sexta-feira, 27 de junho de 2014

O Dinheiro Rastreável

Roberto da Silva Rocha, professor universitário e cientista político http://www.bbc.com/portuguese/vert-cap-38131182 O Dinheiro Rastreável Seria possível: 1. Evasão fiscal zero; 2. Roubos, furtos mínimos; 3. Inflação sob controle; 4. PIB instantâneo; 5. Planejamento econômico micro e macro 6. Monitoramento criminal; 7. Contrabando zero; 8. Tráfico zero; 9. Total planejamento administrativo, econômico e financeiro; 10. Falsificação zero de dinheiro; 11. Crimes contra o patrimônio zero; 12. Simplificação da contabilidade. Sabendo-se que os custos da burocracia são imanentemente dependentes e diretamente proporcionais à qualidade ética moral da sociedade. A burocracia é o custo pago por toda a sociedade por causa do comportamento antiético dela. Quanto mais desonestos os membros da sociedade as consequências óbvias são: 1. + normas sociais, legais, morais, financeiras; 2. + controles sociais, legais, morais, financeiros, políticos; 3. + leis financeiras, penais, constitucionais, civis; 4. + vigilância policial, legal, moral, religiosa; 5. + precauções nos negócios, na vida social, na sociedade; 6. + burocracia; 7. + custos, taxas, pagamentos, subornos, despesas indiretas; 8. + tempo de desempenho dos documentos e despachos; 9. + problemas para os cidadãos e autoridades; 10. + fiscalização; 11. + documentos são exigidos para atestar todos os passos, atos, fatos processos e até demais documentos; 12. + requisitos; 13. + exigências; 14. + atestados; 15. + comprovantes; 16. + desconfianças; 17. + garantias; 18. + insegurança; 19. + ônus; 20. + inflação; 21. + despesas; 22. + mão de obra; 23. + recursos burocráticos e legais; 24. + demandas processuais no judiciário; 25. + terrorismo; 26. + tráfico; 27. + subornos; 28. + crimes; 29. + contravenções; 30. + ineficiência, incompetência, inefetividade, ineficácia. A solução está pronta. Toda cédula de dinheiro é única e precisaria apenas ser convenientemente rastreada. E isto é possível. Por que temos a informática e a tecnologia da informação, a rede Internet e os meios suficiente de armazenamento de informações. Bastaria passar pela máquina de autênticação de transação as cédulas dos dois lados, do lado credor e devedor, ou do lado comprador e vendedor, ou do lado prestador e cliente que deverão deixar as impressões biométricas (fundo do olho, digital, voz, rosto) e o sistema automaticamente identificará o local pelas coordenadas do GPS ou similar, data e hora, reconhecer o valor e número de série das cédulas de dinheiro e informar a transação se transferência, pagamento, compra, câmbio ou empréstimo. As sinestesias negativas deste novo sistema seriam: 1) Tentativas de burla através de mudanças no sistema de comércio para o sistema de escambos; 2) Tentativas de burla pela criação de credores e devedores fantasmas; 3) Tentativas de burla com credores e devedores de aluguel; 4) Tentativas de falsificação de registros de titularidade de cédulas de dinheiro; 5) Tentativas de violação de bancos de dados de transações. 6) Tentativas de burla pela utilização de banco de dados para utilização do sistemas de escambos via rede de computadores; Instrumentos de mensuração do significados do dinheiro Observe a série: KB46279860 I B2   O Dinheiro Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. O dinheiro é o meio usado na troca de bens, na forma de moedas ou notas (cédulas), usado na compra de bens,serviços, força de trabalho, divisas estrangeiras ou nas demais transações financeiras, emitido e controlado pelo governo de cada país, que é o único que tem essa atribuição. É também a unidade contábil. Seu uso pode ser implícito ou explícito, livre ou por coerção. Acredita-se que a origem da palavra remete à moeda portuguesa de mesmo nome (o dinheiro). A emergência do dinheiro não depende de uma autoridade central ou governo. É um fenômeno do mercado; na prática, entretanto, os tipos de moeda mais aceites atualmente são aquelas produzidas e sancionadas pelos governos. A maior parte dos países possuem um padrão monetário específico — um dinheiro reconhecido oficialmente, possuindo monopólio sobre sua emissão. Algumas exceções são o euro (usado por diversos países europeus) e o dólar (utilizado em todo mundo). O dinheiro em si é um bem escasso. Muitos itens podem ser usados como dinheiro, desde metais e conchas raras até cigarros ou coisas totalmente artificiais como notas bancárias. Em épocas de escassez de meio circulante, a sociedade procura formas de contornar o problema (dinheiro de emergência), o importante é não perder o poder de troca e compra. Podem substituir o dinheiro governamental: cupons, passes, recibos, cheques, vales, notas comerciais entre outros. Na sociedade ocidental moderna o dinheiro é essencialmente um símbolo – uma abstração. Atualmente as notas são o tipo mais comum de dinheiro utilizado. No entanto bens como ouro e prata mantêm muitas das características essenciais do dinheiro. História Reconstituição de antigo processo para a cunhagem de moedas. Inicialmente, o homem comercializava através de simples troca ou escambo.1 A mercadoria era avaliada na quantidade de tempo ou força de trabalho gasta para produzi-la ou até mesmo pela necessidade que o "comprador" tinha por determinada mercadoria. Com a criação da moeda o valor da mercadoria se tornou independente da força de trabalho. Com o surgimento dos bancos apareceu uma nova atividade financeira em que o próprio dinheiro é uma mercadoria. Evolução e origem do dinheiro Escambo A moeda, como hoje a conhecemos, é o resultado de uma longa evolução. No início não havia moeda. Praticava-se o escambo, simples troca de mercadoria por mercadoria, sem equivalência de valor.2 Assim, quem pescasse mais peixe do que o necessário para si e seu grupo trocava este excesso com o de outra pessoa que, por exemplo, tivesse plantado e colhido mais milho do que fosse precisar. Esta elementar forma de comércio foi dominante no início da civilização, podendo ser encontrada, ainda hoje, entre povos de economia primitiva, em regiões onde, pelo difícil acesso, há escassez de meio circulante, e até em situações especiais, em que as pessoas envolvidas efetuam permuta de objetos sem a preocupação de sua equivalência de valor. Este é o caso, por exemplo, da criança que troca com o colega um brinquedo caro por outro de menor valor, que deseja muito. As mercadorias utilizadas para escambo geralmente se apresentam em estado natural, variando conforme as condições de meio ambiente e as atividades desenvolvidas pelo grupo, correspondendo a necessidades fundamentais de seus membros. Nesta forma de troca, no entanto, ocorrem dificuldades, por não haver uma medida comum de valor entre os elementos a serem permutados. Moeda-mercadoria Algumas mercadorias, pela sua utilidade, passaram a ser mais procuradas do que outras. Aceites por todos, assumiram a função de moeda, circulando como elemento trocado por outros produtos e servindo para avaliar o seu valor. Eram as moedas–mercadorias. O gado, principalmente o bovino, foi dos mais utilizados; apresentava vantagens de locomoção própria, reprodução e prestação de serviços, embora ocorresse o risco de doenças e da morte. O sal foi outra moeda–mercadoria; de difícil obtenção, principalmente no interior dos continentes, era muito utilizado na conservação de alimentos. Ambas deixaram marca de sua função como instrumento de troca no nosso vocabulário, pois, até hoje, empregamos palavras como pecúnia (dinheiro) e pecúlio (dinheiro acumulado) derivadas da palavra latina pecus (gado). A palavra capital (patrimônio) vem do latim capita (cabeça). Da mesma forma, a palavra salário (remuneração, normalmente em dinheiro, devida pelo empregador em face do serviço do empregado) tem como origem a utilização do sal, em Roma, para o pagamento de serviços prestados. No Brasil, entre outras, circularam o cauri – trazido pelo escravo africano –, o pau-brasil, o açúcar, o cacau, o tabaco e o pano, trocado no Maranhão, no século XVII, devido à quase inexistência de numerário, sendo comercializado sob a forma de novelos, meadas e tecidos. Com o passar do tempo, as mercadorias se tornaram inconvenientes às transações comerciais, devido à oscilação de seu valor, pelo fato de não serem fraccionáveis e por serem facilmente perecíveis, não permitindo o acúmulo de riquezas. Metal Quando o homem descobriu o metal, passou a utilizá-lo para fabricar utensílios e armas anteriormente feitos de pedra ou madeira. Por apresentar vantagens como a possibilidade de entesouramento, divisibilidade, raridade, facilidade de transporte e beleza, o metal foi elegido como principal padrão de valor. Era trocado sob as formas mais diversas. A princípio, em seu estado natural, depois sob a forma de barras e, ainda, sob a forma de objetos, como anéis, braceletes etc. O metal comercializado dessa forma exigia aferição de peso e avaliação de seu grau de pureza a cada troca. Mais tarde, ganhou forma definida e peso determinado, recebendo marca indicativa de valor, que também apontava o responsável pela sua emissão. Essa medida agilizou as transações, dispensando a pesagem e permitindo a imediata identificação da quantidade de metal oferecida para troca. Moeda em formato de objeto Os utensílios de metal passaram a ser mercadorias muito apreciadas. Como sua produção exigia, além do domínio das técnicas de fundição, o conhecimento dos locais onde o metal poderia ser encontrado. Essa tarefa, naturalmente, não estava ao alcance de todos. A valorização, cada vez maior, destes instrumentos levou à sua utilização como moeda e ao aparecimento de réplicas de objetos metálicos, em pequenas dimensões, que circulavam como dinheiro. É o caso das moedas faca e chave que eram encontradas no Oriente e do talento, moeda de cobre ou bronze, com o formato de pele de animal, que circulou na Grécia e em Chipre. Moedas antigas Dobra de 8 Escudos. Surgem, então, no século VII a.C., as primeiras moedas com características das atuais: são pequenas peças de metal com peso e valor definidos e com a impressão do cunho oficial, isto é, a marca de quem as emitiu e garante o seu valor. São cunhadas na Grécia moedas de prata e, na Lídia,3 são utilizados pequenos lingotes ovais de uma liga de ouro e prata chamada electro. As moedas refletem a mentalidade de um povo e de sua época. Nelas podem ser observados aspectos políticos, econômicos, tecnológicos e culturais. É pelas impressões encontradas nas moedas que conhecemos, hoje, a