul da Rússia. Alfred e os irmãos Robert e Ludwig foram educados por professores particulares. Estudou em São Petersburgo e aos 16 anos já era um químico competente. Falava inglês, francês, alemão, russo, além de sueco. Foi mandado para os Estados Unidos, onde passou um ano trabalhando com Johan Ericsson, um engenheiro sueco. Voltou com capacidade para dirigir a exploração de petróleo, mas sua ambição era fazer experiências com explosivos, que mal se conhecia naquele tempo. De volta à Suécia Alfred e seu pai montam um laboratório de pesquisas, na cidade de Helenborg, próximo a Estocolmo. Começam as pesquisas com nitroglicerina e em pouco tempo Alfred descobre a forma de fazer detonar essa substância. Uma explosão destruiu todo o laboratório, várias pessoas morreram entre elas, um irmão. Proibido pelo governo de reconstruir a fábrica e estigmatizado como "cientista louco", Nobel instalou fábricas na Alemanha e Noruega. Os acidentes não cessaram, mas em 1866, Nobel descobre a maneira de minimizar o perigo de manusear a nitroglicerina, ao misturá-la com um material inerte e absorvente, que só explodia com um detonador especial. Nobel batizou o produto de dinamite. O invento permitiu-lhe multiplicar suas fábricas. Em 1875 era dono de centros produtores de dinamite em vários países da Europa e nos Estados Unidos. Continuando suas pesquisas inventou a balistite, uma pólvora, que logo foi usada em vários países para fins militares. Nobel acumulou grande fortuna com suas fábricas. Solitário, sem filhos e abalado com a utilização de seus inventos para fins bélicos, Usou parte de sua fortuna para ajudar as organizações pacifistas. Determinou que após sua morte, uma fundação patrocinasse anualmente, a entrega de cinco prêmios para quem se destacasse em física, química, medicina, literatura e quem contribuísse para a paz mundial. Alfred Bernhard Nobel morreu em San Remo, Itália, em 10 de dezembro de 1896. A Fundação Nobel foi criada no dia 29 de junho de 1900. Desde 1902 quatro prêmios são entregues pelo Rei da Suécia e o Nobel da Paz é entregue em Oslo, na Noruega. Por Diogo Silva O Prêmio Nobel foi instituído pelo químico e industrial sueco Alfred Nobel, e, desde 1901, reconhece pessoas que fizeram pesquisas importantes, criaram técnicas pioneiras e contribuíram para o desenvolvimento da humanidade. A distinção, entregue anualmente no dia 10 de dezembro, em Oslo, na Noruega, consiste em uma medalha de ouro com a imagem de Alfred Nobel gravada, um diploma com a condecoração e um prêmio aproximado de 10 milhões de coroas suecas (cerca de um milhão de euros). A intenção original do prêmio era de permitir que os seus ganhadores pudessem trabalhar ou pesquisar sem pressões financeiras. Vamos conhecer, a seguir, os países com o maior número de contemplados com o Prêmio Nobel. Suécia. Um total de 28 suecos recebeu a distinção. O primeiro prêmio que a Suécia levou para a casa foi o de química, em 1903, pelo trabalho desenvolvido por Svante Arrhenius, que estudou a condutividade eletrolítica, ou seja, a condução de eletricidade em líquidos. Entre os prêmios que merecem destaque estão o de química, em 1948, recebido por Arne tiselius, em reconhecimento aos seus trabalhos sobre a natureza do plasma sanguíneo e o da paz, entregue em 1982 a Alva Myrdal pelos seus esforços para o alcance do desarmamento no país. França. Os franceses acumulam 57 prêmios. O primeiro foi o de literatura, conquistado em 1901 pelo poeta e ensaísta Sully Proudhomme. A França é o país com o maior número de Prêmios Nobel de literatura, com 15 no total. Poderiam ser 16, caso Jean Paul-Sartre, escritor símbolo do existencialismo francês, não tivesse recusado o prêmio concedido a ele no ano de 1964. No campo da física e da química, a Familia Curie foi responsável por levar 3 prêmios para as terras francesas. Em 1903, o físico Henri Becquerel e o casal Pierre e Marie Curie receberam o primeiro Nobel de física pelas pesquisas no campo da radioatividade. Marie Curie ganharia mais um Nobel, em química, no ano de 1911, em razão da descoberta dos elementos rádio e polônio. Já a filha de Marie, Irene, e o seu genro, Frederic, receberam o Nobel de química em 1935, em decorrência das pesquisas sobre a estrutura do átomo. Alemanha. Em 1901, o primeiro ano do Prêmio Nobel, a Alemanha levou para casa duas condecorações: em física, recebida por Wilhelm Conrad Rontgen, que descobriu o raio-x e em medicina, por Emil Adolf von Behring, pelas pesquisas para o tratamento da difteria e do tétano. A Alemanha também se destaca no campo da física e da química. Entre os prêmios recebidos nessas áreas estão o de 1921, concedido ao cientista Albert Einstein pela descoberta da lei do efeito fotoelétrico e o de 1944, recebido por Otto Hahn pelos estudos no campo da energia atômica. Vale ressaltar, também, o Prêmio Nobel de medicina, entregue em 1905 à Robert Koch, pelas pesquisas no diagnóstico e tratamento da tuberculose e o prêmio de literatura recebido por Thomas Mann em reconhecimento à produção de livros como “Morte em Veneza” e “A Montanha Mágica”. Os alemães possuem, no total, 107 Prêmios Nobel. Reino Unido. O primeiro prêmio britânico foi o de medicina, recebido por Ronald Ross, em 1902, por ter descoberto que um mosquito era o transmissor da malária para o organismo humano. Autores britânicos que influenciaram o desenvolvimento da literatura no século vinte, como Bernard Shaw, autor da peça Pigmaleão, o poeta T.S. Eliot e o filósofo Bertrand Russell contribuíram para os 13 prêmios que colocam o Reino Unido no segundo lugar entre os ganhadores do Nobel de literatura. Outro Nobel britânico que merece destaque é Alexander Fleming. A descoberta da penicilina, antibiótico que viria a ser um dos mais utilizados na medicina, rendeu o prêmio ao escocês no ano de 1945. Recentemente, em 2010, o Reino Unido somou mais um prêmio, com a conquista do nobel de medicina por Robert Edwards, que foi reconhecido após 32 anos de sua descoberta, a fertilização in vitro. Estados Unidos. O primeiro foi conquistado em 1906 pelo então presidente Theodore Roosevelt. Ele ganhou o Nobel da paz pelas negociações que garantiram o fim da guerra que acontecia no início do século passado entre a Rússia e o Japão. Desde então, os Estados Unidos vem acumulando prêmios em todas as áreas. Entre os principais, está o Nobel de física recebido por Ernest Lawrence, em 1939, pela invenção do Ciclotron, um acelerador de partículas usado para pesquisas científicas e que, mais tarde, passou a ser utilizado no tratamento de câncer. Na química, as pesquisas sobre as ligações químicas renderam o Nobel à Linus Pauling, em 1954. Já a descoberta do uso do carbono-14 para a datação de fósseis por Willard Libby fez com que ele levasse o prêmio em 1960. A descoberta do papel dos cromossomos na hereditariedade pelo biólogo Thomas Morgan levou os Estados Unidos ao seu primeiro Nobel em medicina, no ano de 1933. Outro prêmio importante nesta área foi conquistado em 1985 pelo bioquímico Joseph Goldstein, pelas pesquisas realizadas sobre o metabolismo do colesterol no corpo humano. No campo da literatura, destaque para escritores renomados como William Faulkner, John Steinbeck e Ernest Hemingway, todos reconhecidos com um prêmio Nobel. Contabilizando 270 condecorações, os Estados Unidos lideram a lista dos países com a maior quantidade de prêmios Nobel no mundo. África do Sul 1. J. M. Coetzee, Literatura, 2003 2. Sydney Brenner*, Fisiologia ou Medicina, 2002 3. F.W. de Klerk, Paz, 1993 4. Nelson Mandela, Paz, 1993 5. Nadine Gordimer, Literatura, 1991 6. Desmond Tutu, Paz, 1984 7. Allan M. 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Naipaul*, Literatura, 2001 Turquia 1. Orhan Pamuk, Literatura, 2006 2. Tawakkol Karman, Paz, 2011 , tornou-se cidadã turca em 2012 Ucrânia 1. Georges Charpak*, nasc. na então Polónia, atual Ucrânia, Física, 1992 2. Roald Hoffmann*, nasc. na então Polónia, atual Ucrânia, Química, 1981 3. Ilya Ilyich Mechnikov*, nasc. no então Império Russo, atual Ucrânia, Fisiologia ou Medicina, 1908 Venezuela 1. Baruj Benacerraf, Fisiologia ou Medicina, 1980 Vietname 1. Lê Ðức Thọ, nasc. Indochina Francesa, Paz, 1973 (recusou) Precisamos isolar outras variáveis em nossa exploração sobre os efeitos do clima sobre a produção intelectual. Variáveis intervenientes são as covariáveis que influenciam o comportamento das variáveis independentes para se controlar o resultado das análises; por isso precisamos estabelecer a função de cada variável do problema. As estratégias de sobrevivência das sociedades são classificadas em três hipóteses mais prováveis e lógicas: a) Migração; b) Adaptação ao meio ambiente; c) Adaptação do meio ambiente através de ação direta sobre ele nos meios macro e micro ambientes. Então as variáveis aqui importantes são: a) O frio; b) A escolha dentre as alternativas de sobrevivência, já analisadas; c) A capacidade da cultura local de procurar e buscar as mudanças de parâmetros para adaptar o meio ambiente às suas necessidades e objetivos de sobrevivência e de evolução; d) O desapego às tradições e aos mitos. São desafios assustadores quando pensamos que foi uma atitude e comportamento social, e não individual, necessários para levar adiante estas mudanças coletivas evolucionárias diante de alternativas mais atraentes como por exemplo a migração para lugares com climas mais amenos e mais favoráveis à sobrevivência com menos esforço, em que pese que uma migração envolve uma estratégia e uma logística de grande envergadura. Ficar e desafiar a natureza e a capacidade de produzir soluções a partir da cooperação social foi realmente um feito extraordinário! Quando não se tinha nenhuma certeza de que este empreendimento poderia ser um sucesso. Foi notável esse feito social! Premiados com o Nobel de Física: • Nobel de Física • Predefinição:Nobel de Física A • Alexei Alexeevich Abrikosov • Zhores Alferov • Hannes Alfvén • Luis Walter Alvarez • Carl David Anderson • Philip Warren Anderson • Edward Appleton B • John Bardeen • Charles Glover Barkla • Nicolay Basov • Antoine Henri Becquerel • Johannes Georg Bednorz • Hans Bethe • Gerd Binnig • Patrick Maynard Stuart Blackett • Felix Bloch • Nicolaas Bloembergen • Aage Niels Bohr • Niels Bohr • Max Born • Walther Bothe • Willard Boyle • William Henry Bragg • William Lawrence Bragg • Walter Houser Brattain • Karl Ferdinand Braun • Percy Williams Bridgman • Bertram Neville Brockhouse • Louis de Broglie C • James Chadwick • Owen Chamberlain • Subrahmanyan Chandrasekhar • Georges