segunda-feira, 4 de outubro de 2021

Precisamos dos vermelhos

Roberto da Silva Rocha, professor universitário e cientista político

Livros na Amazon.com do Prof Roberto da Silva Rocha

Ainda vamos precisar dos vermelhos por muitos séculos até nos curarmos dos males da doença infantil do maniqueísmo. 

Ainda é difícil navegar no mundo das caixinhas onde os formadores de opinião vivem dividindo as pessoas entre isso ou aquilo. Quem não ama o flamengo é porque tem muita inveja. Assim pensa a maioria que sequer cogita que nenhuma exigência é feita para participar ou se retirar de qualquer posição de opinião, seja flamenguista ou comunista, não se exige filiação nem fidelidade.

Dito isto, a proxy para entender uma pessoa é fazer a análise do discurso para obter em alguma palavra chave a certeza da inclinação ideológica, certamente qualquer adjetivo já é suficiente, basta uma expressão como opressão sobre a classe ou a piedade no comentário favorável, ou um comentário benevolente tolerante passivo sobre o lado do agressor de um confronto com a lei, mudando as palavras basta trocar o substantivo pobre pelo substantivo excluído social e pronto, já temos o mapeamento ideológico completo.

Assim, conhecendo profundamente os vocabulários fechados de cada lado em confronto ideológico e isso encerra qualquer possibilidade de comunicação civilizada entre as partes.

Se opor aos dois tipos de imperialismo nos coloca na posição de idiotas sem ideologia e desprovidos de senso de justiça e de conhecimento profundo das relações internacionais.

Assim, precisamos ainda dos comunistas porque a direita brasileira ainda baba nos EUA e acreditam piamente na amizade dos americanos e de sua enorme bondade e generosidade.

Enquanto as elites ideológicas pensarem que quem odeia os EUA é amigo dos comunistas, e pensarem que quem odeia os chineses é amigo dos americanos nunca vamos ter a oportunidade de entrarmos em uma nova fase anti imperialismo.

A única desgraça da humanidade sempre foi e sempre será o imperialismo, seja teocrático dos islâmicos, seja dos comunistas, seja dos sociais democratas, seja dos liberais e dos capitalistas.

Quando se trata de temas principais axiológicos brasileiros fica impossível dialogar quando os interlocutores ficam tentando pescar do vocabulário de que ideologia estamos lidando, no caso dos aumentos do preço da gasolina, no Brasil, a Petrobrás acaba sendo empurrada para um dos lados da disputa ideológica, esquecendo os dois lados, esquerda e direita, que a Petrobrás antes de qualquer variável é um oligopólio, então a Petrobrás sofre todos os males inerentes a um oligopólio, não pode ser tratada como uma empresa, antes é uma mistura de entidade pública com empresa privada, não está sob pressão do mercado, e quando precisa aumentar os preços apela para argumentos mercadológicos como se empresa fosse atuando em um mercado competitivo, não está, mas quando se vê ameaçada ou endividada o caixa do governo é obrigado a salvar o patrimônio nacional.

Esta ambiguidade é demais conhecida, porém adicionar uma concorrência saudável à Petrobrás iria irritar aos esquerdistas que nada lucram com os lucros do petróleo é nosso,  mas a gasolina e o óleo não nos pertencem o petróleo é nosso mas a gasolina é da Petrobrás.

Privatizar a Petrobrás seria fazer o mesmo que foi feito quando da privatização da Telebrás, dividindo-a em em cinco empresas para ter uma concorrência real entre empresas em condições iguais de mercado.

Se não fosse os vermelhos os EUA já estariam com suas cocheiras instaladas na av Paulista e Brasília já seria um cassino do Trump.
 
O lema da bandeira nacional bem poderia ser "não escolhemos os inimigos" ao invés de Ordem e Progresso, o Brasil não pode se dar ao luxo de escolher quem vai odiar, nem Washington faz isto, a política externa norte americana segue o petróleo e o dinheiro no mundo. Ideologia pra quê?

Os comunistas ao justificarem seu pensamento reformador da sociedade afluente criaram a palavra e o conceito de capitalismo. 

Então, portanto, o conceito de capitalismo só existe na concepção dos comunistas. 

Atualmente a nossa sociedade atual é apenas a sociedade que surgiu após a renascença superando o feudalismo. 

Quiseram reinventar uma espécie de sociedade ancestral da era dos primitivos clãs para a sociedade moderna artificialmente baseados em utopias comunitárias das pessoas tentando adivinhar como as pessoas poderiam ser felizes repartindo e compartilhando, então amaldiçoaram a riqueza individual e promoveram a igualdade na pobreza que chamaram de comunismo e aos inimigos dele chamaram de burgueses capitalistas.

Por isso os chamamos de imperialistas; querem os EUA nos impor suas músicas, sua língua, seus costumes, sua religião, seu modo de viver, seus gostos, seu pensamento como fizeram os colonizadores portugueses, espanhóis, holandeses, franceses na África, em Índia, na América.

Em suas épocas os Egípcios e os romanos assimilaram as culturas e permitiram aos povos dominados desenvolverem em seus guetos a sua cultura privadamente.

Agora os novos colonialistas são os comunistas com seu modo único e monolítico de vida sobre casamento, sexualidade, religião, economia, costumes, e os novos colonizadores nem tão novos os muçulmanos. Isso é imperialismo totalitário. 

domingo, 3 de outubro de 2021

Manginas e VSM

Roberto da Silva Rocha, professor universitário e cientista político

livro disponível em Amazon.com prof Roberto da Silva Rocha

Sem cancelamento, por gentileza. Não vou dizer aqui se sou antimangina ou antiescravoceta.

O que vou propor é um caminho tragicômico.