efígie de personalidades que viveram há muitos séculos. Provavelmente, a primeira figura histórica a ter sua efígie registrada numa moeda foi Alexandre, o Grande, da Macedônia, por volta do ano 330 a.C. No princípio, as peças eram fabricadas por processos manuais muito rudimentares e tinham seus bordos irregulares, não sendo, como hoje, peças absolutamente iguais umas às outras. Ouro, prata e cobre Os primeiros metais utilizados na cunhagem de moedas foram o ouro e a prata. O emprego destes metais se impôs, não só pela sua raridade, beleza, imunidade à corrosão e valor econômico, mas também por antigos costumes religiosos. Assim, uma moeda na qual haviam sido utilizados vinte gramas de ouro, era trocada por mercadorias neste mesmo valor. Durante muitos séculos os países cunharam em ouro suas moedas de maior valor, reservando a prata e o cobre para os valores menores. Estes sistemas se mantiveram até ao final do século passado, quando o cuproníquel e, posteriormente, outras ligas metálicas passaram a ser muito empregados, passando a moeda a circular pelo seu valor extrínseco, isto é, pelo valor gravado em sua face, não dependendo do metal nela contido. Com o advento do papel-moeda a cunhagem de moedas metálicas ficou restrita a valores inferiores, necessários para troco. Dentro desta nova função, a durabilidade passou a ser a qualidade mais necessária à moeda. Surgem, em grande diversidade, as ligas modernas, produzidas para suportar a alta rotatividade do numerário de troco. Primeiro bilhete de banco, emitido pelo Banco do Brasil em 1810. Papel Moeda Na Idade Média, surgiu o costume de se guardarem os valores num ourives, pessoa que negociava objetos de ouro e prata. Este, como garantia, entregava um recibo. Com o tempo, esses recibos passaram a ser utilizados para efetuar pagamentos, circulando de mão em mão e dando origem ao papel-moeda. No Brasil, os primeiros bilhetes de banco, precursores das cédulas atuais, foram lançados pelo Banco do Brasil, em 1810. Tinham seu valor preenchido à mão, tal como, hoje, fazemos com os cheques. (o dinheiro teve origem como documento portável mas não era ao portador anônimo, era nominal, endossável – grifo meu) Com o tempo, da mesma forma ocorrida com as moedas, os governos passaram a conduzir a emissão de cédulas, controlando as falsificações e garantindo o poder de pagamento. Atualmente quase todos os países possuem seus bancos centrais, encarregados das emissões de cédulas e moedas. A moeda de papel evoluiu quanto à técnica utilizada na sua impressão. Hoje a confeção de cédulas utiliza papel especialmente preparado e diversos processos de impressão que se complementam, dando ao produto final grande margem de segurança e condições de durabilidade. Dinheiro e economia O dinheiro é um dos tópicos de estudo centrais na economia e está numa ligação implícita com o campo das finanças. A quantidade de dinheiro numa dada economia diretamente afeta fenômenos como a inflação e a taxa de juros. Uma crise monetária pode ter efeitos significativos, particularmente se ela levar a uma falência generalizada tal que resulte na adoção de economia de trocas. A economia moderna também enfrenta a dificuldade em decidir o que exatamente dinheiro é. (veja suprimento de dinheiro). Características essenciais O dinheiro tem as seguintes características: 1. Deve ser um meio de troca; 2. Deve ser uma unidade contábil; 3. Deve servir para acumular valores. Meio de troca Fotografia de várias moedas. Quando um objeto tem seu principal uso como intermediário de trocas—recorre-se a ele para trocar coisas diferentes—tem essa propriedade. Esta característica permite ao dinheiro ser usado como padrão de trocas adiadas, uma ferramenta para saldar débitos. Unidade contábil Quando o valor de um bem é frequentemente usado para comparar ou medir o valor de outros bens, ou quando o valor é utilizado para especificar débitos, então esse bem funciona como unidade contábil. Um débito ou uma dívida não podem servir como unidade contábil porque seu valor é especificado em comparação com alguma referência valorativa externa, alguma outra unidade contábil determinada. Acumular valores Antigo denário Romano. Quando um objeto é adquirido primariamente para acumular valores a serem utilizados em negócios futuros, então está servindo para acumular valores. Por exemplo, uma marcenaria pode manter um inventário de madeira que possui um valor de mercado. Da mesma forma pode manter dinheiro em caixa que tem também valor de mercado. Ambos representam uma reserva de valores porque podem ser convertidos em outros bens no futuro. A maioria dos bens não-perecíveis têm essa característica. Muitos bens ou símbolos possuem as três características enumeradas acima, porém apenas o dinheiro possui as três juntas. Além disso, para funcionar bem numa economia o dinheiro deve ter as seguintes características adicionais: • Ter valor estável • Ser de difícil falsificação • Ser facilmente repartível e transportável • Deve ter um valor padronizado e reprodutível (duas representações de dinheiro devem ser idênticas, caso refiram-se ao mesmo valor) Formas modernas de dinheiro Quando utilizado anonimamente (esta é a forma moderna do dinheiro, a causa de todos os males legais, sociais, fiscais, penais, sistêmicos