Charpak • Chen Ning Yang • Pavel Cherenkov • Steven Chu • John Cockcroft • Claude Cohen-Tannoudji • Arthur Holly Compton • Leon Neil Cooper • Eric Allin Cornell • James Watson Cronin • Marie Curie • Pierre Curie D • Nils Gustaf Dalén • Raymond Davis Jr. • Clinton Davisson • Hans Georg Dehmelt • Paul Dirac E • Albert Einstein • François Englert • Leo Esaki F • Enrico Fermi • Albert Fert • Richard Feynman • Val Logsdon Fitch • William Alfred Fowler • James Franck • Illia Frank • Jerome Isaac Friedman G • Dennis Gabor • Andre Geim • Murray Gell-Mann G (continuação) • Pierre-Gilles de Gennes • Riccardo Giacconi • Ivar Giaever • Vitaly Ginzburg • Donald Arthur Glaser • Sheldon Lee Glashow • Roy Glauber • Maria Goeppert-Mayer • David Gross • Peter Grünberg • Charles Édouard Guillaume H • John Lewis Hall • Theodor Hänsch • Serge Haroche • Werner Heisenberg • Gustav Ludwig Hertz • Victor Franz Hess • Antony Hewish • Peter Higgs • Robert Hofstadter • Gerardus 't Hooft • Russell Alan Hulse J • J. Hans D. Jensen • Brian David Josephson K • Charles Kao • Pyotr Kapitsa • Alfred Kastler • Henry Way Kendall • Wolfgang Ketterle • Jack Kilby • Klaus von Klitzing • Makoto Kobayashi • Masatoshi Koshiba • Herbert Kroemer • Polykarp Kusch L • Willis Eugene Lamb • Lev Landau • Max von Laue • Robert Betts Laughlin • Ernest Lawrence • Leon Max Lederman • David Morris Lee • Anthony Leggett • Philipp Lenard • Gabriel Lippmann • Hendrik Lorentz M • Guglielmo Marconi • Toshihide Masukawa • John Mather • Simon van der Meer • Albert Abraham Michelson • Robert Andrews Millikan • Rudolf Mössbauer • Nevill Francis Mott • Ben Roy Mottelson • Karl Alexander Müller N • Yoichiro Nambu • Louis Eugène Félix Néel O • Heike Kamerlingh Onnes • Douglas Dean Osheroff P • Wolfgang Paul • Wolfgang Pauli • Arno Allan Penzias • Martin Lewis Perl • Jean Baptiste Perrin P (continuação) • William Daniel Phillips • Max Planck • Hugh David Politzer • Cecil Frank Powell • Prémios Nobel CERN • Aleksandr Prokhorov • Edward Mills Purcell R • Isidor Isaac Rabi • Leo James Rainwater • Chandrasekhara Venkata Raman • Norman Foster Ramsey • Frederick Reines • Owen Willans Richardson • Robert Coleman Richardson • Burton Richter • Heinrich Rohrer • Wilhelm Conrad Röntgen • Carlo Rubbia • Ernst Ruska • Martin Ryle S • Abdus Salam • Arthur Schawlow • John Robert Schrieffer • Erwin Schrödinger • Melvin Schwartz • Julian Schwinger • Emilio Gino Segrè • William Bradford Shockley • Clifford Glenwood Shull • Kai Siegbahn • Karl Siegbahn • George Smith • George Smoot • Johannes Stark • Jack Steinberger • Otto Stern • Horst Ludwig Störmer • John William Strutt T • Igor Tamm • Joseph Hooton Taylor • Richard Edward Taylor • George Paget Thomson • Joseph John Thomson • Samuel Chao Chung Ting • Shin'ichiro Tomonaga • Charles Hard Townes • Daniel Chee Tsui • Tsung-Dao Lee V • Johannes Diderik van der Waals • Martinus J. G. Veltman • John Hasbrouck Van Vleck W • Ernest Walton • Steven Weinberg • Carl Wieman • Wilhelm Wien • Eugene Paul Wigner • Frank Wilczek • Charles Thomson Rees Wilson • Kenneth Wilson • Robert Woodrow Wilson • David Wineland Y • Hideki Yukawa Z • Pieter Zeeman • Frits Zernike Premiados com o Nobel de Medicina e Fisiologia: • Nobel de Fisiologia ou Medicina * • Predefinição:Nobel de Fisiologia ou Medicina (1901 — 1925) • Predefinição:Nobel de Fisiologia ou Medicina (1926 — 1950) • Predefinição:Nobel de Fisiologia ou Medicina (1951 — 1975) • Predefinição:Nobel de Fisiologia ou Medicina (1976 — 2000) • Predefinição:Nobel de Fisiologia ou Medicina (2001 — 2025) A • Edgar Douglas Adrian • António Egas Moniz • Werner Arber • Richard Axel • Julius Axelrod B • David Baltimore • Frederick Banting • Robert Bárány • Françoise Barré-Sinoussi • George Beadle • Emil Adolf von Behring • Georg von Békésy • Baruj Benacerraf • Sune Bergström • Bruce Beutler • John Michael Bishop • James Black • Elizabeth Blackburn • Günter Blobel • Konrad Bloch • Baruch Blumberg • Jules Bordet • Daniel Bovet • Sydney Brenner • Michael Stuart Brown • Linda Buck • Frank Burnet C • Mario Capecchi • Arvid Carlsson • Alexis Carrel • Ernst Chain • Albert Claude • Stanley Cohen • Carl Ferdinand Cori • Gerty Cori • Allan Cormack • André Cournand • Francis Crick D • Henry Dale • Henrik Dam • Jean Dausset • Christian de Duve • Max Delbrück • Peter Doherty • Edward Doisy • Gerhard Domagk • Renato Dulbecco E • John Eccles • Gerald Edelman • Robert Geoffrey Edwards • Paul Ehrlich • Christiaan Eijkman • Willem Einthoven • Gertrude Elion • John Franklin Enders • Joseph Erlanger • Ulf Svante von Euler • Martin Evans F • Johannes Fibiger • Niels Ryberg Finsen • Andrew Fire F (continuação) • Edmond Fischer • Alexander Fleming • Howard Florey • Werner Forßmann • Karl Ritter von Frisch • Robert Furchgott G • Daniel Carleton Gajdusek • Herbert Gasser • George Minot • Alfred Gilman • Joseph Goldstein • Camillo Golgi • Ragnar Granit • Paul Greengard • Carol Greider • Roger Guillemin • Allvar Gullstrand • John Gurdon H • Haldan Hartline • Leland Hartwell • Harald zur Hausen • Philip Showalter Hench • Alfred Hershey • Walter Rudolf Hess • Corneille Heymans • Archibald Vivian Hill • George Hitchings • Alan Hodgkin • Jules Hoffmann • Robert Holley • Frederick Gowland Hopkins • Robert Horvitz • Godfrey Hounsfield • Bernardo Houssay • David Hubel • Charles Huggins • Richard Timothy Hunt • Andrew Huxley I • Louis Ignarro J • François Jacob • Niels Jerne K • Eric Kandel • Bernard Katz • Edward Calvin Kendall • Har Khorana • Robert Koch • Emil Theodor Kocher • Georges Köhler • Arthur Kornberg • Albrecht Kossel • Edwin Krebs • Hans Krebs • Schack August Steenberg Krogh L • Karl Landsteiner • Paul Christian Lauterbur • Charles Louis Alphonse Laveran • Joshua Lederberg • Rita Levi-Montalcini • Edward Lewis • Fritz Albert Lipmann • Otto Loewi • Konrad Lorenz • Salvador Luria • André Michel Lwoff • Feodor Lynen M • John James Rickard Macleod • Peter Mansfield M (continuação) • Barry Marshall • Barbara McClintock • Ilya Ilyich Mechnikov • Peter Brian Medawar • Craig Mello • Otto Fritz Meyerhof • César Milstein • Jacques Monod • Luc Montagnier • Thomas Hunt Morgan • Hermann Muller • Paul Hermann Müller • Ferid Murad • William Murphy • Joseph Murray N • Daniel Nathans • Erwin Neher • Charles Nicolle • Marshall Nirenberg • Paul Nurse • Christiane Nüsslein-Volhard O • Severo Ochoa P • George Palade • Ivan Pavlov • Rodney Porter • Stanley Prusiner R • Santiago Ramón y Cajal • Tadeusz Reichstein • Dickinson Richards • Charles Robert Richet • Frederick Chapman Robbins • Richard Roberts • Martin Rodbell • Ronald Ross • James E. Rothman • Francis Rous S • Bert Sakmann • Bengt Samuelsson • Andrzej Schally • Randy Schekman • Phillip Allen Sharp • Charles Scott Sherrington • Hamilton Smith • Oliver Smithies • George Davis Snell • Hans Spemann • Roger Sperry • Ralph Steinman • Thomas Südhof • John Sulston • Earl Sutherland • Albert Szent-Györgyi • Jack Szostak T • Edward Tatum • Howard Martin Temin • Max Theiler • Axel Hugo Theodor Theorell • Edward Donnall Thomas • Nikolaas Tinbergen • Susumu Tonegawa V • John Vane • Harold Varmus W • Julius Wagner von Jauregg • Selman Waksman • George Wald • Otto Heinrich Warburg   Premiados com o Nobel deo Química: • Nobel de Química • Predefinição:Nobel de Química • Predefinição:Nobel de Química (1901 — 1925) • Predefinição:Nobel de Química (1926 — 1950) • Predefinição:Nobel de Química (1951 — 1975) • Predefinição:Nobel de Química (1976 — 2000) • Predefinição:Nobel de Química (2001 — 2025) * • Anexo:Laureados com o Nobel de Química A • Peter Agre • Kurt Alder • Sidney Altman • Christian Boehmer Anfinsen • Svante Arrhenius • Francis William Aston B • Adolf von Baeyer • Derek Barton • Paul Berg • Friedrich Bergius • Carl Bosch • Paul Delos Boyer • Herbert Charles Brown • Eduard Buchner • Adolf Butenandt C • Melvin Calvin • Thomas Cech • Martin Chalfie • Yves Chauvin • Aaron Ciechanover • Elias James Corey • John Cornforth • Donald James Cram • Paul Crutzen • Marie Curie • Robert Curl D • Peter Debye • Johann Deisenhofer • Otto Paul Hermann Diels E • Manfred Eigen • Richard Robert Ernst • Gerhard Ertl • Hans Karl August Simon von Euler-Chelpin F • John Fenn • Ernst Otto Fischer • Hans Fischer • Hermann Emil Fischer • Paul John Flory • Ken'ichi Fukui G • William Francis Giauque • Walter Gilbert • Victor Grignard • Robert Grubbs H • Fritz Haber • Otto Hahn • Arthur Harden • Odd Hassel • Herbert Hauptman • Walter Norman Haworth • Richard Heck H (continuação) • Alan Heeger • Dudley Robert Herschbach • Avram Hershko • Gerhard Herzberg • George de Hevesy • Jaroslav Heyrovský • Cyril Norman Hinshelwood • Dorothy Crowfoot Hodgkin • Jacobus Henricus van't Hoff • Roald Hoffmann • Robert Huber J • Irène Joliot-Curie • Frédéric Joliot-Curie K • Jerome Karle • Martin Karplus • Paul Karrer • John Kendrew • Aaron Klug • William Standish Knowles • Brian Kobilka • Walter Kohn • Roger Kornberg • Harold Kroto • Richard Kuhn L • Irving Langmuir • Yuan Lee • Robert Lefkowitz • Jean-Marie Lehn • Luis Federico Leloir • Michael Levitt • Willard Frank Libby • William Lipscomb M • Alan MacDiarmid • Roderick MacKinnon • Edwin Mattison McMillan • Rudolph Arthur Marcus • Archer John Porter Martin • Robert Bruce Merrifield • Hartmut Michel • Peter Mitchell • Henri Moissan • Mario Molina • Stanford Moore • Robert Mulliken • Kary Mullis N • Giulio Natta • Ei-ichi Negishi • Walther Nernst • Ronald Norrish • John Howard Northrop • Ryōji Noyori O • George Andrew Olah • Lars Onsager • Wilhelm Ostwald P • Linus Pauling • Charles J. Pedersen • Max Perutz • John Charles Polanyi P (continuação) • John Pople • George Porter • Fritz Pregl • Vladimir Prelog • Ilya Prigogine R • Venkatraman Ramakrishnan • William Ramsay • Reação de Heck • Theodore William Richards • Robert Robinson • Irwin Rose • Frank Sherwood Rowland • Ernest Rutherford • Lavoslav Ružička S • Paul Sabatier • Frederick Sanger • Richard Schrock • Glenn Theodore Seaborg • Nikolay Semyonov • Barry Sharpless • Dan Shechtman • Osamu Shimomura • Hideki Shirakawa • Jens Christian Skou • Richard Smalley • Michael Smith • Frederick Soddy • Wendell Meredith Stanley • Hermann Staudinger • William Howard Stein • Thomas Steitz • James Batcheller Sumner • Akira Suzuki • Theodor Svedberg • Richard Laurence Millington Synge T • Koichi Tanaka • Henry Taube • Arne Tiselius • Alexander Todd • Roger Tsien U • Harold Clayton Urey V • Vincent du Vigneaud • Artturi Ilmari Virtanen W • John Ernest Walker • Otto Wallach • Arieh Warshel • Alfred Werner • Heinrich Otto Wieland • Geoffrey Wilkinson • Richard Martin Willstätter • Adolf Otto Reinhold Windaus • Georg Wittig • Robert Burns Woodward • Kurt Wüthrich Y • Ada Yonath Z • Ahmed Zewail • Karl Ziegler • Richard Adolf Zsigmondy B • Emily Greene Balch • Françoise Barré-Sinoussi • Elizabeth Blackburn • Linda Buck • Pearl S. Buck C • Gerty Cori • Mairead Corrigan • Marie Curie D • Grazia Deledda E • Shirin Ebadi • Gertrude Elion G • Maria Goeppert-Mayer • Nadine Gordimer • Carol Greider H • Dorothy Crowfoot Hodgkin J • Ellen Johnson-Sirleaf • Irène Joliot-Curie L • Selma Lagerlöf • Doris Lessing • Rita Levi-Montalcini M • Wangari Maathai • Barbara McClintock M (continuação) • Gabriela Mistral • Toni Morrison O • Elinor Ostrom S • Bertha von Suttner • Aung San Suu Kyi T • Madre Teresa de Calcutá U • Sigrid Undset W • Betty Williams • Jody Williams Y • Rosalyn Yalow • Ada Yonath Grandes matemáticos da História da civilização moderna: • al-Khwarizmi - da Pérsia - 780-850 • Ada Lovelace - da Inglaterra - 1815-1852 • Maria Gaetana Agnesi - da Itália - 1718-1799 • Lars Ahlfors • Jean-Lerond d'Alembert - da Alemanha - 1717-1783 • Ubiratan D'Ambrósio - do Brasil (n. 1932) • Andre Marie Ampere - da França - 1775-1836 • Apolônio de Perga • Vladimir Arnold • Arquimerdson - de Siracusa - 287 a.C.