Os homens foram iludidos de que poderiam controlar suas mulheres, filhas, esposas, namoradas, amantes, ficantes, por tradição cultural fomos convencidos de que as mulheres fazem parte da mesma espécie que os homens, diferenciando apenas por um cromossomo Y.

Apenas um cromossomo já é um abismo do ponto de vista biológico, implica esse único cromossomo em milhões de informações para os RNA o que nos remete ao fato de que dos 23 cromossomos humanos temos trilhões de combinações de informações genéticas que ficaram blindadas no cromossomo y.

Com o mapeamento do DNA humano cumpre revelar que somos quase duas espécies diferentes biologicamente e principalmente psicologicamente, esse foi o erro que levou a situação atual de total conflito de gênero, assim, os atos femininos estão totalmente desprovidos de significação para a lógica masculina divergente, e isso sequer é considerado nos livros de psicologia.

A hipótese de que a psicologia estuda a mente humana já é uma falácia quando tenta apenas identificar os diferenciais humanos sexuais, por não haver tais diferenciais, as mentes masculinas são totalmente diferentes da mentes femininas.

O antagonismo feminino não nasceu por causa do feminismo, a mulher nunca reconheceu no masculino um ser da mesma espécie humana a que ela pertence, portanto, tratar o homem como um ser humano não parte do cogito feminino, portanto, não precisa a mulher respeitar os protocolos humanos da mulher com respeito ao homem que deixa de ter a condição humana, na perspectiva feminina.

Pode trapacear, enganar, extrapolar as normas sociais e os protocolos sociais como se faria com uma raça alienígena, que supostamente colhe e abduzem espécimes estranhos para estudo e análise até mesmo sacrificando os espécimes estranhos à sua espécie, assim, a mulher pensa o homem como um ser de outra espécie não tendo para com o macho humano qualquer identidade e qualquer empatia por pertencer a uma outra espécie não humana, esta compreensão explica qualquer sentimento de piedade ou de respeito ou solidariedade que devotamos a um animal doméstico porque o homem é uma espécie não humana e hostil.

domingo, 26 de setembro de 2021

Conforme o combinado

Roberto da Silva Rocha, professor universitário e cientista político

Livro disponível em Amazon.com prof Roberto da Silva Rocha

Como sempre os porta aviões foram inventados para confrontar países com orçamento militar restrito e com dirigentes com cérebros treinados em West Point e em Harvard. Dentro da lógica americana o inimigo precisa confrontar as forças americanas conforme o combinado, se os adversários não performam com o script acontece um desarranjo diarréico no cérebro do Pentágono e o resultado foi o que se viu na guerra de Stalingrado enquanto os manuais davam como derrota a destruição de 60 por cento do exército soviético frente a Wermacht nazista a destruição cem vezes do Vietnam e Cambodja a resistência insana em Okinawa a resistência cultural e religiosa do Afeganistão a resiliência dos cubanos ao cerco de apenas 80 milhas das costas da Flórida nada disso passa pelos estrategistas americanos então os porta aviões deveriam ter desaparecido como arma juntamente com os dinossauros os submarinos são as únicas armas que poderiam enfrentar os ET caso invadissem a terra. Mas lá o que importa são os contratos com a militarindústria corrupta e bilionária

segunda-feira, 30 de agosto de 2021

Novo Vietnã

Roberto da Silva Rocha, professor universitário e cientista político

livros na Amazon.com prof Roberto da Silva Rocha veja a biografia de Negrete do Legião urbana escrito pelo seu irmão

Fugiu de novo. Como fizeram na fuga do Vietnam. Errado. Uma retirada ao estilo de Denver, como na Segunda Grande Guerra, custaria uns 10 US $ bilhões de dólares então a caixa registradora do federal budget assimilou o prejuízo apenas material de uns 30 US $ bilhões de dólares em material militar e combustível para remover o excedente que será reposto com novas aquisições para o Pentágono gerando mais lucros para o complexo industrial econômico militar político viva o militar capitalismo americano. Em breve todo material de mãos estará nas favelas do mundo todo em mãos de bandidos e traficantes de todos os gêneros.

quinta-feira, 19 de agosto de 2021

Vitimização dos escravos e das mulheres, erro histórico?

Roberto da Silva Rocha, professor universitário e cientista político

Livro biográfico "Meu irmão Billy" Amazon.com 


Qual foi o fato histórico quando todas as mulheres do mundo inteiro foram colocadas na condição de desimportância total para a humanidade e o homem foi declarado hostil ao direito de igualdade?

Essa pergunta jamais respondida pelas feministas vem junto com outra: quantos homens foram feitos escravos por sistemas criados por outros homens? 
 
Faz parte da mitologia humana a fantasia da utopia do paraíso terrestre, não menos pior e ridícula do que a outra utopia da igualdade, como se não bastasse a lei da dialética de que não existe duas folhas de árvore iguais no universo inteiro, as nossas melhores distopias são ainda a da igualdade e a distopia da felicidade no paraíso eterno. Na terra.

Quantos homens trabalharam para outros homens como na condição de escravidão sem receberem remuneração e as mulheres sim eram consideradas portadoras de mesmas condições de escravas tal como os escravos, neste caso as mulheres feitoras dos escravos não foram solidárias às mulheres escravizadas?

É preciso também considerar como eram os contratos de  trabalho na antiguidade, no império romano, no império egípcio, na renascença, na era colonial nas américas, então comparamos com as condições dos escravos em cada época, fazer um corte comparativo atemporal é inútil e ilógico.

O recorte do assunto com o corte mulheres/homens não facilita e nem soluciona nem problematiza corretamente a questão dos direitos humanos.

A violência contra os homens a partir de outros homens é estatisticamente maior de homem para homem do que a violência de homem sobre a mulher, simplesmente porque o agente protagonista da humanidade é o homem, simplesmente porque é assim.