e econômicos – grifo meu), o método mais comum de uso do dinheiro é através de cédulas bancárias ou moedas, ou ainda cartões com valor pré-pago. O dinheiro-cédula é rastreável, pois tem número de série, cada cédula é única, e possui campos de segurança, mas não está sendo rastreado (sendo-o exceções feitas somente nos casos de grandes furtos em cofres públicos de bancos ou em caso de pagamentos de resgates de sequestros criminosos, ou ainda quando rastreando quadrilhas de criminosos traficantes ou contrabandistas, a circulação da cédula no mercado funciona no modelo anônimo ao portador como um título ao portador desvinculado da transação e dos agentes do mercado – grifo meu). Há também o uso do dinheiro como registro financeiro, também chamado de conta corrente (ou também conta bancária). Nesse caso, os métodos mais comuns são os cheques, cartões de crédito e de débito, e dinheiro digital. (totalmente rastreado pelas insitituições pelas imposições legais de cheques nominais, e regras para endosso,sendo as quantias superiores a cinco mil reais registradas pela COAF – Conselho de Controle de Atividades Financeiras) Instrumentos de mensuração do significados do dinheiro Observe a série: KB46279860 I B2 Escala de atitudes quanto ao dinheiro 1. Segurança, relacionado a conceitos como: otimismo, conforto; 2. e seu reverso: pessimismo, insegurança e insatisfação. 3. Retenção: parcimônia, avareza e personalidade obsessiva. 4. Poder-prestígio, composto por status, importância, superioridade e aquisição. Escala de Significado do Dinheiro • Positivas : desenvolvimento sociocultural, prestígio, utilitarismo, estabilidade e prazer. • Negativas: desigualdade social, dominação, conflito e preocupação. Referências 1. Origem e Evolução do Dinheiro. Banco Central do Brasil. Página visitada em 17 de janeiro de 2012. 2. História do Dinheiro. Canal Kids. Página visitada em 17 de janeiro de 2012. 3. Origem do dinheiro. Casa da Moeda do Brasil. Página visitada em 17 de janeiro de 2012. 4. Gusmán, 2000 5. Varieties of money: Experts' and non-experts' typicality judgments, (1996) Journal of Economic Psychology, 17 (3), pp. 403-413. Bibliografia • Barracho,Carlos. Lições de psicologia Económica. Instituto Piaget. Lisboa. 2001 Criação de moeda Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Criação monetária é o processo em que dinheiro novo é produzido ou emitido. Existe três maneiras de criar dinheiro: a) produzindo o papel moeda ou o metal, b) através de débitos e empréstimos e por c) políticas governamentais como o Quantitative Easing. As práticas de regulação da produção, emissão e reembolso do dinheiro são de interesse central na economia monetária, ou monetarismo, e afeta a operação dos mercados financeiros e o poder de compra do dinheiro. Os bancos centrais mensuram o suprimento de dinheiro, que exibe a quantidade de dinheiro existente em um dado espaço de tempo. Uma proporção desconhecida de dinheiro novo é indicado comparando essas medidas em várias datas. Por exemplo, nos EUA, uma das várias métricas do suprimento de dinheiro, chamada M2, cresceu de $286,600,000,000 em Janeiro de 1959 para $8,327,000,000,000 em Maio de 20091 . A destruição da moeda ocorre quando ela é descartada para recuperar seu metal, o que pode ser incentivado pelo valor do metal excedendo o valor de face da moeda, ou quando o emissor abandona a seguridade da moeda. Criação monetária pela Casa da Moeda Dinheiro criado pela produção de novas unidades monetárias, como papel moeda ou moedas em metal, é geralmente responsabilidade do tesouro do governo. Nas economias modernas, relativamente pouco dinheiro do suprimento monetário esta em moeda física. A maior parte é criado pelo sistema de reserva fracionada bancário, empréstimos ou quantitative easing. Criação monetária pelo Sistema de Reserva Fracionada O sistema de reserva fracionada cria dinheiro toda vez que é feito um novo empréstimo. Resumindo, existem dois tipos de dinheiro no sistema de reserva fracionada, os dois tipos equivalentes legalmente 2 3 : 1. dinheiro do banco central: todo dinheiro criado pelo banco central independente da forma (notas, moedas ou dinheiro eletrônico através de empréstimos para bancos privados). 2. dinheiro de banco comercial: todo dinheiro criado pelo sistema bancário através de empréstimos 4 . Quando o empréstimo é executado com dinheiro do banco central, novo dinheiro para banco comercial é criado. Quando do empréstimo é pago, o dinheiro do banco comercial desaparece da existência. A tabela abaixo mostra como o dinheiro do banco central é usado para produzir dinheiro para banco comercial: Tabela:5 Sistema de empréstimo com reserva fracionada, passando por 10 ciclos com uma taxa de reserva em 20%2 6 7 banco individual quantidade depositada quantidade emprestada reservas A 100 80 20 B 80 64 16 C 64 51.20 12.80 D 51.20 40.96 10.24 E 40.96 32.77 8.19 F 32.77 26.21 6.55 G 26.21 20.97 5.24 H 20.97 16.78 4.19 I 16.78 13.42 3.36 J 13.42 10.74 2.68 K 10.74 reservas totais: 89.26 total depositado: total emprestado: reservas totais + a ultima quantidade depositada: 457.05 357.05 100 dinheiro comercial criado + dinheiro do banco central: dinheiro do banco comercial criado: dinheiro do banco central: 457.05 357.05 