-212 a.C. • Michael Atiyah • Arquitas de Tarento • Isaac Barrow - da Inglaterra - 1630-1677 • Jakob Bernoulli - da Alemanha - 1654-1705 • Johann Bernoulli - da Alemanha - 1667-1748 • Joseph Bertrand - da França - 1822-1900 • Friedrich Wilhelm Bessel - da Alemanha - 1784-1846 • Farkas Bolyai - da România - 1775-1856 • János Bolyai - da România - 1802-1860 • Bernhard Bolzano - da Boêmia - 1781-1848 • Rafael Bombelli - da Itália - 1526-1572 • Enrico Bombieri • George Boole - da Inglaterra - 1815-1864 • Richard Borcherds • Roger Boscovich • Karol Borsuk - da Polônia - 1905-1982 • Jean Bourgain • L. E. J. Brouwer - dos Países Baixos - 1881-1966 • Bháskara - da Índia - 1114-1185 • Giusto Bellavitis - da Itália - 1803-1880 C • Arthur Cayley - da Inglaterra - 1821-1895 • Henri Cartan • Georg Cantor - da Alemanha - 1845-1918 • Gerolamo Cardano - da Itália - 1501-1576 • Augustin Louis Cauchy - da França - 1789-1857 • Bonaventura Cavalieri - da Itália - 1598-1647 • Ernesto Cesàro - da Itália - 1859-1906 • Ludolph van Ceulen - da Alemanha - 1540-1610 • Alain Connes • John Conway • Gabriel Cramer - da Suíça - 1704-1752 • Bento de Jesus Caraça - de Portugal • Alexis Claude Clairaut - da França - 1713-1765 D • Germinal Pierre Dandelin - da França - Belgium - 1794-1847 • David van Dantzig - dos Países Baixos - 1900-1959 • George Dantzig - da América do Norte - 1914- • Richard Dedekind - da Alemanha - 1831-1916 • Pierre Deligne • Diofanto - da Grécia • Simon Donaldson • Adrien Douady • Jesse Douglas • Vladimir Drinfeld • René Descartes - da França - 1596-1650 • Diofanto de Alexandria E • Eratóstenes - da Grécia • Paul Erdos - da Hungria - 1913-1996 • Euclides - da Alexandria - 360-295 a.C. • Eudoxo de Cnido - da Ásia Menor - 408-355 a.C. • Leonhard Euler - da Suíça - 1707-1783 • Albert Einstein da alemanha - 1879-1955 F • Gerd Faltings • Charles Fefferman • Michael Freedman • Pierre de Fermat - da França - 1601-1665 • Lodovico Ferrari - da Itália - 1522-1565 • Leonardo Pisano Fibonacci - da Itália - • Jean-Baptiste Joseph Fourier - da França - 1768-1830 • Adolf Fraenkel - da Alemanha - 1891-1965 G • Galileu Galilei - da Itália • Evariste Galois - da França - 1811-1832 • Carl Friedrich Gauss - da Alemanha - 1777-1855 • Sophie Germain - da França - 1776-1831 • Kurt Gödel - da Alemanha - 1906-1978 • Christian Goldbach - da Alemanha - 1690-1764 • Alexander Grothendieck • Hermann Grassmann - da Rússia - 1809-1877 • Greg Smith - dos Estados Unidos H • Jacques Hadamard - da França - 1865-1963 • William Rowan Hamilton - da Inglaterra - 1805-1865 • Felix Hausdorff - da Alemanha - 1869-1942 • Heisuke Hironaka • Charles Hermite - da França - 1822-1901 • David Hilbert - da Alemanha - 1862-1943 • Hipátia - da Alexandria - 370-415 • Lars Hörmander • Christiaan Huygens - dos Países Baixos - 1629-1695 • Hipócrates de Quíos - da Grécia - 470 a.C.-? • Hípias de Elis - da Grécia - 460 a.C.-400 a.C. • Heron - de Alexandria - 10-70 d.C. I • Inácio Manuel Azevedo do Amaral - do Brasil - 1889-1950 J • Carl Gustav Jakob Jacobi - da Alemanha - 1804-1851 • Camille Jordan - da França - 1838-1922 K • Leonid Kantorovich Tulhovisk - da Rússia - 1912-1986 • Abraham Gotthelf Kästner - da Alemanha - 1719-1800 • Johannes Kepler - da Alemanha - 1571-1630 • Felix Klein - da Alemanha - 1849-1925 • Donald Knuth • Kunihiko Kodaira • Andrey Nikolaevich Kolmogorov - da Rússia - 1903-1987 • Maxim Kontsevich • Sofia Vasilyevna Kovalevskaja - da Rússia - 1850-1891 • Leopold Kronecker - da Alemanha - 1823-1891 • Kazimierz Kuratowski - da Polônia - 1896-1980 • Martin Wilhelm Kutta - da Alemanha - 1867-1944 L • Lev Landau - 1908-1968 • Joseph-Louis de Lagrange - da França - 1736-1813 • Johann Heinrich Lambert - da Alemanha - 1728-1777 • Pierre Simon Laplace - da França - 1749-1827 • Henri Lebesgue - da França - 1875-1941 • Adrien-Marie Legendre - da França - 1752-1833 • Gottfried Wilhelm Leibniz - da Alemanha - 1646-1716 • Jacques-Louis Lions - 1928-2001 • Guillaume François Antoine l'Hospital - da França - 1661-1704 • Sophus Lie - da Noruega - 1842-1899 • Carl Louis Ferdinand von Lindemann - da Alemanha - 1852-1939 • Nikolai Iwanowitsch Lobatschewski - da Rússia - 1792-1856 • Leonardo da Vinci - da Itália - 1452-1519 M • Colin Maclaurin - da Escócia - 1698-1746 • Madhava - Índia - 1350-1425 • Curtis McMullen • Andrei Andreyevich Markov - da Rússia - 1856-1922 • Grigory Margulis • Nikolaus Mercator • Marin Mersenne - da França - 1588-1648 • John Milnor • Shigefumi Mori • David Mumford • Hermann Minkowski - da Alemanha - 1864-1909 • August Ferdinand Möbius - da Alemanha - 1790-1868 • Abraham de Moivre - da França - 1667-1754 • Gaspard Monge - da França - 1746-1818 • Augustus de Morgan - da Índia - 1806-1871 • Manoel Amoroso Costa - do Brasil - 1885-1928 • James Clerk Maxwell da Inglaterra - 1831-1879 • John Venn-inglês-1834-1923 N • John Napier - da Escócia - 1550-1617 • John von Neumann - da Hungria e América do Norte - 1903-1957 • Isaac Newton - da Inglaterra - 1643-1727 • Emmy Noether - da Alemanha - 1882-1935 • Sergei Novikov - Rússia • John Forbes Nash - dos Estados Unidos, 1928- • Pedro Nunes - de Portugal, 1502-1578 O • Omar Khayyām - da Pérsia - 1048-1131 • Otto de Alencar - do Brasil - 1874-1912 P • Jacob Palis - do Brasil - 1940- • Blaise Pascal - da França - 1623-1662 • Giuseppe Peano - da Itália - 1858-1932 • Grigori Perelman- de Rússia • Henri Poincaré - da França - 1854-1912 • Simeon Denis Poisson - da França - 1781-1840 • George Polya - da Hungria e América do Norte - 1887-1985 • Pitágoras de Sammos - da Grécia - 570 a.C. a 497 a.C. • Ptolomeu da Grécia 85.ca-165ca Q • Daniel Quillen R • Srinivasa Ramanujan - da Índia - 1887-1920 • Regiomontanus - Johannes Müller - da Alemanha - 1436-1476 • Marian Rejewski - da Polónia - 1905-1980 • Bernhard Riemann - da Alemanha - 1826-1866 • Adam Riese - da Alemanha - 1492-1559 • Klaus Friedrich Roth • Carl Runge - da Alemanha - 1856-1927 • Bertrand Russell - da Inglaterra - 1872-1970 • Jacopo Francesco Riccati - Itália - 1676-1754 S • Waclaw Sierpinski - da Polônia - 1882-1969 • Laurent Schwartz • Atle Selberg • Jean-Pierre Serre • Thoralf Skolem - da Noruega - 1887-1963 • Willebrord Snellius - dos Países Baixos - 1580-1626 • Stephen Smale • Jakob Steiner - da Suíça - 1796-1863 • Simon Stevin - dos Países Baixos - 1548-1620 • Michael Stifel - da Alemanha - 1487-1567 • James Stirling - da Escócia - 1692-1770 • Josef Schreier - da Polônia - 1909-1943 T • Alfred Tarski - da Polônia - 1901-1983 • Niccolo Fontana Tartaglia - de Veneza - 1499-1557 • Brook Taylor - da Inglaterra - 1685-1731 • Jacques Tits - belgo-francês • William Thurston - Estados Unidos • Pafnuti Tchebychev - da Rússia - 1821-1894 • Alan Turing - da Inglaterra - 1912-1954 U • Stanislaw Ulam - da Polônia e América do Norte - 1909-1984 V • François Viète - da França - 1540-1603 • Alexandre-Theóphile Vandermonde - da França - 1735-1796 • José Vicente Gonçalves - de Portugal - 1896-1985 W • Bartel Leendert van der Waerden - dos Países Baixos - 1903-1996 • Pierre Laurent Wantzel - da França • Edward Waring - da Inglaterra - 1736-1798 • Warren Weaver - dos Estados Unidos - 1894-1978 • Karl Weierstrass - da Alemanha - 1815-1897 • André Weil - da França - 1906-1998 • Andrew Wiles - 1953-? • Edward Witten • Christopher Wren - da Inglaterra - 1632-1723 • Josef Hoëné-Wronski - da Polônia - 1778-1853 Y • Shing-Tung Yau • Jean-Christophe Yoccoz Z • Efim Zelmanov • Ernst Zermelo - da Alemanha - 1871-1952   • A., Choudum S. (Índia, 1947 - ) • Aaboe, Asger (?, 1922 - 2007) • Aalen, Odd (Noruega, 1947 - ) • Aanderaa, Stål (Noruega, 1931 - ) • Abakanowicz, Bruno (Rússia/Polônia/Lituânia, 1852 - 1900) • Abel, Niels Henrik (Noruega, 1802 - 1829) • Abelson, Harold (EUA, ? - ) • Abercrombie, Alexander (Inglaterra, 1949 - ) • al-Abharī, Athīr al-Dīn (Pérsia, 1200 - 1265) • Abhyankar, S. S. (Índia/EUA, 1930 - ) • Abian, Alexander (EUA, 1923 - 1999) • Ablowitz, Mark J. (?, ? - ) • Abraham, Ralph (USA, 1936 - ) • Abrahams, David (Inglaterra, 1958 - ) • D'Abramo, Germano (Itália, 1973 - ) • Abramowicz, Kazimierz (Polônia, 1889 - 1936) • Abramowitz, Milton (EUA, 1915 - 1958) • Abubakar, Abdusalam (Irlanda, ? - ) • Abubakar, Iya (Nigéria, 1934 - ) • Aced, Rafael Mercado (?, ? - ) • Achenwall, Gottfried (Alemanha, 1719 - 1772) • Ackerman, Nate (EUA, 1978 - ) • Ackermann, Wilhelm (Alemanha, 1896 - 1962) • Ackermans, Stan (Países Baixos, 1936 - 1995) • Aczel, Amir (Israel, 1950 - ) • Aczél, János (Canadá/Hungria, 1924 - ) • Aczel, Peter (Inglaterra, ? - ) • Adair, John (Escócia, 1650s - 1722) • Adalbold II of Utrecht (Países Baixos, ? - 1026) • Adam, Jehan (França, ? - ) • Adams, Colin (EUA, 1956 - ) • Adams, Jeffrey (EUA, 1955 - ) • Adams, John Couch (Inglaterra, 1819 - 1892) • Adams, John Frank (Inglaterra, 1930 - 1989) • Adams, Karl (Suíça, 1811 - 1849) • Adamyan, Vadym (Ucrânia/URSS, 1938 - ) Ade • Adelard of Bath (?, 1080s - 1150s) • Adelbulner, Michael (Alemanha, 1702 - 1779) • Adelson-Velsky, Georgy Maximovich (Rússia/URSS, 1922 - ) • Adelstein, Abraham Manie (Inglaterra/África do Sul, 1916 - 1992) • Ádem, José (México, 1921 - 1991) • Adhemar, Joseph Alphonse (França, 1797 - 