Homem é o protagonista porque se mostrou mais hábil do que a mulher, e nada pode mudar isso; homens habitantes do círculo polar são mais produtivos em projetos intelectuais por causa do clima que os obriga a ficarem isolados durante quase nove meses por ano para se abrigarem do frio, então o macho Lê mais, medita mais e inventa mais neste período de meditação forçada. 

O que impediu a mulher de fazer o mesmo? Alguma lei as obriga a não procurarem tarefas cansativas e extasiantes, de ler e escrever e estudar? 

A preguiça e o alheiamento a indiferença a apatia da mulher são os responsáveis únicas pelo seu lugar na história da civilização, uma parte dessa restrição cabe ao fato da gestação e criação da prole ocuparem muito do seu tempo de vida adulta.

Como foi possível durante 350 anos pessoas adultas embarcarem sem coação em uma embarcação e se submeterem a viagens longas para chegarem a lugar desconhecido para começarem uma atividade igualmente desconhecida com riscos conhecidos ?
 
De quem estamos falando?
Os marinheiros do século XIV embarcavam nas caravelas e naus portuguesas e espanholas, com pagamento adiantado de um ano que eram entregues para a família que não embarcavam justamente por causa dos riscos das viagens marítimas onde de cada três embarcações que partiam da Europa uma nunca retornava.

Que tipo de contrato era esse para o enorme risco em troca de dinheiro que bem poderia ser ganho de outra forma? 

Que tipo de empreendimento é esse onde as possibilidades de lucro envolviam um risco inaceitável?

Um contrato que lhe fosse oferecido agora em 2021, onde está garantida: habitação, sexo à vontade, comida, assistência médica, emprego certo para você e os seus filhos, sem obrigação de cuidar da sua prole, sem riscos de pagamento de pensão alimentícia, sem perda de bens por dívida, sem divórcio, sem casamento, sem fidelidade?

Acabei de descrever um contrato de um escravo negro africano do século XVII no Brasil ou na Antilha, ou  em qualquer parte.

Para muitos hoje em dia tal contrato seria a solução melhor para uma vida miserável de favelado e excluído mas a  moral liberal atual se negaria a reconhecer que os escravos viviam em um sistema muito melhor do que os miseráveis sem teto e os sub-assalariados.

Vivemos a era dos direitos humanos que nos foram ditados sem uma consulta popular ampla sem consultarem aqueles a quem são endereçados estes direitos, e o que é pior, são imposições dos ricos países abastados apenas para nos punirem por não podermos ter as mesmas possibilidades de riquezas.

terça-feira, 17 de agosto de 2021

Coincidência demais

Roberto da Silva Rocha, professor universitário e cientista político

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Durante 51 anos assinei quatro rodas e vi sempre a longa parceria entre a revista e a VW, a VW calibrava os câmbio as suas relações para deixar os carros preparados para três parâmetros: zero a cem, retomadas a 60, 80 e 40 e velocidade máxima na marcha longa, e economia debaixo de parâmetros caseiros únicos da 4R e não do INPI. Agora vejo o mesmo pois todos temos preferências e as suas são dadas claramente, por isso vê-se que a imparcialidade não é característica de jornalistas, mas dito isso é bom relembrar que a RB contratou engenheiros justamente da MB, e isso eu não ouço falar, a MB perdeu cérebro, segredos e a RB ganhou cérebro e segredos num jogo soma zero, o ganho de um é a perda do outro, ademais, a lei dos grandes números que Emerson sempre lembrava da Estatística, a corda da MB está esticada e vai quebrar, porque estes números são contra ela própria, são campeonatos demais títulos demais e vitórias demais, um raio nunca cai duas vezes no mesmo lugar, a moeda que só da cara e nunca coroa acaba despertando a desconfiança do dono do cassino

sexta-feira, 6 de agosto de 2021

Yashua nem judeu nem cristão

Roberto da Silva Rocha, professor universitário e cientista político, 

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Nem judeu nem cristão?
Yahushua, o Messias  Cristus para os gregos, não chegou a conhecer do cristianismo, religião fundada por Estevão, judeu, Lucas, grego, Pedro, Paulo, Cristus morreu sem escrever nenhum evangelho, nenhum testamento ou carta às igrejas, Yashua nunca saiu para pregar fora das terras Israelitas na Judéia, Samaria, Jerusalém, sempre frequentando os templos chamados sinagogas judias, era judeu  e foi crucificado por insistência dos rabinos fariseus que acharam que era o falso messias de Isaías, portanto rejeitado como judeu não foi reconhecido como judeu nem chegou a ser cristão.
Onde fica toda a doutrina do cristianismo a partir dessa base historiada pela própria escritura sagrada?

Foi Eva

Roberto da Silva Rocha, professor universitário e cientista político
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Toda arquitetura Torah ou do Pentatêuco, especificamente, do livro de Gênesis pode ser analisada sob a analogia da famosa teoria dos jogos de Von Newmman e John Nesh sobre a hipotética situação onde uma decisão precisa ser tomada entre duas situações que implicam em conhecimento e ignorância recpíprocos sobre as decisões a serem tomadas sem que um saiba o que o outro decidirá e essa informação permitiria encaminhar a verdadeira saída do impasse, caso fosse possível se saber de antemão as consequências das decisões independentes um do outro, portanto, sem a colaboração entre os recíprocos não é possivel se saber qual o caminho adequado para se decidir corretamente. Esta é a situação de Eva antes de se decidir a comer a fruta da árvore do conhecimento dobem e do mal, vale dizer, a fruta do conhecimento científico.
De outra feita, durante a tentativa de erguer a torre de Babel a confusão é estabelecida pra que a humanidade não possa, em outra tentativa, estabelecer um concerto universal que levaria a humanidade a dominar o conhecimento, como aconteceu com Eva, caso estava prometido.
Mas a teoria dos jogos garantia que Eva não teria outra alternativa. Sem comer da fruta da árvore do conhecimento do bem e do mal ela nunca mais morreria, seria eterna, e num tempo infinito Eva comeria em algum momento daquela fruta e se tornaria mortal, e salvaria a humanidade da ignorância e da ingenuidade, para podermos envelhecer e morrer, e adquirirmos o conhecimento negado no Jardim do Éden, assim,  Eva nos salvou da ignorância eterna, e de andarmos nu no zoológico do Éden sem saber nada sobre o bem e o mal.