100 Apesar de nenhum dinheiro ter sido fisicamente criado em adição ao depósito inicial de $100, foi criado novo dinheiro para banco comercial através de empréstimos. As duas caixas marcadas em vermelho acima mostram a localização do depósito inicial de $100 durante todo o processo. As reservas totais mais o último depósito (ou último empréstimo, o que vir primeiro) sempre será igual a quantidade original, neste caso $100. Enquanto o processo continua, mais dinheiro para banco comercial é criado. Neste caso os empréstimos deram origem a um surplus de 357.05 ao sistema financeiro, aumentando-o em (475.05 / 100,00; cerca de 575%. Quando estes empréstimos forem todos quitados, serão queimados 357.05 do sistema financeiro eliminando – esterelisando-queimando (79%; 100 / 475.05 = 0,21) da moeda no sistema financeiro. Uma forma antiga desta tabela acima, com reinvestimento de um período para o próximo e uma série geométrica, é encontrada na: Tableau Économique dos Fisiocratas, onde se credita a "primeira formulação precisa" deste sistema independente e a origem da teoria da multiplicação. Multiplicador monetário A expansão dos $100 através do sistema de reserva fracionada em várias taxas. Cada curva aproxima um limite. Este limite é o valor em que o "multiplicador monetário" é calculado. O mais comum mecanismo usado para medir o aumento do suprimento de dinheiro neste sistema é tipicamente chamado de multiplicador monetário. Ele calcula a quantidade máxima de dinheiro que um depósito inicial pode se expandir em uma dada taxa de reserva. Este fator é chamado de multiplicador. Fórmula O multiplicador monetário, m, é o inverso do requerimento de reserva R: Esta fórmula vem do fato que a soma das quantidades emprestadas da coluna acima pode ser expressa matematicamente como uma série geométrica com uma taxa comum de . Para corrigir a drenagem de dinheiro (a redução do impacto da política monetária devido a vontade das pessoas em ter uma parte do dinheiro em forma física) e a vontade dos bancos de ter reservas em excesso, acima do montante requerido, é usada a fórmula: Onde a Drenagem é o percentual de dinheiro que as pessoas querem manter fisicamente e a Taxa de reserva preferida é a soma da Taxa de Reserva e a Taxa de reserva excedente do banco. Exemplo: Para o exemplo, com uma taxa de reserva de 20%, ou R, pode também ser expressa em uma fração: Então o multiplicador monetário, m, pode ser expresso como: Este número multiplicado pelo depósito inicial mostra a quantidade máxima em que o dinheiro pode ser expandido10 . Criação monetária por quantitative easing Quantitative easing é a criação de quantidades significantes de dinheiro novo (geralmente eletronicamente) por um banco central. É chamado as vezes de "imprimir dinheiro". Este dinheiro é criado para estimular a economia, em particular para promover empréstimos pelos bancos. Os bancos centrais usam o dinheiro criado para comprar grandes quantidade de títulos bancários. Isto aparece como depósitos e entrega dinheiro novo para os bancos emprestarem. Estes títulos podem ser títulos do governo, empréstimos comerciais ou até ações. Quantitative easing geralmente é usado quando baixar as taxas de juros não é mais efetivo para estimular a economia e novos empréstimos, porque elas já estão próximas de zero. Referências 1. US Federal Reserve historical statistics 2. Bank for International Settlements - The Role of Central Bank Money in Payment Systems. See page 9, titled, "The coexistence of central and commercial bank monies: multiple issuers, one currency":http://www.bis.org/publ/cpss55.pdf 3. A quick quote in reference to the 2 different types of money is listed on page 3. It is the first sentence of the document: "Contemporary monetary systems are based on the mutually reinforcing roles of central bank money and commercial bank monies." 4. European Central Bank - Domestic payments in Euroland: commercial and central bank money 5. http://www.ecb.int/press/key/date/2000/html/sp001109_2.en.html 6. One quote from the article referencing the two types of money: "At the beginning of the 20th almost the totality of retail payments were made in central bank money. Over time, this monopoly came to be shared with commercial banks, when deposits and their transfer via checks and giros became widely accepted. Banknotes and commercial bank money became fully interchangeable payment media that customers could use according to their needs. While transaction costs in commercial bank money were shrinking, cashless payment instruments became increasingly used, at the expense of banknotes" 7. Chicago Fed - Our Central Bank:http://www.chicagofed.org/consumer_information/the_fed_our_central_bank.cfm the reference is found in the "Money Manager" section: "the Fed works to control money at its source by affecting the ability of financial institutions to "create" checkbook money through loans or investments. The control lever that the Fed uses in this process is the "reserves" that banks and thrifts must hold." 8. Table created with the OpenOffice.org Calc spreadsheet program using data and information from the references listed. 9. Federal Reserve Education - How does the Fed Create Money? 