1862) • Adian, Sergei (Armênia/Rússia/URSS, 1931 - ) • Adler, August (República Tcheca/Áustria, 1863 - 1923) • Adler, Irving (EUA, 1913 - ) • Adler, Mark (EUA, 1959 - ) • Adomian, George (EUA, 1922 - 1996) • Adrain, Robert (Irlanda/EUA, 1775 - 1843) • Adrastus of Cyzicus (?, ? - ) • Adriaanszoon, Adriaan (Países Baixos, 1571 - 1635) • Afanasyeva, Tatyana Alexeyevna (Rússia, 1876 - 1964) • ibn Aflah, Jabir (Arábia, 1100 - 1150) • Afraimovich, Valentin (Rússia/URSS, 1945 - ) • Agnesi, Maria Gaetana (Itália, 1718 - 1799) • Agrawal, Manindra (Índia, 1966 - ) • Agrest, Matest M. (Rússia, 1915 - 2005) • Agrippa, Camillo (Itália, ? - ) • d'Aguilon, François (Bélgica, 1567 - 1617) • Aharoni, Ron (Israel, ? - ) • Ahlfors, Lars Valerian (Finlândia, 1907 - 1996) • Ahlgren, Paco (EUA, 1968 - ) • Ahlswede, Rudolf (Alemanha, 1938 - ) • ibn Ahmad al-Nasawī, Alī (Pérsia, 1010s - 1070s) • Ahmed, Ziauddin (Índia/Paquistão, 1878 - 1947) • Ahmes (Egito, 1680 BC - 1620 BC) • Ahsan, Riaz (Paquistão, 1951 - 2008) Aig • Aigner, Martin (Áustria, 1942 - ) • Aitchison, John (Escócia, 1926 - ) • Aitken, Alexander Craig (Inglaterra/Nova Zelândia, 1895 - 1967) • Aiyer, V. Ramaswamy (Índia, ? - ) • Aizenman, Michael (?, ? - ) • Ajdukiewicz, Kazimierz (Polônia, 1890 - 1963) • Ajtai, Miklós (Hungria, 1946 - ) • Akaike, Hirotugu (Japão, 1927 - 2009) • Akansu, Ali (Turquia/EUA, ? - ) • Akbulut, Selman (Turquia, ? - ) • Akhiezer, Naum (Bielorrússia/URSS, 1901 - 1980) • Akiba, Tadatoshi (Japão, 1942 - ) • Alaoglu, Leonidas (EUA/Canadá/Grécia, 1914 - 1981) • Alavi, Yousef (EUA/Paquistão, ? - ) • Albanese, Giacomo (Itália, 1890 - 1948) • Alben, Silas D. (?, ? - ) • Albert, Abraham Adrian (EUA, 1905 - 1972) • Albert, Michael H. (Canadá, 1962 - ) • Albeverio, Sergio (Suíça, 1939 - ) • Alcan, Félix (França, 1841 - 1925) • Alder, Mike (Austrália, ? - ) • Aldous, David (?, ? - ) • Alele-Williams, Grace (Nigéria, 1932 - ) • d'Alembert, Jean le Rond (França, 1717 - 1783) • Alexander of Villedieu (?, 1175 - 1240) • Alexander, Archie (?, ? - ) • Alexander, Conel Hugh O'Donel (Inglaterra, 1909 - 1974) • Alexander, Stephen (?, 1806 - 1883) • Alexandrov, Aleksandr Danilovich (Rússia/URSS, 1912 - 1999) • Alexandrov, Pavel (Rússia/URSS, 1896 - 1982) • Alexiewicz, Andrzej (Polônia, 1917 - 1995) Alf • Alford, W. R. (Red) (EUA, 1937 - 2003) • Alhazen (Arábia/Pérsia/Iraque, 965 - 1039) • ibn Alī al-Qalasādī, Abū al-Hasan (Arábia, 1412 - 1486) • Ali, Mir Masoom (EUA, 1937 - ) • Aliprantis, Charalambos D. (EUA/Grécia, 1946 - 2009) • Allan, Graham Robert (Inglaterra, 1936 - 2007) • Allé, Moritz (República Tcheca, 1837 - 1913) • Allen, Roy George Douglas (Inglaterra, 1906 - 1983) • Allen, Thomas (Inglaterra, 1542 - 1632) • Allendoerfer, Carl B. (EUA, 1911 - 1974) • Allman, George Johnston (Inglaterra, 1824 - 1904) • d'Allonville, Jacques (França, 1671 - 1732) • Almgren, Jr., Frederick J. (EUA, 1933 - 1997) • Alon, Noga (Israel, 1956 - ) • Alperin, Jonathan Lazare (EUA, 1937 - ) • Alpert, Bradley (?, ? - ) • Alt, Franz (Áustria/EUA, 1910 - ) • Altman, Doug (Inglaterra, 1948 - ) • Altschul, Stephen (EUA, 1957 - ) • Alvord, Benjamin (EUA, 1813 - 1884) • Ambrose, Warren (EUA, 1914 - 1996) • Ambrosio, Luigi (Itália, 1963 - ) • Ambschel, Anton (Eslovênia, 1746 - 1821) • Amici, Giovanni Battista (Itália, 1786 - 1863) • Amitsur, Shimshon (Israel, 1921 - 1994) • Amma, T.A. Sarasvati (Índia, ? - ) • Ammann, Robert (EUA, 1946 - 1994) • Amoroso, Luigi (Itália, 1886 - 1965) • Ampère, André-Marie, (França, 1775 - 1836) • Amringe, John Howard Van (EUA, 1836 - 1915) Ams • Amsler-Laffon, Jakob (Suíça, 1823 - 1912) • Amur, K. S. (?, 1934 - ) • Anaxágoras de Clazômenas (Grécia Antiga, 500s AC - 428 AC) • AAnaxímenes de Mileto (Grécia Antiga, 585 AC - 525 AC) • Anđelić, Tatomir (Sérvia, 1903 - 1993) • Anderson, Alexander (Escócia, 1580s - 1620) • Anderson, George (Inglaterra, ? - ) • Anderson, John Robert (?, 1947 - ) • Anderson, Michael (?, 1950 - ) • Anderson, Oskar (Alemanha/Rússia, 1887 - 1960) • Anderson, Richard Davis (EUA, 1922 - 2008) • Anderson, Robert (Inglaterra, ? - ) • Anderson, Theodore Wilbur (EUA, ? - ) • André, Yves Marie (?, 1675 - 1764) • Andreescu, Titu (România/EUA, 1956 - ) • Andreev, Konstantin (Rússia/URSS, 1848 - 1921) • Andreini, Alfredo (?, 1870 - 1943) • Andrew, Henry Martyn (?, 1846 - 1888) • Andrews, Annie Dale Biddle (?, 1885 - 1940) • Andrews, Ben (?, ? - ) • Andrews, George (EUA, 1938 - ) • Andrews, Peter B. (EUA, 1937 - ) • Andrunakievich, Vladimir (Moldávia/URSS, 1917 - 1979) • Anger, Carl Theodor (Alemanha, 1803 - 1858) • Ankeny, Nesmith (EUA, 1927 - 1993) • Anosov, Dmitri (Rússia/URSS, 1936 - ) • Anscombe, Francis (Inglaterra, 1918 - 2001) • Anselin, Luc (Bélgica, ? - ) • Ansoff, Igor (EUA, 1918 - 2002) • Antêmio de Trales (Grécia Antiga, 474 - 534) • Antifonte de Atenas (Grécia Antiga, 480 AC - 411 AC) • Antoine, Louis (França, 1888 - 1971) • Antonelli, Giovanni (Itália, 1818 - 1872) Ape • Apéry, Roger (França/Grécia, 1916 - 1994) • Apfelbacher, Karl (Alemanha, ? - ) • Apian, Philipp (Alemanha, 1531 - 1589) • Apianus, Petrus (Alemanha, 1495 - 1552) • Apolônio de Pérgamo (Grécia Antiga, 262 AC - 190 AC) • Apostol, Tom M. (EUA/Grécia, 1923 - ) • Appel, Kenneth (EUA, 1932 - ) • Appell, Paul Émile (França, 1855 - 1930) • Arad, Zvi (Israel, 1942 - ) • Arago, François Jean Dominique (França, 1786 - 1853) • Arakelov, Suren (URSS, 1947 - ) • Arbarello, Enrico (Itália, ? - ) • Arbogast, Louis François Antoine (França, 1759 - 1803) • Arbuthnot, John (Inglaterra, 1667 - 1735) • Arquimedes (Grécia Antiga/Sicília, 287 AC - 212 AC) • Arquitas de Tarento (Grécia Antiga, 428 BC - 347 BC) • D'Arcy, Count Patrick (Irlanda, 1725 - 1779) • Arens, Richard Friederich (EUA, 1919 - 2000) • Arenstorf, Richard (EUA, ? - ) • Arf, Cahit (Turquia, 1910 - 1997) • Argand, Jean-Robert (França, 1768 - 1822) • Argoli, Andrea (Itália, 1570 - 1657) • Aristarco de Samos (Grécia Antiga, 310 AC - 230 AC) • Aristóteles (Grécia Antiga, 384 AC - 322 AC) • Armero, Julio Garavito (Colômbia, 1865 - 1920) • Armitage, Peter (Inglaterra, 1924 - ) • Arnauld, Antoine (França, 1612 - 1694) • Arnold, Douglas N. (EUA, 1954 - ) • Arnold, Vladimir Igorevich (Rússia/URSS, 1937 - 2010) • Arocena, Rodrigo (Uruguai, 1947 - ) • Aronszajn, Nachman (Polônia, 1907 - 1980) Art • Arthur, James (EUA/Canadá, 1944 - ) • de Artiga, Francisco (Espanha, ? - 1711) • Artin, Emil (Áustria/EUA, 1898 - 1962) • Artin, Michael (EUA, 1934 - ) • Artom, Emilio (?, 1888 - 1952) • Arveson, William (EUA, 1934 - ) • Aryabhata I (Índia, 476 - 550) • Arzelà, Cesare (Itália, 1847 - 1912) • Aṣ-Ṣaidanānī (?, ? - ) • Aschbacher, Michael (EUA, 1944 - ) • Asclépios de Trales (Grécia Antiga, ? - ) • Ascoli, Giulio (Itália, 1843 - 1896) • Aşkar, Attila (Turquia, ? - ) • Askey, Richard (EUA, 1933 - ) • ibn Aslam, Abū Kāmil Shujā (Egito, 850 - 930) • Aslam, Chaudry Mohammad (Paquistão, 1900 - 1965) • Asprey, Winifred (?, 1917 - 2007) • Asser, Günter (Alemanha, ? - ) • Atanassov, Krassimir (Bulgária, 1954 - ) • Athey, Susan (EUA, 1970 - ) • Atiyah, Michael Francis (Inglaterra, 1929 - ) • Atkin, A. O. L. (EUA/Inglaterra, 1925 - 2008) • Atkinson, Henry (Inglaterra, 1781 - 1824) • Átalo de Rodes (Grécia Antiga, ? - ) • Atwood, George (Inglaterra, 1745 - 1807) • Aubert, Karl Egil (Noruega, 1924 - 1990) • Aubin, Thierry (França, 1942 - 2009) • Auerbach, Herman (Polônia, 1901 - 1942) • Augenstein, Bruno (Alemanha, 1923 - 2005) • Aumann, Israel Robert John (Israel, 1930 - ) Aus • Auslander, Louis (?, 1928 - 1997) • Austin, James Murdoch (EUA, 1915 - 2000) • Austin, Oscar Phelps (EUA, 1848 - 1933) • Autólico de Pitane (Grécia Antiga, 360 BC - 290 BC) • Ávila, Artur (Brasil, 1979 - ) • Avis, David (Inglaterra, 1951 - ) • Ax, James (EUA, 1937 - 2006) • Axelrod, Robert (EUA, 1943 - ) • Ayres, Leonard Porter (EUA, 1879 - 1946) • Ayrton, Hertha Marks (Inglaterra, 1854 - 1923) • Ayyangar, A. A. Krishnaswami (Índia, 1892 - 1953) • Azuma, Kazuoki (Japão, ? - ) • Azumaya, Goro (Japão, 1920 - ) A • A., Choudum S. (Índia, 1947 - ) • Aaboe, Asger (?, 1922 - 2007) • Aalen, Odd (Noruega, 1947 - ) • Aanderaa, Stål (Noruega, 1931 - ) • Abakanowicz, Bruno (Rússia/Polônia/Lituânia, 1852 - 1900) • Abel, Niels Henrik (Noruega, 1802 - 1829) • Abelson, Harold (EUA, ? - ) • Abercrombie, Alexander (Inglaterra, 1949 - ) • al-Abharī, Athīr al-Dīn (Pérsia, 1200 - 1265) • Abhyankar, S. S. (Índia/EUA, 1930 - ) • Abian, Alexander (EUA, 1923 - 1999) • Ablowitz, Mark J. (?, ? - ) • Abraham, Ralph (USA, 1936 - ) • Abrahams, David (Inglaterra, 1958 - ) • D'Abramo, Germano (Itália, 1973 - ) • Abramowicz, Kazimierz (Polônia, 1889 - 1936) • Abramowitz, Milton (EUA, 1915 - 1958) • Abubakar, Abdusalam (Irlanda, ? - ) • Abubakar, Iya (Nigéria, 1934 - ) • Aced, Rafael Mercado (?, ? - ) • Achenwall, Gottfried (Alemanha, 1719 - 1772) • Ackerman, Nate (EUA, 1978 - ) • Ackermann, Wilhelm (Alemanha, 1896 - 1962) • Ackermans, Stan (Países Baixos, 1936 - 1995) • Aczel, Amir (Israel, 1950 - ) • Aczél, János (Canadá/Hungria, 1924 - ) • Aczel, Peter (Inglaterra, ? - ) • Adair, John (Escócia, 1650s - 1722) • Adalbold II of Utrecht (Países Baixos, ? - 1026) • Adam, Jehan (França, ? - ) • Adams, Colin (EUA, 1956 - ) • Adams, Jeffrey (EUA, 1955 - ) • Adams, John Couch (Inglaterra, 1819 - 1892) • Adams, John Frank (Inglaterra, 1930 - 1989) • Adams, Karl (Suíça, 1811 - 1849) • Adamyan, Vadym (Ucrânia/URSS, 1938 - ) Ade • Adelard of Bath (?, 1080s - 1150s) • Adelbulner, Michael (Alemanha, 1702 - 1779) • Adelson-Velsky, Georgy Maximovich (Rússia/URSS, 1922 - ) • Adelstein, Abraham Manie (Inglaterra/África do Sul, 1916 - 1992) • Ádem, José (México, 1921 - 1991) • Adhemar, Joseph Alphonse (França, 1797 - 1862) • Adian, Sergei (Armênia/Rússia/URSS, 1931 - ) • Adler, August (República Tcheca/Áustria, 1863 - 1923) • Adler, Irving (EUA, 1913 - ) • Adler, Mark (EUA, 1959 - ) • Adomian, George (EUA, 1922 - 1996) • Adrain, Robert (Irlanda/EUA, 1775 - 1843) • Adrastus of Cyzicus (?, ? - ) • Adriaanszoon, Adriaan (Países Baixos, 1571 - 1635) • Afanasyeva, Tatyana Alexeyevna (Rússia, 1876 - 1964) • ibn Aflah, Jabir (Arábia, 1100 - 1150) • Afraimovich, Valentin (Rússia/URSS, 1945 - ) • Agnesi, Maria Gaetana (Itália, 1718 - 1799) • Agrawal, Manindra (Índia, 1966 - ) • Agrest, Matest M. (Rússia, 1915 - 2005) • Agrippa, Camillo (Itália, ? - ) • d'Aguilon, François (Bélgica, 1567 - 1617) • Aharoni, Ron (Israel, ? - ) • Ahlfors, Lars Valerian (Finlândia, 1907 - 1996) • Ahlgren, Paco (EUA, 1968 - ) • Ahlswede, Rudolf (Alemanha, 1938 - ) • ibn Ahmad