Lixo da História, História lixo

Roberto da Silva Rocha, professor universitário e cientista político


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Enquanto a CV regride no mundo todo, como era esperado acontecer com todas as viroses respiratórias em seu ciclo de vida parabólico que lembra a curva de Gauss de distribuição das probabilidades, bem familiar aos estatísticos e matemáticos, alguns economistas, médicos e de nenhum sindicalista militante da torcida necrológica, vimos durante os três ciclos da revolução industrial, ou, as três revoluções industriais em três fases na linha do tempo, a sucessão de eras de dominação e de hegemonia e a quinta e sexta revolução seriam a dos robôs e IA, nanomateriais, fotônica, e engenharia genética, a quarta era seria a abortada era da energia nuclear e da informática. Nada como a história da própria ciência para nos mostrar a inutilidade da obsessão dos despreparados intelectuais orgânicos em apontar sempre o progresso científico como a bússola da humanidade e da civilização.
Nada mais fútil do que a tecnologia e a sua matriz o conhecimento científico.
O próximo modelo de celular estará nas lojas dentro de dois ou quatro anos derrogando e transformando em lixo o recém lançado modelo iphone 14. Assim caminha a humanidade, não faz um século e a pequena maravilha tecnológica da Alemanha o Fusca era a obra prima do estado da arte da mecânica afinada do mercado automobilístico.
Nada de mais; nem se passou um século do projeto do fusca pelo engenheiro tcheco Ledwinka roubado por Ferdinand Porsche para se gabar diante de Adolf Hitler.
A cultura de trigo continua a mesma depois de seis mil anos, e pode a humanidade sobreviver sem o fusca e sem o celular, mas  não sem o trigo.
Não estou querendo dizer que a tecnologia não merece a atenção do Estado, mas não é um degrau na falsa pirâmide do conhecimento, a base do conhecimento de hoje e de ontem nada servirá para a tecnologia de amanhã cedo para a humanidade, porque o conhecimento científico é feito aos saltos com rupturas, quando o primeiro Ford T era lançado pelas linhas de montagem nos EUA ainda estavam pendentes os pedidos de aprovação de cerca de 2000 modelos diversos de ferraduras para cavalos, os grandes fabricantes de carruagens e de diligências puxadas a cavalos e éguas nenhum deles investiu na construção de automóveis.
O ser humano detesta saltos descontínuos porque acredita na escalabilidade e na progressão e acumulação do conhecimento, então a física quântica rompe com a física clássica e ninguém menos que Einstein duvida daquela ciência nova de jogo de dados estatísticos. O único caminho é a ruptura das velhas ideias que nem sequer merecem uma revisão. Lixo da história.

quarta-feira, 4 de agosto de 2021

Educação e Informática

Roberto da Silva Rocha, professor universitário e cientista político

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Eu também fui estudante de engenharia e sou analista de sistemas há 44 anos, sociólogo, e cientista político e professor, dito isto para dizer que não acredito, filosoficamente, em progresso científico como apanágio da vida e felicidade de todos os povos de todas as pessoas, eu nem sei até que ponto ter um iphone 14 é garantia ou pré requisito para uma sociedade ser considerada superior. 

Os antropólogos, desde a fundação da Antropologia, nunca estabeleceram uma escala de status de sociedades, e, entre elas, todas as culturas se equivalem, seja uma tribo de Nambiquaras da Amazônia ou do Mato Grosso. 

Eu tenho um trunfo de ouro porque não pode ser contestado, tive que esperar quase meio século para confirmar que o meu prognóstico estava além do tempo.

Fui procurado nos primórdios da Informática, - quando ainda não existia tele informática nos anos oitenta - , por Pedagogos, de alto escalão, do governo federal em BRASÍLIA , para saberem da necessidade de informatizar as escolas para que o Brasil não ficasse defasado dos países desenvolvidos. 

Eu lhes respondi que a informática não é melhor que a lousa, ou os livros, ou o mimeógrafo, ou um telefone ou a televisão, é uma ferramenta como outra qualquer, como um alicate ou um martelo que em mãos de especialistas podem ajudar a fazer coisas altamente especializadas, em mãos erradas é como um martelo nas mãos de um louco.
Tive que esperar e assistir ao governo gastar bilhões em programas de computadores, tabletes, celulares, tv via satélite e nada disso transforma um imbecil ou um delinquente em estudante nerd. 

Felicidade não depende de um iphone ou de um Toyota Corolla da garagem.

Todos são iguais perante Deus, os homens, a lei, mais uma falácia cultural e que só nos traz prejuízos então para tornar iguais a todos é preciso um contorcionismo no conceito de igualdade para igualar um cadeirante a um cidadão sem dificuldades de locomoção por seus meios fisiológicos naturais sem ofender a quem quer que seja mudam os nomes para metáforas e sinédoques metonímias para pessoas portadoras de limitações de movimentação, pobre vira pessoa com hipossuficiência de recursos ou chama-os de pessoas excluídas da sociedade afluente, assim vamos acreditando e nos enganando que todos os alunos são iguais e que as escolas e os métodos de ensino precisam de aperfeiçoamento para dar igual oportunidade para que todos aprendam perfeitamente a poderosa Matemática mas curiosamente esse mesmo raciocínio não é tão rígido no ensino de canto, de pintura, desenho, música, por que será tamanha flexibilidade?