10. http://www.federalreserveeducation.org/fed101_html/policy/money_print.htm See the link to "The Principle of Multiple Deposit Creation" pdf document towards bottom of page. 11. An explanation of how it works from the New York Regional Reserve Bank of the US Federal Reserve system. Scroll down to the "Reserve Requirements and Money Creation" section. Here is what it says: "Reserve requirements affect the potential of the banking system to create transaction deposits. If the reserve requirement is 10%, for example, a bank that receives a $100 deposit may lend out $90 of that deposit. If the borrower then writes a check to someone who deposits the $90, the bank receiving that deposit can lend out $81. As the process continues, the banking system can expand the initial deposit of $100 into a maximum of $1,000 of money ($100+$90+81+$72.90+...=$1,000). In contrast, with a 20% reserve requirement, the banking system would be able to expand the initial $100 deposit into a maximum of $500 ($100+$80+$64+$51.20+...=$500). Thus, higher reserve requirements should result in reduced money creation and, in turn, in reduced economic activity." The link to this page is:http://www.newyorkfed.org/aboutthefed/fedpoint/fed45.html 12. The multiplier theory, by Hugo Hegeland, 1954, p. 1 13. http://www.mhhe.com/economics/mcconnell15e/graphics/mcconnell15eco/common/dothemath/moneymultiplier.html 14. Mankiw, N. Gregory (2001), Principles of Macroeconomics Banco central Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Banco Central Europeu, em Frankfurt Um banco central é uma entidade independente ou ligada ao Estado cuja função é gerir a política econômica, ou seja, garantir a estabilidade e o poder de compra da moeda de cada país e do sistema financeiro como um todo. Além disso tem como objetivo definir as políticas monetárias (taxa de juros e câmbio, entre outras) e aquelas que regulamentam o sistema financeiro local. O banco faz isso interferindo mais ou menos no mercado financeiro, vendendo papéis do tesouro, regulando juros e avaliando os riscos econômicos para o país. História O primeiro banco central de que se tem notícia foi o Banco da Inglaterra. Ele surgiu em 1694 como uma sociedade anônima privada. Como contrapartida de empréstimos para financiar a guerra contra a França o Rei William de Orange concedeu ao banco o monopólio de emissão de moeda na região de Londres, dando-lhe assim duas das funções clássicas de um banco central: a) Era banqueiro do governo e também b) detinha monopólio de emissão (apesar de restrito). Devido ao grande prestigio e confiabilidade alcançados pelo Banco da Inglaterra, os outros bancos começaram a prática de ali manter depósitos e garantias. Nos séculos XVIII e XIX houve uma proliferação de pequenos bancos rurais na Inglaterra, que para evitar quebras e crises de confiança, mantinham depósitos de garantia nos grandes bancos de Londres, que por sua vez mantinham seus depósitos de garantia no Banco da Inglaterra. Com isso ele se destacou com o eixo do sistema bancário inglês. Por volta de meados do século XIX o Banco da Inglaterra começou a fazer liquidações de saldos entre os depósitos que os outros bancos mantinham junto a ele, criando as bases dos sistemas de compensação bancária e assumindo enfim o terceiro papel tradicional de um banco central: c) o de Banco dos Bancos. Seguiu-se que ele era o único banco habilitado a servir como d) prestamista de última instância Quando surgiam crises no sistema financeiro, evitando assim a reação em cadeia provocada pelas falências bancárias e as crises de confiança. Assim, assumia também o mais este dentre os papéis clássicos. Em 1946 a sua importância para o sistema financeiro da Inglaterra foi finalmente reconhecida, e o banco foi estatizado, assumindo oficialmente o status de Banco Central. Nos moldes do Banco da Inglaterra, os outros bancos centrais da Europa também passaram por diversas fases de evolução até chegarem no nível de evolução atual, com o Banco Central Europeu. Papéis de um banco central Os papéis tradicionais de um banco central são: • Banqueiro do governo: a) é ele quem guarda as reservas internacionais em ouro ou b) moeda estrangeira do governo.1 • Autoridade emissora de moeda, ou monopólio de emissão: é o banco central quem, com exclusividade, emite ou autoriza a emissão de papel moeda daquele país.1 • Executor da política monetária e cambial: A) é o banco central quem insere ou retira moeda do mercado, B) regula as taxas de juros e C) regula a quantidade de moeda estrangeira em circulação no país. • Essas operações são conhecidas como open market ou operações de mercado aberto, e consistem principalmente na compra e venda de títulos públicos ou de moeda estrangeira para instituições financeiras previamente escolhidas.1 • Banco dos Bancos, ou prestamista de última instância: • o banco central provê empréstimos exclusivos aos membros do sistema financeiro a fim de regular a liquidez ou mesmo evitar falências que poderiam causar uma reação em cadeia de falências bancárias. • Ele também mantém os depósitos compulsórios dos bancos comerciais, regulando assim a multiplicação da moeda escritural no mercado.1 Além desses papéis, alguns bancos centrais (como por exemplo o Banco Central do Brasil) acumulam também o papel de supervisor