al-Nasawī, Alī (Pérsia, 1010s - 1070s) • Ahmed, Ziauddin (Índia/Paquistão, 1878 - 1947) • Ahmes (Egito, 1680 BC - 1620 BC) • Ahsan, Riaz (Paquistão, 1951 - 2008) Aig • Aigner, Martin (Áustria, 1942 - ) • Aitchison, John (Escócia, 1926 - ) • Aitken, Alexander Craig (Inglaterra/Nova Zelândia, 1895 - 1967) • Aiyer, V. Ramaswamy (Índia, ? - ) • Aizenman, Michael (?, ? - ) • Ajdukiewicz, Kazimierz (Polônia, 1890 - 1963) • Ajtai, Miklós (Hungria, 1946 - ) • Akaike, Hirotugu (Japão, 1927 - 2009) • Akansu, Ali (Turquia/EUA, ? - ) • Akbulut, Selman (Turquia, ? - ) • Akhiezer, Naum (Bielorrússia/URSS, 1901 - 1980) • Akiba, Tadatoshi (Japão, 1942 - ) • Alaoglu, Leonidas (EUA/Canadá/Grécia, 1914 - 1981) • Alavi, Yousef (EUA/Paquistão, ? - ) • Albanese, Giacomo (Itália, 1890 - 1948) • Alben, Silas D. (?, ? - ) • Albert, Abraham Adrian (EUA, 1905 - 1972) • Albert, Michael H. (Canadá, 1962 - ) • Albeverio, Sergio (Suíça, 1939 - ) • Alcan, Félix (França, 1841 - 1925) • Alder, Mike (Austrália, ? - ) • Aldous, David (?, ? - ) • Alele-Williams, Grace (Nigéria, 1932 - ) • d'Alembert, Jean le Rond (França, 1717 - 1783) • Alexander of Villedieu (?, 1175 - 1240) • Alexander, Archie (?, ? - ) • Alexander, Conel Hugh O'Donel (Inglaterra, 1909 - 1974) • Alexander, Stephen (?, 1806 - 1883) • Alexandrov, Aleksandr Danilovich (Rússia/URSS, 1912 - 1999) • Alexandrov, Pavel (Rússia/URSS, 1896 - 1982) • Alexiewicz, Andrzej (Polônia, 1917 - 1995) Alf • Alford, W. R. (Red) (EUA, 1937 - 2003) • Alhazen (Arábia/Pérsia/Iraque, 965 - 1039) • ibn Alī al-Qalasādī, Abū al-Hasan (Arábia, 1412 - 1486) • Ali, Mir Masoom (EUA, 1937 - ) • Aliprantis, Charalambos D. (EUA/Grécia, 1946 - 2009) • Allan, Graham Robert (Inglaterra, 1936 - 2007) • Allé, Moritz (República Tcheca, 1837 - 1913) • Allen, Roy George Douglas (Inglaterra, 1906 - 1983) • Allen, Thomas (Inglaterra, 1542 - 1632) • Allendoerfer, Carl B. (EUA, 1911 - 1974) • Allman, George Johnston (Inglaterra, 1824 - 1904) • d'Allonville, Jacques (França, 1671 - 1732) • Almgren, Jr., Frederick J. (EUA, 1933 - 1997) • Alon, Noga (Israel, 1956 - ) • Alperin, Jonathan Lazare (EUA, 1937 - ) • Alpert, Bradley (?, ? - ) • Alt, Franz (Áustria/EUA, 1910 - ) • Altman, Doug (Inglaterra, 1948 - ) • Altschul, Stephen (EUA, 1957 - ) • Alvord, Benjamin (EUA, 1813 - 1884) • Ambrose, Warren (EUA, 1914 - 1996) • Ambrosio, Luigi (Itália, 1963 - ) • Ambschel, Anton (Eslovênia, 1746 - 1821) • Amici, Giovanni Battista (Itália, 1786 - 1863) • Amitsur, Shimshon (Israel, 1921 - 1994) • Amma, T.A. Sarasvati (Índia, ? - ) • Ammann, Robert (EUA, 1946 - 1994) • Amoroso, Luigi (Itália, 1886 - 1965) • Ampère, André-Marie, (França, 1775 - 1836) • Amringe, John Howard Van (EUA, 1836 - 1915) Ams • Amsler-Laffon, Jakob (Suíça, 1823 - 1912) • Amur, K. S. (?, 1934 - ) • Anaxágoras de Clazômenas (Grécia Antiga, 500s AC - 428 AC) • AAnaxímenes de Mileto (Grécia Antiga, 585 AC - 525 AC) • Anđelić, Tatomir (Sérvia, 1903 - 1993) • Anderson, Alexander (Escócia, 1580s - 1620) • Anderson, George (Inglaterra, ? - ) • Anderson, John Robert (?, 1947 - ) • Anderson, Michael (?, 1950 - ) • Anderson, Oskar (Alemanha/Rússia, 1887 - 1960) • Anderson, Richard Davis (EUA, 1922 - 2008) • Anderson, Robert (Inglaterra, ? - ) • Anderson, Theodore Wilbur (EUA, ? - ) • André, Yves Marie (?, 1675 - 1764) • Andreescu, Titu (România/EUA, 1956 - ) • Andreev, Konstantin (Rússia/URSS, 1848 - 1921) • Andreini, Alfredo (?, 1870 - 1943) • Andrew, Henry Martyn (?, 1846 - 1888) • Andrews, Annie Dale Biddle (?, 1885 - 1940) • Andrews, Ben (?, ? - ) • Andrews, George (EUA, 1938 - ) • Andrews, Peter B. (EUA, 1937 - ) • Andrunakievich, Vladimir (Moldávia/URSS, 1917 - 1979) • Anger, Carl Theodor (Alemanha, 1803 - 1858) • Ankeny, Nesmith (EUA, 1927 - 1993) • Anosov, Dmitri (Rússia/URSS, 1936 - ) • Anscombe, Francis (Inglaterra, 1918 - 2001) • Anselin, Luc (Bélgica, ? - ) • Ansoff, Igor (EUA, 1918 - 2002) • Antêmio de Trales (Grécia Antiga, 474 - 534) • Antifonte de Atenas (Grécia Antiga, 480 AC - 411 AC) • Antoine, Louis (França, 1888 - 1971) • Antonelli, Giovanni (Itália, 1818 - 1872) Ape • Apéry, Roger (França/Grécia, 1916 - 1994) • Apfelbacher, Karl (Alemanha, ? - ) • Apian, Philipp (Alemanha, 1531 - 1589) • Apianus, Petrus (Alemanha, 1495 - 1552) • Apolônio de Pérgamo (Grécia Antiga, 262 AC - 190 AC) • Apostol, Tom M. (EUA/Grécia, 1923 - ) • Appel, Kenneth (EUA, 1932 - ) • Appell, Paul Émile (França, 1855 - 1930) • Arad, Zvi (Israel, 1942 - ) • Arago, François Jean Dominique (França, 1786 - 1853) • Arakelov, Suren (URSS, 1947 - ) • Arbarello, Enrico (Itália, ? - ) • Arbogast, Louis François Antoine (França, 1759 - 1803) • Arbuthnot, John (Inglaterra, 1667 - 1735) • Arquimedes (Grécia Antiga/Sicília, 287 AC - 212 AC) • Arquitas de Tarento (Grécia Antiga, 428 BC - 347 BC) • D'Arcy, Count Patrick (Irlanda, 1725 - 1779) • Arens, Richard Friederich (EUA, 1919 - 2000) • Arenstorf, Richard (EUA, ? - ) • Arf, Cahit (Turquia, 1910 - 1997) • Argand, Jean-Robert (França, 1768 - 1822) • Argoli, Andrea (Itália, 1570 - 1657) • Aristarco de Samos (Grécia Antiga, 310 AC - 230 AC) • Aristóteles (Grécia Antiga, 384 AC - 322 AC) • Armero, Julio Garavito (Colômbia, 1865 - 1920) • Armitage, Peter (Inglaterra, 1924 - ) • Arnauld, Antoine (França, 1612 - 1694) • Arnold, Douglas N. (EUA, 1954 - ) • Arnold, Vladimir Igorevich (Rússia/URSS, 1937 - 2010) • Arocena, Rodrigo (Uruguai, 1947 - ) • Aronszajn, Nachman (Polônia, 1907 - 1980) Art • Arthur, James (EUA/Canadá, 1944 - ) • de Artiga, Francisco (Espanha, ? - 1711) • Artin, Emil (Áustria/EUA, 1898 - 1962) • Artin, Michael (EUA, 1934 - ) • Artom, Emilio (?, 1888 - 1952) • Arveson, William (EUA, 1934 - ) • Aryabhata I (Índia, 476 - 550) • Arzelà, Cesare (Itália, 1847 - 1912) • Aṣ-Ṣaidanānī (?, ? - ) • Aschbacher, Michael (EUA, 1944 - ) • Asclépios de Trales (Grécia Antiga, ? - ) • Ascoli, Giulio (Itália, 1843 - 1896) • Aşkar, Attila (Turquia, ? - ) • Askey, Richard (EUA, 1933 - ) • ibn Aslam, Abū Kāmil Shujā (Egito, 850 - 930) • Aslam, Chaudry Mohammad (Paquistão, 1900 - 1965) • Asprey, Winifred (?, 1917 - 2007) • Asser, Günter (Alemanha, ? - ) • Atanassov, Krassimir (Bulgária, 1954 - ) • Athey, Susan (EUA, 1970 - ) • Atiyah, Michael Francis (Inglaterra, 1929 - ) • Atkin, A. O. L. (EUA/Inglaterra, 1925 - 2008) • Atkinson, Henry (Inglaterra, 1781 - 1824) • Átalo de Rodes (Grécia Antiga, ? - ) • Atwood, George (Inglaterra, 1745 - 1807) • Aubert, Karl Egil (Noruega, 1924 - 1990) • Aubin, Thierry (França, 1942 - 2009) • Auerbach, Herman (Polônia, 1901 - 1942) • Augenstein, Bruno (Alemanha, 1923 - 2005) • Aumann, Israel Robert John (Israel, 1930 - ) Aus • Auslander, Louis (?, 1928 - 1997) • Austin, James Murdoch (EUA, 1915 - 2000) • Austin, Oscar Phelps (EUA, 1848 - 1933) • Autólico de Pitane (Grécia Antiga, 360 BC - 290 BC) • Ávila, Artur (Brasil, 1979 - ) • Avis, David (Inglaterra, 1951 - ) • Ax, James (EUA, 1937 - 2006) • Axelrod, Robert (EUA, 1943 - ) • Ayres, Leonard Porter (EUA, 1879 - 1946) • Ayrton, Hertha Marks (Inglaterra, 1854 - 1923) • Ayyangar, A. A. Krishnaswami (Índia, 1892 - 1953) • Azuma, Kazuoki (Japão, ? - ) • Azumaya, Goro (Japão, 1920 - )   Lista dos Físicos mais importantes do mundo: • Alan J. Heeger (1936 – ) • Alan Lightman (1948 – ) • Albert Einstein (1879 – 1955) • Alhazen (965 – 1039) • Anders Jonas Angstrom (1814 – 1874) • Antoine Henri Becquerel (1852 – 1908) • Alessandro Giuseppe Antonio Anastasio Volta (1745 – 1827) B • Blaise Pascal (1623 – 1662) • Benjamin Franklin (1706 – 1790) • Bruno Pontecorvo (1913 – 1993) • Bruno Rossi (1905 – 1993) C • Carl David Anderson (1905 – 1991) • Carl Edward Sagan (1934 – 1996) • Cesare Mansueto Giulio Lattes (1924 – 2005) • Gustave-Gaspard Coriolis (1792 – 1843) • Charles de Coulomb (1736 – 1806) • Constance Charlotte Dilworth (1924 – 2005) D • David Bohm (1917 – 1992) E • Edme Mariotte (1620 – 1684) • Eliyahu M. Goldratt (1948 – ) • Ernest Rutherford (1871 – 1937) • Ernst Mach (1838 – 1916) • Erwin Schrödinger (1887 – 1961) F • Francis William Aston (1877 – 1945) • Fritjof Capra (1939 – ) • Frédéric Joliot (1900 – 1958) G • Galileu Galilei (1564 – 1642) • Giuseppe Occhialini (1907 – 1993) • George Gabriel Stokes (1819 – 1903) • Georg Simon Ohm (1789 – 1854) • Gottfried Münzenberg (1940 – 1976) • Gustav Kirchhoff (1824 – 1887) • Gustav Ludwig Hertz (1887 – 1975) H • Hans Christian Ørsted (1777 – 1851) • Hans Geiger (1882 – 1945) • Heinrich Hertz (1857 – 1894) • Hendrik Lorentz (1853 – 1928) • Hideki Yukawa (1907 – 1981) • Henry Cavendish (1731 – 1810) I • Irène Joliot-Curie (1897 – 1956) • Isaac Newton (1643 – 1727) J • Jean Bernard Léon Foucault (1819 – 1868) • Jean Charles Athanase Peltier (1785 – 1845) • Jean-Marc Lévy-Leblond (1940 – ) • James Chadwick (1891 – 1974) • James Clerk Maxwell (1831 – 1879) • James Prescott Joule (1818 – 1889) • Jean-Baptiste Joseph Fourier (1768 – 1830) • Johannes Kepler (1571 – 1630) • John Ambrose Fleming (1849 – 1945) • Joseph Black (1728 – 1799) • Joseph Henry (1797 – 1878) • Joseph John Thomson (1856 – 1940) • Jun Kondo (1936 – ) • Julius Robert Oppenheimer (1904 – 1967) L • Lars Onsager (1903 – 1976) • Leonardo Da Vinci (1452 – 1519) • Leonhard Euler (1707 – 1783) • Lev Landau (1908 – 1968) • Lisa Randall (1962 - ) • Lise Meitner (1968 – 1878) • Louis de Broglie (1892 – 1987) • Ludwig Boltzmann (1844 – 1906) • Luiz Pinguelli Rosa (1942 - ) M • Marcelo Gleiser (1959 – ) • Marie Curie (1867 – 1934) • Mário Schenberg (1914 – 1990) • Max Born (1882 – 1970) • Max Planck (1858 – 1947) • Max von Laue (1879 – 1960) • Michael Faraday (1791 – 1867) • Mikhail Lomonosov (1711 – 1765) • Murray Gell-Mann (1929 – ) N • Niels Bohr (1885 – 1962) • Nikola Tesla (1856 – 1943) • Nicolau Copérnico (1473 – 1543) O • Owen Chamberlain (1920 – ) P • Paul Adrien Maurice Dirac (1902 – 1984) • Petrus Josephus Wilhelmus Debye (1884 – 1966) • Philip Warren Anderson (1923 – ) • Pierre Curie (1859 – 1906) • Paul Scherrer (1890 – 1969) R • Richard Feynman (1918 – 1988) • Robert Grosseteste (1175 – 1253) • Roger Bacon (1214 – 1292) S • Stephen Hawking (1942 – ) • Steven Weinberg (1933 – ) • Sheldon Lee Glashow (1932 – ) T • Thomas Young (1773 – 1829) V • Val Logsdon Fitch (1923 – ) • Victor Franz Hess (1883 – 1964) W • Walther Müller (1905 – 1979) • Wilhelm Conrad Röntgen (1845 – 1923) • Walter Gilbert (1932 – ) • Werner Karl Heisenberg (1901 – 1976) • William Crookes (1832 – 1919) • William Rowan Hamilton (1805 – 1865) • William de Ockham (1285 – 1349) • Wolfgang Ketterle (1957 – ) Mulheres físicas