Assim ao invés de separarmos as turmas por habilidades para Matemática, Física, Artes, dança, esportes, misturamos e os gênios são sufocados e sofrem perseguição e buylling dos dinos valentões e vamos acreditando que os delinquentes e criminosos podem ser recuperados em penitenciárias para a reeducação de rejeitos sociais inatos e ineptos para a vida societária.

terça-feira, 3 de agosto de 2021

Projeto de escolarização (educação, sic)

Roberto da Silva Rocha, professor universitário e cientista político

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O socialismo teórico vive o melhor dos mundos, justamente o mundo idealista onde reconhece a injustiça da sociedade e escolhe aleatoriamente o culpado, o de sempre, o sistema capitalista, e com algumas aberrações como produto de qualquer riqueza vir do roubo, simplesmente, e genericamente, sem discriminar o trabalho intelectual ou físico para amealhar a riqueza, desprezando aqueles preguiçosos que não passam as  madrugadas estudando entre as dez horas diárias de trabalho, como eu fiz, meu filho fez, dormindo duas horas por noite para conseguir a riqueza roubadas dos preguiçosos que culpam os outros pela sua indigência mas aí vem o outro lado, onde o poço sem fundo do Estado está aí para sustentar os vagabundos, os doentes, ou os desvalidos e aleijados que não querem e não podem ter o seu sustento, culpam as escolas que as obrigam a receber toda sorte de vagabundos violentos que atrapalham os nerds e cdf, ao contrário, a escola devia ser o palácio e o resort dos gênios e não depósito de delinquentes e isso poderia ser simples de resolver expulsando da escola essa escória de malditos para um estabelecimento escolar para delinquentes.
Chega de hipocrisia pois na High School as crianças nerds são discretamente separadas dos idiotas para não sofrerem buylling dos fortões, para que não aconteça novamente o que aconteceu com Zuckberg e ou Bill Gates que conservaram sua raiva e desprezo pelos atletas e pelas meninas lindas que ficavam no grupo dos mandões na high school batendo nos nerds e zombando deles.

sexta-feira, 23 de julho de 2021

Corrida armamentista

Roberto da Silva Rocha, professor ⁹ e cientista político

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Quando era graduado imaginava que politicos eram orientados a pensar racionalmente. Então fazia sentido imaginar que a destruição mútua assegurada era garantia de paz. Ao contrário hj penso que uma única bomba nucluear detonada na Califórnia mandaria os EUA para a lista dos paises subdesenvolvidos. Essa corrida armamentista é uma estratégia dos falcões que engolem penca de verbas orçamentária vendendo terror absoluto e irracional para a população encurralada e com tornozeleira das redes sociais.

terça-feira, 20 de julho de 2021

Porta-aviões

Roberto da Silva Rocha, professor universitário e cientista político

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Pensaram os arquitetos militares franceses em construir um muro para defender a França de  Alemanha, como fizeram os Chineses há 3000 anos atrás com a sua muralha famosa.

A linha de Maginot sequer foi contestada pela Alemanha que simplesmente a ignorou e deu a volta em volta da muralha de Maginot contornando-a e mostrando a sua anacrônica mentalidade medieval das defesas monstruosas e antigas como são os porta aviões da segunda grande guerra mundial, as modernas muralhas navais de Maginot.

Assim como o afundamento do encouraçado Bismark e de seus irmãos Hood, inglês, e do encouraçado japonês Yamamoto na segunda grande  guerra mundial que nunca saiu para a batalha com medo de ser afundado, ainda não foi suficiente a derrota em um único dia de cinco porta aviões japoneses por aviões americanos, fato atenuado por terem sido os aviões embarcados e decolados de outros porta aviões, encobrindo o absurdo a que são submetidas na operação as enormes belonaves marítimas verdadeiros leviatãs inoperáveis.

Então para operar um moderno super porta aviões são necessários coisas gigantescas como uma tripulação de 6000 pessoas!
são cerca de 90 aeronaves assim distribuídas:
- 30 aeronaves de caça de escolta;
- 30 aeronaves de ataque e bombardeio;
- 10 aeronaves de asa rotatória helicópteros de resgate e de ataque anti submarino;
- 4 aeronaves de transporte de pessoal e de carga;
- 4 aeronaves de vigilância aérea antecipada;
- 4 aeronaves de reabastecimento aéreo;
- 4 aeronaves de interdição eletrônica;
- 4 helicópteros de apoio.

Se considerarmos que cada aeronave precisa ser preparada para ser lançada ao ar e, apenas para argumentar, considerando que estejam já completamente preparadas antecipadamente para lançamento ao ar e considerando nestas condições que a catapulta esteja preparada já para cada  lançamento de cada aeronave e já estejam taxiadas em posição para arremesso, cada movimento final de lançamento consome 7 minutos; então, seriam necessários 630 minutos para colocar todas aeronaves em voo, São dez horas e meia.

Imagine um porta aviões a mil quilômetros da costa de um país inimigo então a sala de situação de guerra do porta aviões começa a fazer os cálculos de equação diferencial para escalonar a autonomia em combustível de cada aeronave desde a decolagem e os espaçamentos entre as decolagens e autonomia de cada aeronave onde sem o reabastecimento cada uma tem exatamente quatro horas de vôo.

Por causa da autonomia de combustível de cada aeronave, que é limitada pelo peso máximo de decolagem, que é limitado pela capacidade da catapulta, então o raio de ação em torno do porta aviões é uma função de autonomia das aeronaves e velocidade dos porta aviões em torno de 50 milhas.