do sistema financeiro.1 Instrumentos políticos Banco do Japão Os principais instrumentos de política monetária disponíveis aos bancos centrais são: operação de mercado aberto, depósito compulsório, política de taxa de juros, re-empréstimos e redesconto e política de crédito (muitas vezes coordenada com a política comercial). Embora a adequação do capital seja importante, ela é definida e regulada pelo Banco de Compensações Internacionais. Para possibilitar as operações de mercado aberto, um banco central precisa possuir reservas internacionais (normalmente na forma de títulos do governo) e reservas de ouro. Ele muitas vezes irá influenciar a taxa de câmbio: algumas taxas de câmbio são administradas, algumas são baseadas no mercado (flutuante) e muitas se encontram entre as duas ("flutuante administrada" ou com "flutuação suja"). Taxas de juros De longe o poder mais visível e óbvio de muitos bancos centrais é influenciar as taxas de juros do mercado. Ao contrário da crença popular, eles raramente "definem" as taxas em um número fixo. Apesar de o mecanismo diferir de país para país, a maioria usa um mecanismo similar baseado na habilidade de um banco central em criar tanto dinheiro fiduciário quanto for necessário. O mecanismo que move o mercado para a 'taxa-alvo' é geralmente emprestar e tomar emprestado dinheiro em quantias teoricamente ilimitadas, até que a taxa de mercado se aproxime o suficiente do alvo. Os bancos centrais podem fazer isso emprestando dinheiro e tomando emprestado de (tomando depósitos de) um número limitado de bancos qualificados, ou comprando e vendendo títulos. Como um exemplo de como isso funciona, o Banco do Canadá define uma meta na taxa overnight e uma banda 0,25% para mais ou para menos. Bancos qualificados emprestam um para o outro nesta banda, mas nunca acima ou abaixo, pois o banco central sempre irá emprestar no topo da banda e tomar depósitos no fundo da banda. Em princípio, a capacidade de emprestar e tomar emprestado nos extremos da banda é ilimitada.2 Outros bancos centrais usam mecanismos semelhantes. É também notável que as metas são geralmente em taxas de juros de curto-prazo. A verdadeira taxa que os os emprestadores e tomadores recebem no mercado dependerá do risco de crédito (percebido), maturidade e outros fatores. Por exemplo, um banco central pode definir uma meta para o empréstimo overnight em 4,5%, mas taxas para títulos de cinco anos (com risco equivalente) podem render 5%, 4,75% ou, em casos de curva a termo invertida, até abaixo da taxa de juros de curto prazo. Muitos bancos centrais têm uma taxa primária que é chamada de "taxa do banco central". Na prática, eles terão outras ferramentas e taxas que podem ser usadas, mas apenas uma que é rigorosamente definida e forçada. "A taxa à qual o banco central empresta dinheiro pode ser escolhida à vontade pelo banco central; esta é a taxa que define o mercado financeiro." - Henry C.K. Liu.3 Um banco central típico possui algumas taxas de juros ou ferramentas de política monetária que ele pode definir para influenciar os mercados. • Taxa marginal de empréstimo (atualmente de 1,75% na Eurozona) - uma taxa fixa para instituições tomarem emprestado dinheiro do banco central. • Taxa principal de refinanciamento (1,00% na Eurozona) - a taxa publicamente visível que o banco central anuncia. Ela serve como um limite inferior para os empréstimos de refinanciamento. Essas taxas afetam diretamente as taxas no mercado monetário, o mercado de empréstimos de curto prazo. Independência Hoje em dia muitos economistas consideram que quanto mais independente um banco central é, maior seria sua autonomia para agir e a eficácia de suas atuações para a estabilização da moeda e manutenção do seu poder de compra. Esta é a tese (1983) de Robert Barro que, ela mesmo se apóia no artigo fundador "Rational expectations and the role of monetary policy" de 1976 onde ele questiona a validade da curva de Phillips. Na verdade esta independência significa que somente o BC pode determinar o ritmo de ciclos de variação dos parâmetros macroeconômicos, para que nenhuma fração do mercado se beneficie em função de outra fração. Mas isto poderia ser evitado se o nome independência fosse trocado por flutuação senoidal do trade off, ou seja, ao invés de estar sempre decidindo e definindo (por suas decisões independentes de pressões de setores do sistema financeiro, incluindo o governo) os lados perdedores versus ganhadores, poderia fazer um revesamento programado e datado das inversões periódicas das tendências de apreciações cambiais e de juros: simples como são as coisas mais geniais da civilização humana. Grifo meu. Em contrapartida outros alegam que há vários bancos centrais de países com economias fortes e em amplo crescimento estável que não seguem esse modelo de independência, como o Banco do Japão (se tornou independente do governo pela lei do 1° de abril de 1998;4 esta independência teórica portanto é duvidosa) e o Banco Popular da China.1 O modelo maior de independência entre os bancos centrais atuais é do Banco Central Europeu (que por sua vez foi inspirado no bem sucedido banco central da Alemanha, o Bundesbank) , seguido pela Reserva Federal (informalmente "Fed") dos Estados Unidos, que, no