importantes no mundo A • Fay Ajzenberg-Selove (1926–2012) • Gisela Anton (* 1955) • Elena Aprile (* 1954) • Engin Arık (1948–2007) • Hertha Marks Ayrton (1854–1923), Plasmaphysik am Lichtbogen, Rippelmarken Laura Bassi B • Milla Baldo Ceolin (1924–2011), experimentelle Teilchenphysik, Prof. in Padua • Laura Bassi (1711–1778) • Katrin Becker (* 1967) • Melanie Becker (* 1966) • Marietta Blau (1894–1970) • Katherine Blodgett (1898–1979) • Elizabeth Monroe Boggs (1913–1996), sie veröffentlichte als Elizabeth Monroe oder E. M. Boggs, Physikalische Chemie • Katharina Boll-Dornberger (1909–1981) • Christiane Bonnelle, Prof. Universität Paris VI, Röntgen-Spektroskopie • Marie-Anne Bouchiat (* 1934) • Jenny Bramley (1909–1997), unter anderem Prof. an der University of Oregon, Optik, Atom- und Molekülphysik • Catherine Bréchignac (* 1946) • Françoise Brochard-Wyart (* 1944), Institut Curie in Paris, weiche Materie, promovierte bei Pierre-Gilles de Gennes, Prix Jean Ricard 1998. • Harriet Brooks (1876–1933) • Dagmar Bruß (* 1963), Prof. in Düsseldorf, Quanteninformatik • Silke Bühler-Paschen (* 1967) • Margaret Burbidge (* 1919) Émilie du Châtelet Marie Curie (1920) C • Élisabeth Charlaix, seit 1997 Prof. an der Universität Claude-Bernard in Lyon und seit 2010 in Grenoble, Nanofluidik und Kräfte Flüssigkeit-Wand, 2006 Prix Jean Ricard • Yvette Cauchois (1908–1999), chemische Physik, Atomphysik, Röntgenkristallographie, Prof. an der Universität Paris VI • Margaret Cavendish (1623–1673), Herzogin von Newcastle • Renate Chasman (1932–1977, geborene Wiener), Beschleunigerphysik, Brookhaven National Laboratory • Émilie du Châtelet (1706–1749) • Yvonne Choquet-Bruhat (* 1923) • Mildred Cohn (1913–2009) • Janine Connes (geb. Roux), Orsay, Fouriertransform-Spektroskopie • Janet Conrad (* 1963), Columbia University, Neutrinophysik • Anne Conway (1631–1679) • Esther M. Conwell (* 1922), University of Rochester, Festkörperphysik, National Medal of Science 20091 • Erika Cremer (1900–1996) • Marie Curie (1867–1934), Nobel de Física 1903, Nobel de Química 1911, internationaler Radiumstandard "Curie", Radiologin im Ersten Weltkrieg D • Cornelia Denz (* 1963) • Cécile DeWitt-Morette (* 1922) • Constance Dilworth (1924–2004), Elementarteilchenphysik, Astrophysik, Prof. in Mailand, mit Giuseppe Occhialini verheiratet. • Bianca Dittrich, Quantengravitation, Perimeter Institute und vorher MPI Gravitationsphysik Golm • Athene Donald (* 1953), Medalha Mott • Klara Döpel (geb. Mannß, 1900–1945, siehe Robert Döpel) • Louise Dolan (* 1950), theoretische Physik, Maria Goeppert-Mayer Award 1987, Prof. an der University of North Carolina • Nancy Dowdy (* 1938), Kernphysik, ehemals Argonne National Lab und Universität Chicago, wesentlich beim Start Abkommen 1991 beteiligt, Abrüstungsexpertin • Persis Drell (* 1955) • Mildred Dresselhaus (* 1930) • Barbara Drossel (* 1963), Prof. TU Darmstadt, statistische Physik2 Tatjana Ehrenfest (um 1910) E • Helen Edwards (* 1936), Beschleunigerphysik • Tatjana Ehrenfest-Afanassjewa (1876–1964) • Magda Ericson (* 1929), Prof. in Lyon, Kernphysik F • Glennys Farrar, theoretische Teilchenphysik, promovierte 1971 in Princeton, Prof. an der New York University • Sylvia Fedoruk (1927–2012) • Rosalind Franklin (1920–1958), Biophysik • Ursula Franklin (* 1921) • Phyllis Freier (1921–1992), Prof. University of Minnesota, Kosmische Strahlung Fabiola Gianotti (2009) G • Mary Gaillard (* 1939) • Fanny Gates (1872–1931), Schülerin von Rutherford, Radioaktivität • Ilse Gebeshuber (* 1969), Nanotechnik, Universität Malaysia, vorher Wien • Gillian Gehring (* 1941), Medalha Mott • Elisabeth Giacobino, französische Experimentalphysikerin, Labor Kastler-Brossel, Paris, Forschungsdirektorin der CNRS, Laserspektroskopie (seit 1970er Jahren), nichtlineare Optik, Quanteninformationstheorie, 2010 Prix Félix Robin • Fabiola Gianotti (* 1962), CERN, ab 2009 Sprecherin der ATLAS Kollaboration • Ellen Gleditsch (1879–1968), Schülerin von Marie Curie, Prof. für Chemie in Oslo, Messungen radioaktiver Zerfälle • Maria Goeppert-Mayer (1906–1972), Nobel de Física 1963 • Gertrude Goldhaber (Gertrude Scharff-Goldhaber, 1911–1998) • Sulamith Goldhaber (1923–1965), experimentelle Teilchenphysik, Lawrence Radiation Laboratory • Sibylle Günter (* 1964) Anne L’Huillier (2012) H • Hilda Hänchen, Hilda Lindberg-Hänchen bzw. Hilda Lindberg (* 1919), Goos-Hänchen-Effekt mit Fritz Goos • Gail G. Hanson (* 1947), Panofsky-Preis • Lene Hau (* 1959) • Isolde Hausser (1889–1951) • Martina Havenith-Neven (* 1963), Univ. Bochum, Molekülphysik, Human Frontier Science Award2 • Evans Hayward (* 1922), Kernphysik, lange am National Institute of Standards • Martina Hentschel (* 1971), Hertha-Sponer-Preis 2011 • Lieselott Herforth (1916–2010) • Grete Hermann (1901–1984) • Joan Hinton (1921–2010) • Dorothy Hodgkin (1910–1994) • Anne L’Huillier (* 1958), Atomphysik, Professur in Lund, Julius-Springer-Preis 2003 J • Cecilia Jarlskog (* 1941) • Bertha Swirles Jeffreys (Bertha Swirles, 1903–1999), verheiratet mit Harold Jeffreys, Cambridge, Quantentheorie • Deborah Jin (* 1968) • Irène Joliot-Curie (1897–1956), Nobel de Química 1935 Hedwig Kohn (1912) K • Renata Ernestowna Kallosch (* 1943) • Berta Karlik (1904–1990) • Bruria Kaufman (1918–2010) • Ursula Keller (* 1959) • Olga Kocharovskaya (* 1956), Texas A & M University, Quantenoptik, Willis-E.-Lamb-Preis • Hedwig Kohn (1887–1964), Spektroskopie3 • Corinna Kollath (* 1976), Hertha-Sponer-Preis • Noemie Benczer Koller (* 1933), Kernphysik, Prof. an der Rutgers University • Doris Kuhlmann-Wilsdorf (* 1922), Materialwissenschaften, Prof. University of Virginia, promovierte in Göttingen • Jutta Kunz (* 1955), Gravitationsphysik, Prof. in Oldenburg2 L • Marianne Lambert, emeritierte Prof. für Festkörperphysik an der Universität Paris-Süd, Prix Félix Robin 1981 • Dominique Langevin (* 1947), Gentner-Kastler-Preis • Gerda Laski (1893–1928) • Juliet Lee-Franzini (* 1933), Prof. an der SUNY, New York, experimentelle Teilchenphysik • Liliane Leger-Quercy, Prof. Universität Paris-Süd, Polymere an Kontaktflächen, Reibung, Adhäsion, 2004 Prix Félix Robin • Inge Lehmann (1888–1993), Geophysik • Michal Lipson (* 1970), MacArthur Fellow • Liu Na (* 1979), Hertha-Sponer-Preis • Renate Loll (* 1962) • Kathleen Lonsdale (1903–1971) • Martha Lux-Steiner (* 1950), FU Berlin und Hahn-Meitner-Institut, Solarenergie2 Lise Meitner (ca. 1946) M • Margaret Eliza Maltby (1860–1944) • Mileva Marić (1875–1948) • Nergis Mavalvala (* 1968) • Marcia McNutt (* 1952) • Helen Megaw (1907–2002), Kristallographie, Universität Cambridge • Lise Meitner (1878–1968) • Lucie Mensing (* 1902), frühe Arbeiten zur Quantenmechanik • Luise Meyer-Schützmeister (1915–1981), promovierte in Berlin, Argonne National Laboratory, experimentelle Kernphysik, Beteiligung an unabhängiger Bestätigung des Mössbauereffekts 1959 • Karina Morgenstern (* 1968), Hertha-Sponer-Preis • Margaret Murnane (* 1959), Arthur Schawlow Preis 2010 Ida Noddack N • Chiara Nappi (* 1948), Prof. in Princeton, Quantenfeldtheorie, Stringtheorie, mit Edward Witten verheiratet • Elsa Neumann (1872–1902) • Gertrude Neumark (1927–2010) • Ida Noddack (1896–1978) P • Felicitas Pauss (* 1951) • Marguerite Perey (1909–1975) • Melba Phillips (1907–2004) • Agnes Pockels (1862–1935) • Annemarie Pucci (* 1954), Prof. am Kirchhoff-Institut, Heidelberg, Oberflächenphysik, dünne Filme2 Q • Susanne Quabis (* 1966), MPI für Optik Erlangen, Nanophotonik2 • Helen Quinn (* 1943) R • Lisa Randall (* 1962) • Heidi Reinholz (* 1959) • Heike Riel (* 1971) • Sylvie Roke (* 1977), Hertha-Sponer-Preis • Ilse Rosenthal-Schneider (1891–1990) • Hildegard Rothe-Ille (1899–1942) • Olga Georgievna Ryazhskaya, Institut für Kernforschung (INR) der Russischen Akademie der Wissenschaften (deren korrespondierendes Mitglied sie ist), Markow-Preis 2007, Neutrinodetektoren S Lisa Randall • Irene Sänger-Bredt (1911–1983) • Myriam Sarachik (* 1933), Prof. City College of New York, Festkörperphysik, 2005 Oliver E. Buckley Condensed Matter Prize • Elke Scheer (* 1965), Prof. in Konstanz, Festkörperphysik, Gustav-Hertz-Preis2 • Ilme Schlichting (* 1960) • Inge Schmitz-Feuerhake (* 1935) • Petra Schwille (* 1968) • Bice Sechi-Zorn (1928–1984), experimentelle Teilchenphysik, Prof. University of Maryland • Franziska Seidl (1892–1983) • Johanna Levelt Sengers (* 1929), National Institute of Standards, Verhalten von Flüssigkeiten am kritischen Punkt • Ekaterina Shamonina (* 1970), Hertha-Sponer-Preis • Christine Silberhorn (* 1974), Gottfried-Wilhelm-Leibniz-Preis 2011, Heinz Maier-Leibnitz-Preis 2008, Hertha-Sponer-Preis 2007 • Eva Silverstein (* 1970), Stringtheorie • Clara von Simson (1897–1983) • Sylvia Speller (* 1967) • Hertha Sponer (1895–1968) • Johanna Stachel (* 1954) T • Kerstin Tackmann (* 1978) • Marie-Antoinette Tonnelat (1912-1980) • Eleonore Trefftz (* 1920) V • Elena Vedmedenko (* 1962), Hertha-Sponer-Preis • Viola Vogel (* 1959), Julius Springer Preis 2006 Katrin Wendland (2010) W • Hertha Wambacher (1903–1950) • Katharine Way (1903–1995), Direktorin des Oak Ridge Lab und Prof. an der Duke University, Kernphysik • Katrin Wendland (* 1970) • Myrjam Winning (geb. Diehl, * 1970), Hertha-Sponer-Preis • Leona Woods (1919–1986) • Chien-Shiung Wu (1912–1997) Rosalyn Sussman Yalow (1977) Y • Rosalyn Sussman Yalow (1921–2011), Nobel de Fisiologia ou Medicina 1977 Z • Margit Zacharias (* 1957), Prof. am IMTEK in Freiburg, Nanodrähte2 • Xiaowei Zhuang (* 1972), Max Delbruck Prize 2010 • Christiane Ziegler (* 1964), Prof. Uni Kaiserslautern, Oberflächenphysik2 • Annette Zippelius (* 1949) Historiadoras da física • Marie Boas Hall (1919–2009) • Nina Byers (* 1930), emeritierte Prof. für Physik an der UCLA, theoretische Physik, Physikgeschichte • Hertha von Dechend (1915–2001) • Kristine Meyer (1861–1941), dänische Wissenschaftshistorikerin, zum Beispiel Temperaturkonzept, Örsted, Ole Römer, sie war Physiklehrerin und Herausgeberin der Fysisk Tidsskrift • Maria Luisa Righini-Bonelli (1917–1981) • Daniela Wuensch (* 1960)   Lista dos astrofísicos e astrônomos mais importantes do mundo: A • Albert Einstein - (1879 - 1955) Alemanha • Alexei Filippenko Estados Unidos B • Bart Bok - (1906 - 1983) - Países Baixos C • Camille Flammarion - (1842 - 1925) - França • Carl Sagan - (1934 - 1996) - Estados Unidos • Charles Messier - (1730 - 1817) - França • Christiaan Huygens - (1629 - 1695) - Países Baixos • Cláudio Ptolomeu D • Duília Fernandes de Mello - (1963 - ) Brasil E • Edwin Hubble - (1889 - 1953) Estados Unidos F G • Galileu Galilei - (1564 - 1642) - Itália • Georges Lemaître - (1894 - 1966) - Bélgica H • Hicetas - (c. século IV a.C.) • Hiparco - (190 - 126 a. C.) Bitínia, Roma Antiga I • Iosif Shklovsky - (1916 - 1985) - Império Russo J • Johannes Kepler - (1571 - 1630) - Sacro Império Romano-Germânico M • Marc Aaronson - (1950 - 1987) - Estados Unidos • Marcelo Gleiser Brasil • Max Tegmark • Maria Teresa Lago • Michio Kaku • Milton La Salle Humason (1891 - 1972) N • Neil deGrasse Tyson • Nicolas Louis de Lacaille • Nicolau Copérnico (1473 - 1543) - Polónia O • Olaüs Römer - (1644 - 1710) - Dinamarca1 P • Patrick Geryl • Percival Lowell • Petrus Plancius - (1552 - 1622) - Países Baixos • Ptolomeu R • Rômulo Argentieri • Rubens de Azevedo S • Stephen Hawking • Svante Arrhenius (1859 - 1927) T • Tsutomu Seki - (1930 - ) - Japão • Tycho Brahe U • Urbain Leverrier   Lista de grandes biólogos: A • Jean Louis Rodolphe Agassiz, (1807-1873), zoólogo suiço. • David Attenborough, (1926-), biólogo e antropólogo inglês. B • Joseph Banks, (1743-1820), botânico • Anton de Bary, (1831-1888), cirurgião, botânico, microbiólogo • Patrick Bateson, biólogo • Gaspard Bauhin, biólogo • Charles William Beebe, (1877-1962), biólogo • Günter Blobel, alemão, biólogo e Prémio Nobel • Stephen L. Buchmann C • Rachel Carson (1907-1964), bióloga, autora do livro Silent Spring (Primavera Silenciosa, no Brasil). • Min Chueh Chang (1908-1991), biólogo. • Jacques Cousteau (1910-1997), biólogo marinho e explorador francês. • Leon Croizat (1894-1982), biólogo italiano (botânico), fundador da panbiogeografia. D • Anders Dahl, (1751-1789) (origem do nome da Dália) • Richard Dawkins, (1941- ), inglês, biólogo • Max Delbrück, alemão, biólogo • Theodosius Dobzhansky, (1900-1975), biólogo • Charles Darwin, (1809-1882), inglês, biólogo (naturalista) E • Sylvia Earle, biólogo. • Christian Gottfried Ehrenberg, (1795-1876), alemão, biólogo. • Paul Ehrlich, (1854-1915), alemão, entomologista, Prémio Nobel. • Johann Friedrich von Eschscholtz, alemão, biólogo e explorador. F • Francismar Rodrigues da Silva, (1994-HOJE) [Anápolis-GO, Brazil], biológo • R. A. Fisher, (1890-1962), inglês, biólogo e estatístico, um dos fundadores da Genética populacional. • E.B. Ford (1901-1988) inglês, geneticista. • Dian Fossey, (1932-1985), zoólogo. • Elias Magnus Fries, (1794-1878), um dos fundadores da moderna taxonomia dos cogumelos. • Rosalind Franklin, (1920-1958), físico-química e cristalógrafa, contribuidora para o entendimento da estrutura do carvão e do grafite, para pesquisa da estrutura do ADN, e vírus. G • Johann Wolfgang von Goethe (1749-1832), (part-time) • Jane Goodall, (1934- ), zoólogo norte americano • Stephen Jay Gould (1941-2002), paleontólogo norte americano • Susan Greenfield (1950-), química, bióloga e neurocientista britânica. • Pavel Groselj, (1883-1940), biólogo e beletrista. • Gregor Johann Mendel (1822-1884), botânico. H • Ernst Haeckel (1834-1919), alemão, físico. • J. B. S. Haldane (1892-1964), biólogo. • William Donald Hamilton (1936-2000), inglês, biólogo. • Willi Hennig (1913-1976), alemão, biólogo, fundador da cladística. • Cleveland P. Hickman (1958-), biólogo, autor do livro Princípios Integrados de Zoologia. • Robert Hooke (1635-1703), inglês, biólogo citologista. • Sarah Blaffer Hrdy (1946-), biólogo antropóloga. • Thomas Henry Huxley (1825-1895), inglês, cientista. • Libbie Hyman (1888-1969), biólogo zoólogo. • Hermann von Ihering (1850–1930), biólogo naturalista alemão • Johann Karl Wilhelm Illiger (1775–1813), biólogo entomologista J • Wilhelm Johannsen, (1857-1927), criador do termo gene. • Antoine Laurent de Jussieu, (1748-1836), botânico, biólogo. • Ernest Everett Just, biólogo. • James Watson biólogo - Descobridor da dupla hélice. • Johanna Döbereiner, pioneira na Biologia do Solo. K • Motoderu Kamo. • Stuart Kauffman, biólogo. • Motoo Kimura, biólogo. • Alfred Kinsey, norte-americano, biólogo, pai da sexologia. • Bernhard Adalbert Emil Koehne, (1848-1918), alemão. • Robert Koch, (1843-1910), alemão, Prémio Nobel. • Hans Kornberg, britânico. L • Friedrich Loeffler, alemão, biólogo. • Jean-Baptiste Lamarck (1744-1829), criador do termo biologia. • Charles Alexander Lesueur, biólogo. • Richard Lewontin, biólogo. • Aristid Lindenmayer, biólogo. • Carolus Linnaeus. Freqüentemente considerado como fundador da sistemática e um dos pais da biologia moderna. • Konrad Lorenz (1903-1989), austríaco, fundador da etologia. • James E. Lovelock (1919- ), biólogo. • A. S. Loukashkin, biólogo. • Salvador Luria, microbiólogo. • Thiago Lotfi, estudante em biologia M • Marcello Malpighi (1628-1694), biólogo. • Lynn Margulis (1938-2011), bióloga. • Maud Leonora Menten (1879-1960), bióloga. • John Campbell Merriam (1869-1945), biólogo. • August Karl Arnold Michaelis (1847-1916), biólogo. • Leonor Michaelis (1875-1949), biólogo. • Rita Levi-Montalcini (1909-2012), bióloga. • Ernst Mayr (1904-2005), alemão, biólogo, trabalhou nos Estados Unidos. • Barbara McClintock (1902-1992), biólogo. • Gregor Mendel (1822-1884), descobriu a hereditariedade. • Luc Montagnier (1932-), francês, descobriu a síndrome da imuno-deficiência adquirida. • Thomas Hunt Morgan (1866-1945), biólogo. • Roger Morse (1927-2000), professor, investigador, autor sobre apicultura. • Desmond Morris (1928- ), britânico, biólogo. • Mauro Maciel Buarque (1947- ), brasileiro, biólogo. • Humberto Maturana (1928- ), biólogo chileno (Neurobiologia), um dos criadores da teoria da autopoiese e da Biologia do Conhecer. N • Gary Paul Nabhan, co-autor de "Forgotten Pollinators". • John Needham, biólogo. O • Aleksandr Oparin, (1894-1980), biólogo • Richard Owen, (1804-1892), biólogo P • Ronilson José da Paz (1965-), biólogo limnologista. • Christian Hendrik Persoon (1761-1836), biólogo. • Jean Piaget (1896-1980), biólogo epistemólogo. • Gregory Goodwin Pincus (1903-1967), biólogo farmacológico. Q • Jean Louis Armand de Quatrefages de Bréau (1810–1892), biólogo naturalista. • Jean René Constant Quoy (1790–1869), biólogo zoólogo. R • Richard Rasmussen (1970- ), biólogo naturalista. • Ana Sofia Reboleira (1980- ), especializada em Biologia subterrânea. • Sidarta Ribeiro (1971- ), neurobiólogo, especialista em estudos de sono e memória • Alfred Romer (1894-1973), especialista em paleotologia dos vertebrados. • Robert Rosen (1934-1998), biólogo teórico. S • Carl Sagan (1934-1996), norte-americano, astrônomo e biólogo. • Luiz Saldanha (1937-1997), português, biólogo marinho e oceanógrafo. • Theodor Schwann (1810-1882), alemão, fisiologista. • Matthias Jakob Schleiden (1804-1881), alemão, co-fundador da teoria celular. • Rupert Sheldrake (1942- ), biólogo. • Rolf Singer (1906-1994), alemão, micologista. • John Maynard Smith (1920-2004), biólogo. • Lazzaro Spallanzani (1729-1799), biólogo. • Roger W. Sperry (1913-1994), biólogo. • Edwin Southern (1938), biólogo e bioquímico. • Kaspar Maria von Sternberg (1761-1838), fundador da paleobotânica • Nettie Stevens (1861-1912), bióloga. T • Armen Takhtajan (1910-2009), biólogo botânico. • Theofrasto (372 a.C. - 287 a.C.), biólogo. • Robert Trivers (1943-), biólogo evolucionista. • Ruth Turner (1915-2000), pioneira da biologia marinha. U • Jakob von Uexküll (1864–1944), biólogo, fundou a biossemiótica V • Paulo Emílio Vanzolini (1924-2013), biólogo zoólogo e cantor brasileiro. • Francisco Varela (1946-2001), biólogo e filósofo chileno, um dos criadores da Teoria da Autopoiese e da Biologia do Conhecer. • John Craig Venter (Craig Venter) (1946-), biólogo bioquímico. W • James Watson (1928- ), biólogo, co-autor da descoberta da estrutura da molécula de ADN, Prémio Nobel. • Alfred Russel Wallace (1823-1913), inglês, naturalista e biólogo, co-autor da descoberta da teoria da evolução com Charles Darwin. • August Weismann (1834-1914), alemão, biólogo. • Edward Osborne Wilson (1929- ), biólogo entomologista. • Carl Woese (1928-2012), biólogo. • Sewall Wright (1889-1988), biólogo. X John Xantus de Vesey (1825–1894), biólogo zoólogo. Y William Yarrell (1784–1856), biólogo naturalista. Z Floyd Zaiger (1926-), biólogo geneticista de frutas. Eberhard August Wilhelm von Zimmermann (1743–1815), biólogo zoólogo. Karl Alfred von Zittel (1839–1904), biólogo palaeontologista. Joseph Gerhard Zuccarini (1797–1848), biólogo botânico.   As estratégias de sobrevivência das sociedades são classificadas em três hipóteses mais prováveis e lógicas: a) Migração; b) Adaptação ao meio ambiente; c) Adaptação do meio ambiente através de ação direta sobre ele nos meios macro e micro ambientes. Interessa a nós os dois últimos casos. Parece ser o caso (b) o caso daquelas comunidades, culturas e civilizações que se submetem às condições ambientais e apenas sobrevivem às condições sem fazerem esforço extremo apenas se valendo da fortuna e da tradição para sobreviverem sem muitas mudanças de hábitos ao londo das gerações, é o caso dos autóctones e nativos, em geral com um modo de vida bastante simples e com muitos hábitos esotéricos e diferenciados das outras civilizações. Não costumam inovar e refletirem sobre os seus hábitos seculares porque aquilo funciona a milhares de gerações e os únicos trabalhos destas culturas é preservá-la e ensinar às próximas gerações todos os procedimentos e hábitos seculares e lutarem para preservá-los sem fazer a autocrítica ou qualquer improvisação. O caso (c) é aquele que nos indica que as mudanças são uma constante para criar novas alternativas mais dinâmicas e eficazes de superar as limitações impostas pelo meio ambiente, modificando-o através da engenharia das construções, da medicina, da engenharia genética, da bioengenharia, da administração, das ciências básicas como a Matemática, Física, Química que através de seu conhecimento manipulam as forças e elementos naturais no sentido de ampliar as possibilidades de sobrevivência e ampliar o conforto de sobrevivência de modo a neutralizar e de superar as limitações impostas pelo clima severo. Para isso se descobriu que o conhecimento científico amplia muito mais as possibilidades de se domesticar a natureza do que a contemplação respeitosa, resignada, subordinada e religiosa dos povos tradicionais que se resignam a esperar que a natureza faça o seu trabalho periódico e imutável, ao contrário, o conhecimento científico da natureza é utilizado para compreendê-la e domesticá-la. Assim o trabalho braçal foi gradualmente estendido, substituído, superado e eliminado pelos povos pós-revolução