Então tem que determinar que aeronave teria preferência para pouso, que na verdade é um acidente controlado, então a aeronave para pousar precisa estar em condições perfeitas caso contrário tem que alijar as armas não usadas, mísseis, bombas, foguetes e tanques suplementares para evitar acidentes no pouso, serão mais de 14 horas de aeronaves pousando continuamente e taxiando para liberar a pista de pouso.

Como se vê o porta aviões é um imenso trambolho complicado e inútil como arma prática cuja era moderna os tornou inoperantes.

Uma análise geopolítica breve nos mostra a importância no Atlântico Sul e no Pacífico Sul dos porta aviões principalmente no ponto Nemo onde por contingência geográfica se verifica que no hemisfério Sul a terra está em 80% recoberta pelos oceanos, então, as ilhas e arquipélagos se tornam extremamente importantes como pontos de apoio embora precisem ser reabastecidos, daí a importância insubstituível dos porta aviões nesta parte do globo. Aí resta o problema da logística em uma distância infinita de qualquer pedaço de terra seca.

Ficou demonstrado, porém não tão evidentemente aos estrategistas, que em nenhuma outra parte do mundo os porta aviões se tornaram decisivos, ao contrário, operar porta aviões em baías e oceanos fechados se torna um alçapão encurralando os porta aviões para a fatalidade, como no Golfo Pérsico, Mediterrâneo, Mar Negro, Ártico e Antártica estes últimos por questões meteorológicas porque são belonaves estruturalmente abertas. 

O que demonstra a pouca efetividade na segunda guerra mundial dos porta aviões no Atlântico Norte repleto de submarinos e de bases aéreas costeiras. Portanto, um porta aviões não tem chances contra aviões baseados em território próximo deles.

Um porta aviões é uma ilha flutuante qual é insubstituível no hemisfério sul onde a terra é recoberta em quase  90% de água, porém abriga apenas menos de 10% da população da terra.

Um porta aviões é como um pátio de carretas de uma transportadora com a diferença que leva uma carreta de 30 metros de comprimento por 15 metros de largura manobrando para estacionar no pátio de 60 metros de largura por 270 metros de comprimento, balançando e com ventos de través, assim, as aeronaves tem de se apertar umas contra as outras no convés do porta aviões atulhado de aeronaves como se fosse churrasqueira cheia de espetos, parecem as aeronaves espetadas na pista de convés. São manobras apertadas, extremas, demoradas e delicadas.

Um porta aviões é feito para intimidar, com os seus 300 metros de comprimento e 70 metros de altura flutuando no meio do oceano, conspícuo, barulhento, com milhares de ruídos sonoros, eletromagnéticos, nucleares, muito calor infravermelho, visível pela iluminação feérica como a de Las Vegas, difícil de ocultar dos inimigos, por isso ele é feito para ser visto, apenas isso, ao contrário dos submarinos, que levam monstros silenciosamente sob as águas, não intimida, aterroriza apenas quando aparece o torpedo ou o míssil suicida com a sua carga certeira e suicida, ao contrário dos aviões dos porta aviões que tem duas funções, atacar e se defender para retornar com uma vida a bordo que se cair na água já está condenado à morte anunciada, entre frio, tubarões, tempestades, água e alimentos datados, o oceano é o inferno dos marujos e aviadores navais.

Porta aviões são como armas nucleares, feitas não para serem usadas, mas para barganhar, intimidar, causam mais danos aos seus proprietários do que aos inimigos, com seus custos de operação astronômicos, é feito para serem vistosos, porque não podem ser ocultados, são grandes demais para se esconderem, fazem muito barulho, consomem demais de tudo, comida, água, remédios, roupas, energia elétrica, papéis, é uma cidade de luxo, produz: muita comida, e esgoto, e lixo, e resíduos; é  um hotel flutuante para 6000 turistas fardados.

Um porta aviões é feito para ser vistoso e barulhento e opulento, o submarino é feito para ser discreto, silencioso, sorrateiro, discreto e mortal.

Vamos começar pelo fim, pela finalidade dos porta aviões que é lançar e recolher aviões. Então qual é o potencial do avião como arma moderna?
Atualmente, os aviões além de servirem de defesa aérea e apenas para lançar bombas de queda livre, o que está sendo uma opção menos possível em uma área bem defendida por meios antiaéreos e por outros aviões de interceptação inimigos, então, como meios de ataque os aviões perdem longe para os mísseis de cruzeiros mortais como o Exocet e os Tomahawk e russos Calibr, Onix, e chineses, porque são mísseis suicidas e por que não são tripulados, ao contrário dos aviões de ataque lançados dos porta aviões, uma vez que os mísseis suicidas fazem melhor que os aviões; então, gastar 44 bilhões para lançar 90 aviões de um complicado processo de operar porta aviões e recolher os aviões em breve vai cair a ficha dos estrategistas.

Existe uma questão estratégica com relação à qualquer sistema de defesa aérea com mísseis antiaéreos é que no caso de defesa antiaérea enquanto os aviões aliados estão na área de defesa aérea os mísseis de defesa aérea não podem distinguir os avíões amigos dos inimigos, portanto, ou os aviões amigos se afastam do perímetro de defesa antiaérea de mísseis ou o sistema de defesa antiaéreo com mísseis não pode operar com a presença de aeronaves amigas e inimigas na mesma área.

Por isso uma rede de defesa anti aérea em torno de porta aviões impede que as aeronaves do porta aviões estejam operantes.

Uma frota de submarinos é como a rede de esgotos, de água, ninguém a vê mais sabemos que ela está lá, quando damos descarga no cocô sabemos apenas que o cocô some da nossa casa, mas se ela falha todos se lembram dela com grande desgraça, uma tragédia.

O porta aviões é como um viaduto, um shopping center, uma rodovia ou um aeroporto que pode ser visto é muito chamativo atrai a atenção de todos. sua única finalidade.