entanto, é um Banco Privado.1 O Banco Central do Brasil atingiu um nível de evolução em que, na prática, tem autonomia total e certa independência, mas legalmente ainda é dependente e subordinado ao Conselho Monetário Nacional e subseqüentemente ao Ministério da Fazenda.1 Um banco central independente é aquele que, não dependendo de pressões políticas, não tem a função de financiar o défice público, ou seja não pode adotar políticas emissionistas. (ou seja, definir ad hoc os perdedores e os ganhadores através de seu poder discricionário– grifo meu) A principal atribuição de um Banco Central independente é manter a estabilidade do nível geral dos preços e o funcionamento do sistema monetário nacional, numa segunda medida, garantir o crescimento econômico evitando uma forte recessão econômica. Sobre isso, existe um forte debate entre as atribuições legais que um banco central deva ter, e da atitude que ele deva adoptar face a um enfraquecimento da demanda. Assim como os bancos dos Estados Unidos, os bancos do brasil tem sistema de segurança de primeiro escalão. Referências 1. Banco Central do Brasil, Bancos Centrais e Sistema Financeiro, apostila do Programa de Capacitação para os Candidatos aos Cargos de Analista e Procurador do Banco Central -- 2006. 2. Bank of Canada backgrounder: Target for the Overnight Rate (em inglês). 3. Asia Times article explaining modern central bank function in detail (em inglês). 4. Cargill, p. 19 • Giuseppe Felloni and Guido Laura, Genoa and the history of finance: A series of firsts? 9th November 2004, ISBN 88-87822-16-6 Dependência = Dinheiro do Futuro O cheque, o debênture, os títulos do tesouro, as ações, as faturas, os recibos, promissórias são todos documentos endossáveis e identificáveis, nominais e rastreáveis, como todo título patrimonial, como CRLV e escritura de imóvel. Por isso os bens associados a estes títulos são de mais difícil circulação pelos meios ilegais. Por que não tornar novamente a cédula de dinheiro novamente rastreável? Isto é possível pois: 1 – toda cédula de dinheiro possui identificação única; 2 – toda transação em dinheiro cedular deveria passar pela leitora de carácter óptico para as cédulas de dinheiro; 3 – todo estabelecimento comercial, financeiro, escritório comercial – jurídico – médico, caixas registradoras, hospitais, escolas, enfim todo estabelecimento que tenha a ocorrência de alguma transação em dinheiro deva possuir um leitor óptico de caracteres para cédulas de dinheiro; 4 – identificada a transação seria emitida a nota de transação financeira; As vantagens seriam: 13. Evasão fiscal zero; 14. Roubos, furtos mínimos; 15. Inflação sob controle; 16. PIB instantâneo; 17. Planejamento econômico micro e macro 18. Monitoramento criminal; 19. Contrabando zero; 20. Tráfico zero; 21. Total planejamento administrativo, econômico e financeiro; 22. Falsificação zero de dinheiro; 23. Crimes contra o patrimônio zero; 24. Simplificação da contabilidade. (projeto do Dep Fed Reginaldo Lopes PT-MG) acabando com o dinheiro de papel 2015 REGINALDO LÁZARO DE OLIVEIRA LOPES pl 48/2015 Os custos da burocracia são imanentemente dependentes da qualidade ética e da moralidade social. A burocracia é o custo pago por toda a sociedade por causa do comportamento antiético dela. Quanto mais desonestos os membros da sociedade as consequências óbvias são: 31. + normas sociais, legais, morais, financeiras; 32. + controles sociais, legais, morais, financeiros, políticos; 33. + leis financeiras, penais, constitucionais, civis; 34. + vigilância policial, legal, moral, religiosa; 35. + precauções nos negócios, na vida social, na sociedade; 36. + burocracia; 37. + custos, taxas, pagamentos, subornos, despesas indiretas; 38. + tempo de desempenho dos documentos e despachos; 39. + problemas para os cidadãos e autoridades; 40. + fiscalização; 41. + documentos são exigidos para atestar todos os passos, atos, fatos processos e até demais documentos; 42. + requisitos; 43. + exigências; 44. + atestados; 45. + comprovantes; 46. + desconfianças; 47. + garantias; 48. + insegurança; 49. + ônus; 50. + inflação; 51. + despesas; 52. + mão de obra; 53. + recursos burocráticos e legais; 54. + demandas processuais no judiciário; 55. + terrorismo; 56. + tráfico; 57. + subornos; 58. + crimes; 59. + contravenções; 60. + ineficiência, incompetência, inefetividade, ineficácia. Ao passar pela máquina de autentificação da transação em cédula de dinheiro os dois lados, credor e devedor, ou comprador e vendedor, ou prestador e cliente deverão deixar as impressões biométricas (fundo do olho, digital, voz, rosto) e o sistema automaticamente identificará data e hora, o local pelas coordenadas do GPS ou similar, reconhecer o valor e número de série das moedas e informa a transação se transferência, pagamento, compra, câmbio ou empréstimo. Os candidatos a agentes deste serviço de identificação de transferência de numerários poderiam ser: 1. Lotéricas; 2. ATM, conhecidos como terminais bancários; 3. Agências bancárias e caixas; 4. Lojas certificadas com NFE e CD; 5. Cartórios; 6. Agentes credenciados para esta prestação de serviço público; 7. Computadores, i-phones, tablets com certificação digital da RF. 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