industrial, deixando de ser penoso e exclusivamente dependente das forças humanas e animal, para ser extraído do trabalho escravo das máquinas a vapor, da eletricidade, dos computadores ao invés do trabalho escravo, libertando o ser humano de um sistema social injusto e perverso como foram a escravidão e como foi a servidão na Idade Média. A ciência trouxe junto a possibilidade de ampliar a produtividade da fabricação em quantidades inimagináveis de produtos que antes eram artesanais e exclusivos das classes econômicas privilegiadas, quebrou e derrubou os muros dos feudos e espalhou a moeda pelos campos e cidades, fazendo ressurgir a sociedade multicamada e mudando a maneira de pensar medieval nas artes, nas ciências, na economia, na medicina, no comércio e nas estruturas sociais e religiosas. Assim sobrava tempo para se pensar. O neandertal tinha que trabalhar muitas horas por dia para garantir o seu almoço, mas, o neandertal das neves ainda era obrigado a acumular víveres para os dias muito frios. Pode ter sido este o momento da criação da sociedade humana, no frio, com a obrigação da sedentarização por alguns meses da sua rotina de andarilho, caçador e coletor, passando a ser um acumulador, e quem descobriu isso mais cedo, mais cedo criou as condições de surgimento de um grupo social coeso, da invenção da família e da sociedade, e com ela o povo e o Estado, a necessidade de regras sociais mínimas de convivência e de sobrevivência. A conservação dos alimentos não era problema, já que o gelo fazia isso, mas havia a necessidade de obter calor do fogo, então era preciso preservar o fogo e/ou saber provoca-lo. “Início da sociedade: marcada como uma ‘primeira revolução’, a construção de abrigos e a constituição das famílias determinam o fim do nomadismo. A linguagem toma características tribais e esta foi uma época de relativa felicidade, com o aparecimento do amor. Os males surgentes serão a vaidade e a comparação.” Jean Jacques Rousseau – Discurso sobre as origens e os fundamentos das desigualdades da sociedade humana... Os teóricos da Ciência da Economia construíram uma hipótese antropológica interessante sobre a origem da agricultura, da criação de animais domésticos e da criação em cativeiro de pequenos animais domésticos para o fornecimento dos alimentos. Diz esta teoria que há cerca de 50 mil anos passados fora o frio intenso quem propiciou a escolha da alternativa da invenção da economia doméstica, a agricultura, a linguagem falada, a criação de animais domésticos, criou a casa, criou os primeiros móveis domésticos. O macho homo sapiens nesta época não participava da vida doméstica, que era formada pelo grupo das mulheres, das crianças e bebês humanos. Sabemos disso com certeza porque somente nos últimos cinco mil anos a cultura humana começou a estabelecer a associação entre o sexo heterossexual e a reprodução. Então o macho sapiens ignorava por completo a vida em família como conhecemos hoje, formada por um casal heterossexual como reprodutor da espécie humana. Este fato é o fundamento da História da cultura humana. Em sua solidão histórica, vagando pela natureza selvagem, passando cerca de nove meses prenha e tendo que cuidar da prole durante os períodos de puerpério tinha a fêmea sapiens a cuidar de si apenas as suas parceiras, já que o macho achava que nada tinha a ver com aquela situação embaraçosa em que as fêmeas humanas adultas sexualmente a cada nove meses andavam envolvidas. Depois do período do pós-parto era longo o tempo de lactação do bebê humano. Solitariamente. O sexo para o homo sapiens masculino era indistinto: homens, mulheres, velhos, novos, irmãs, tias, mães, avós nada escapava porque não se havia estabelecido os fundamentos dos laços familiares, porque o macho sapiens vivia caçando, viajando, nômade, e coletando alimentos de fortuna, em grupos de homens machos sapiens, às vezes retornando ao círculo onde nascera casualmente. Como fixar o macho perto das fêmeas e segregá-lo do grupo dos machos, sedentarizando-o? Este era o desafio dos sapiens. Então, as fêmeas sapiens não podiam acompanhar constantemente os machos sapiens em suas jornadas de caçadas e coletas de alimentos de fortuna, porque estavam sempre prenhas, amamentando ou carregando as suas crias, suas tralhas domésticas, sem saberem quem eram os pais de suas crias, - sem que elas pudessem associar o ato sexual ao ato da gestação - foi o frio intenso quem propiciou a escolha da alternativa da invenção do casal, então espertamente as fêmeas criaram algumas táticas comportamentais que em conjunto tornou-se uma estratégia muito eficiente para resolver este problema: a) Inventaram o conceito de beleza feminina; b) Inventaram a família; c) Inventaram o amor; d) Inventaram a sexualidade macho-fêmea; e) Inventaram o casamento; f) Inventaram a fidelidade; g) Inventaram o lar; h) Inventaram a agricultura; i) Inventaram a criação de animais domésticos; j) Inventaram a Economia; k) Inventaram a propriedade privada; l) Inventaram a poupança; m) Inventaram as regras de moral e ética; n) Inventaram a religião; o) Inventaram a cultura humana; p) Inventaram o machismo, depois o feminismo. Com isso devido ao clima de frio intenso que durava meses, foi o frio intenso que propiciou a escolha da alternativa da invenção do confinamento dos machos e das fêmeas em grupos menores e depois em casais semipermanentes, as quais criaram atrativos para os machos sapiens se interessarem em permanecerem perto das fêmeas sapiens durante os momentos longos de inverno e perto das crias das fêmeas sapiens antes, durante e depois das estações muito frias que mesmo sem saberem que tinha participação genética naquele processo de reprodução, a priori, portanto, as fêmeas tiveram que criar muitos interessantes atrativos para que os machos trocassem a sua liberdade de bicho nômade pela sedentarização junto a uma prole que ele não assumiria como se fosse de sua cota genética. Quanta engenhosidade feminina! O conceito de beleza é uma invenção feminina, segundo o filósofo Rousseau, quando da pré-história a fêmea humana criou-o para se distinguir das outras demais fêmeas para prender e chamar e prender a atenção do macho da espécie homo durante o confinamento do inverno rigoroso de meses de duração. Acontece que o macho pré-histórico era nômade e promíscuo. Para o macho toda mulher era igual, sem distinção, qualquer uma serviria, a não ser por uma eventual doença ou velhice. Não haviam sido ainda naquela época estabelecidas na cultura e na Biologia a co-relação de causa e de feito entre o sexo, o macho, gravidez e a reprodução. Acontecia que as fêmeas, também promíscuas e infiéis como os machos, passavam por três ocasiões em suas existências em que precisavam da presença companheira que eram no momento final da gravidez, no parto, e na fase de aleitamento das crias, quando precisavam ser auxiliadas no parto e na fase pós-parto para cumprirem as suas atividades. E o frio era a ocasião ideal para manter o macho por perto. Não perderam a chance. Assim a fêmea precisou inventar a família, e consequentemente o amor moral, enquanto o macho somente conhecia o amor físico, sexual, casual. Então a fêmea inventou a beleza, começando a se enfeitar para atrair o macho e sedentarizá-lo, para ele sempre se lembrar daquela fêmea, mostrar que ela era diferente das demais fêmeas, bonita, usando adornos, cuidando dos cabelos, chamando a atenção para partes do corpo e para a sua identidade que era principalmente o seu rosto, começando assim uma competição com outras fêmeas pela atenção do macho. Assim quebrava a monotonia do confinamento longo ela então tinha tempo de sobra para ensaiar mudanças na sua estética e testá-las com o seu macho. As fêmeas passaram a verificar as coisas que atraíam mais os machos em seus corpos para destacá-las, e a esconder as partes consideradas menos atrativas, para criar laços afetivos e morais. Assim fora inventado o conceito de beleza. Que engenharia! A mulher ajudada pelas estações de frio intenso quem propiciou a escolha da aternativa da cooperação e consequentemente inventou a família, o amor moral, a beleza, a monogamia, o ciúme, para manter a exclusividade e a fidelidade do macho através do afeto. A mulher, para fugir do frio intenso que impedia o esforço da caça, domesticou os animais que serviam de alimento; para fugir da coleta de alimentos durante o inverno enterrou e transplantou alguns vegetais e percebeu que poderiam viver e crescer, inventando assim a agricultura e economizando caminhadas pelas paragens para coletar alimentos e atrair o macho demonstrando a sua habilidade de provedora alternativa, laboriosa e cuidadosa. Os machos em suas caçadas precisavam do fator surpresa, por isso mal emitam ruídos que pudessem afastar as presas. Ao contrário, as fêmeas sapiens precisavam se comunicar constantemente, permanentemente, continuamente, então inventaram a fala, a linguagem falada. As mulheres estabeleceram as primeiras regras de moral para organizarem o acesso ao novo brinquedinho sexual feminino disponível por longos meses no inverno, para isso veio de brinde a invenção da sensualidade feminina, ao contrário do folclore sobre o tacape e o estupro masculino, agora a mulher virou uma commodity sexual e precisava valorizar o acesso a ela com regras que permitiam e proibiam o sexo entre parentes, entre homens, entre mulheres e com as crianças. Estava inventada a moral, a tradição, a Ética, então a religião foi o passo seguinte. A mulher vivia em uma situação privilegiada na era pré-tecnológica, quando o trabalho significava quebrar pedras com marreta, não como o é agora, quando se trabalha atrás de um teclado de computador ou num caminhão com câmbio automático e direção hidráulica que até um tetraplégico consegue dirigir. Mas esta não fora a alternativa geral, algumas civilizações não souberam construir alternativas como estas para a sua organização social, econômica, política, humana, religiosa e cultural. E o frio tem muito a ver com essa escolha, com certeza. A lista de cientistas e intelectuais mostra de onde vem a maioria dos avanços da intelectualidade, da ciência e da paraciência humanas: dos países e civilizações do frio. Gostou do Blog O blog lhe foi útil Colabore para o autor Faça doações de valores A partir de US $ 1,00 Do you like this blog Is it useful to you donate from US $ 1,00 Bank Santander number 033 Brazil Agency 2139 Current 01014014-4 Bank of Brazil Agency 5197-7 Acount 257 333-4

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