Religião

Roberto da Silva Rocha, professor universitário e cientista político

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As religiões todas prometem o caminho secreto e exclusivo de acesso ao mundo espiritual, para quem acredita que o universo vai além do material e da energia. Assim, adicionalmente se promete através da religião, muitas vezes bônus materiais e saúde e milagres nem sempre comprovadamente concedidos espiritualmente, porém, o que mantém a religião firme contra qualquer ataque contra a fé, legal ou científico, é a sua capacidade de fornecer e de validar um modelo de comportamento social, e isso que impulsionou o imperador Constantino, mesmo não sendo cristão, começar a institucionalizar a religião que estava modelando aquele comportamento ético politicamente correto e desejável. Esta é a principal finalidade e riqueza da religião fornecer um padrão de comportamento social superior.

Quase concordei com as suas cuidadosas colocações, e o faria tranquilamente vinte anos atrás, exceto que como professor de física sei que as leis da natureza não podem ser violadas nem violentadas mesmo pelos capitães religiosos mais poderosos espiritualmente.

Quase concordei com as cuidadosas teses oferecidas pelos céticos e ateus sobre a religião ser o ópio espiritual e alienação ideológica.

 

Isso todas as ideologias o são

 

 

o ópio do: nacionalismo, machismo, feminismo, politicamente correto, ecologia, guerra fria, diversidade sexual, aquecimento global, veganismo, todo tipo de adesão a grupos de preferência como ser flamenguista ou vascaíno, direitos humanos, comunismo, liberalismo, democracia, parlamentarismo, são tantas seitas e grupos de opções todos com princípios e regras de adesão e de permanência castradoras e restritivas sem bases científicas, que apenas são práticas sociais, nada mais que isso, convenções, comportamento,

 

e o faria tranquilamente vinte anos atrás, exceto que atualmente como professor de física sei que as leis da natureza não podem ser violadas nem violentadas mesmo pelos capelães religiosos mais poderosos espiritualmente.

Por isso lhe proponho uma meditação sobre as leis da física que governam o lançamento de um dado de seis faces cada um contendo estampado em cada face um símbolo representando uma unidade, duas unidades e assim por diante ate a sexta unidade, simbolizada geralmente por um sinal de uma bola para uma unidade, duas bolas e assim por diante até a sexta bola, como qualquer dado de jogo então lançamos o dado e sai aleatoriamente um número correspondente ao número de bolas, se não for violada nenhuma das leis da física eu posso fazer com que lançando o mesmo dado novamente a partir das mesmas condições eu garanto obter o mesmo número anterior sempre. Sabemos ser impossível sem um dado viciado, sabemos que o acaso também não viola nenhuma das leis da física, no entanto, o dado nos ensina que nenhuma lei da física pode prever o número que vai dar. isso que chamamos acaso faz parte do mundo espiritual, por isso que existe a religião, mesmo conhecendo as leis da física nenhuma das variáveis que tentamos controlar foram mudadas portanto repetindo rigorosamente todos os procedimentos os resultados com os dados não podem ser previstos porque o universo mudou, a terra girou, o sol expediu uma nova quantidade de partículas elétricas, a posição da terra mudou porque aterra girou a 1600 km por hora no equador, e viaja a 175 mil km por hora em volta da elipse solar, e a nossa estrela o sol viaja a 900 mil km por hora na via lactea, a terra oscila por causa do efeito giroscópico e possui 17 movimentos, as posições dos planetas mudaram então as 107 variáveis computadas sobre as condições do planeta terra mudaram por esses e outros motivos não é possível se restringir ãs leis da matemática e da física, pois são varáveis demais para um determinismo materialista dar conta. Portanto a autoridade de Karl  se torna ridícula para encerrar qualquer debate inclusive sobre religião.

quinta-feira, 6 de maio de 2021

Fact checkers

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Imagina uma arena onde só se pode falar e fazer as mesmas coisas e se expressar e pensar do mesmo jeito sem divergência e diversidade de pensamento onde o pensar e se expressar desalinhado é punição com a exclusão social, aquela pena do banimento e da escomunhão medieval do Gulag da Sibéria; então chegamos ao fim da tolerância completa porque existe o sistema de correção dos sábios que nos protegem das asperezas do pensamento e da fala incisiva e contundente, por pessoas que tem QI e formação intelectuais inferiores sem mostrar a cara e seus diplomas, é uma banca acadêmica clandestina sem direito à ampla defesa, devido processo, competência e nem sabe agora com quem estou falando e nem de quem, tal baixo nível intelectual. Voltamos para trás da lei de Talião olho por olho, dente por dente, ainda havia ojulgamento mas os meios de mídia social nos caçam a palavra duas vezes: a primeira somos restritos institucionalmente em amplitude de acesso aos nossos comentários a pouco mais de duas dezenas de pessoas que podem ler a nossa linha do tempo no feed de notícias em segundo, depois de uma infringência na lei que foi criada por eles mesmo acima de qualquer lei parlamentar ou decreto de autoridade constituída legalmente vem os comunistas ignorantes e atrevidos nos censurar eliminando qualquer veleidade de democracia segundo seus padrões estritos de tolerância stalinista cerceando a palavra, assim quando perceberem a total perda de credibilidade lamentarão como aconteceu ao falido ORKUT; depois diga que eu não os avisei.

quarta-feira, 29 de julho de 2020

anti marxismo

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 O marxismo é um conjunto de conjecturas que fundamentalmente se baseiam em constructos abstratos e subjetivismo que a priori não são estranhos ao dedutivismo. A alavanca da heurística metodológica científica se vale em boa parte de artifícios de regressão ao infinito e de crenças até e inclusive na matemática. Está aí a física quântica para desestruturar toda a lógica cartesiana. Nem por isso. A prática gramsciana apenas hegemoniza e estereliza o debate criando auto justificativas num enredo de argumentos circulares e cumulativamente redundantes. Não vale o esforço desconstruir e desconstituir pós narrativas teleológica pois que tudo justifica tudo e a finalidade já está nas premissas aprioristicas. Chegamos sempre onde queríamos desde o início. Como deduz Nietzsche: " tudo é nada. Nada é tudo". O ápice da fenomenologia Hussleriana.

terça-feira, 28 de julho de 2020

mitologia Marxista

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Eu prefiro fazer o meu combate à ontologia do pensamento marxista - que não é necessariamente socialismo nem, pasmem, comunista. Uma auto piedade e um espírito de libertacionismo que aflige o pensamento marxista parecido, - com a máxima vênia- , com a piedade cristianista sobre o sofrimento humano. Marx imagina que o trabalho é um castigo humano patrocinado pela pessoa que empresa ou empresaria. Em primeiro lugar gostaria de deixar claro que o trabalhar não é uma pena contra um delito. Um índio precisa gastar muito tempo caçando e coletando alimentação. Construindo e se preparando para cuidar da sobrevivência sua e de seu grupo. Marx vende facilidade onde ela nunca existiu. Nenhuma pessoa vive sem despender esforço porque logo se enfastia e se entedia. Os seres humanos não suportam o ócio, a vida sem problemas e sem propósito. Por isso inventou a alma eterna a transcendência e a religião e o idealismo. Em resumo seu sentido de justiça e temperança. Tudo isso faz parte do mundo mental apenas posto que o mundo material é insuficiente e sem finalidade. O ser humano atribui significado a tudo. Essa indigência espiritual é a agonia nunca satisfeita. O imenso vazio existencial que não pode ser preenchido nem com o prazer nem com a dor.

sexta-feira, 24 de julho de 2020

Esquizofrenia do cristianismo

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O tema abordado trata da esquizofrenia introduzida pelos apóstolos Pedro- o traíra-, Matheus, Marcos, Lucas, os discípulos Paulo e Cornelius. Estes tem de ser considerados à parte da Bíblia. O cristianismo e os cristãos surgem depois da ressurreição de Cristo. Em Antioquia fora apelidada de Caminho esta novidade inventada pelos tais citados. Depois apelidada de cristianismo. Então introduzida esta seita Introdução de novos conceitos e doutrinas como a idéia do pecado original em Eva e o inferno juntamente com o conceito de alma. Todas estas inovações ausentes na tradição hebraica e inexistentes na torá e velho testamento, na Talmud e septuaginta. Esquizofrenia que contaminou e profanou a religião criada por Deus yahweh para os hebreus e universalizada por conta e risco destes mencionados hereges chamando de cristãos.

quarta-feira, 22 de julho de 2020

Pare o cristianismo

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O cristianismo é uma blasfêmia, heresia e abominação. Existe quatro provas de que Cristo nunca foi cristão. 1-Cristo nunca pregou fora de sinagogas. 2-Cristo nunca saiu da região de Israel: Judéia, Galiléia, Palestina e Samaria. 3-Cristo nunca escreveu um único evangelho ou carta. 4-O único livro que leu e pregou foi o Torá e os livros do velho testamento e outros não pertencente ao atual mas que eram da septuaginta e do talmude. Parem de blasfemar contra a única religião que Cristo conheceu que foi a única que pregou que é o judaísmo de Abraão e Moisés.

segunda-feira, 13 de julho de 2020

Transculturalismo

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Transculturalismo

Que sincretismos culturais geram as subculturas ?

A cultura pura talvez seja encontrada em casos de civilizações endêmicas isoladas  por épocas perdidas no tempo geológico.

Em geral tida como cultura local uma civilização possui sempre os mesmos elementos básicos estruturais e funcionais sincronizados pela intertemporalidade.

Assim sendo estes elementos síncronos invisíveis permearam a todas as culturas e civilizações no estagio que trata da idade de desenvolvimento caracteristico como o Transculturalismo explica a idade da pedra,  do ferro,  do fogo, do bronze, do ouro, do vapor,  da eletricidade,  do petróleo,  do avião,  do Computador, da informação,  da comunicação,  da inteligência artificial.

Este transsincronismo cultural  faz com que em todo o mundo as mesmas tecnologias sejam conhecidas e Consideradas nos mais diversos graus de impacto social sobre a vida humana.

O mesmo Transculturalismo desde as eras mais remotas da humanidade estabeleceu diversas formas de organização das relações sociais para responder ao funcionamento da prática social e da economia mundial.

Foi neste contexto que a escravidão foi instalada e institucionalizada em quase todas as civilizações em largo periodo de tempo até ser extinta ou substituída por uma forma Transcultural de um sistema social e economico universal e único para a era industrial que ainda persistente atualmente nas formas de pagamento pelo trabalho.

Fazia ou fez parte obrigatória do Transculturalismo de uma era da idade das religiões animistas e fetichistas a obrigação do rito da imolação de animais e de pessoas no altar às divindades  ou às intempéries naturais ou aos eventos ou aos estados da própria natureza.

O transculturalismo deixou marcas em profundidade quando se trata do helênico.

As instituições de alma e inferno traduzidas na modernidade transfixaram-se na psicologia e nas religiosidade.  A alma humana surgiu pela primeira vez com a filosofia de Platão e foi totalmente acabada com Aristóteles.  A instituição do Hades o inferno levou mais tempo para ser incorporado ao cristianismo uma vez que nao foi recepcionado pelo judaismo.

A cultura bíblica foi a que mais profundamente foi transculturalizada durante os três mil anos em que existiu sem ser um projeto e foi casualmente reunida e organizada como uma obra - a a bíblia - sem um roteiro ou projeto coerente desde o início e esta coerência foi arquitetada na seleção dos papiros e pergaminhos que estavam prontos e disponíveis no concílio de Niceia na Turquia em 321 dC.