quarta-feira, 22 de maio de 2013

Brasil, o paraíso dos inocentes

disponivel na AMAZON.COM livros de autoria de prof Msc Roberto da Silva Rocha Roberto da Silva Rocha, professor universitário e cientista político

Brasil, o paraíso dos inocentes


Todos os dias sinto a sensação de ter sido roubado, mas certamente estou sendo enganado todos os dias aqui no Brasil, disto eu sei.
No peso, no volume e na qualidade todos os produtos encontrados no comércio são fraudados, adulterados, corrompidos.
Nada está de acordo com as indicações ali colocadas na embalagem.
Para se obter quaisquer serviços deles os prestadores se escondem em exigências contraditórias e inescrupulosas, vazias e óbvias. Quer ver uma: se eles te pedem um atestado de residência apenas aceitam as contas de luz e de água. 
Mas quem forneceu o endereço para as empresas que fornecem luz e água poderem te fornecer o comprovante de endereço foi o próprio cliente o qual volta lá depois para pegar o seu comprovante das informações do endereço que ele mesmo forneceu e que não seriam válidas sem o comprovante de seu endereço. Pode isso?

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Liberdade e Felicidade

disponivel na AMAZON.COM livros de autoria de prof Msc Roberto da Silva Rocha Roberto da Silva Rocha, professor universitário e cientista político


A Felicidade
A vida tem um propósito?
Os grandes filósofos gregos elegeram uma sequência de tentativas para restabelecer esta discussão talvez refazendo a pergunta, ou fazendo a pergunta certa:
O termo grego ataraxía, introduzido por Demócrito (c. 460-370 a.C.), significa tranquilidade da alma, ausência de perturbação. É um conceito fundamental das filosofias de epicuristas e dos céticos, e pode traduzir-se como imperturbabilidade, ausência de inquietação ou serenidade do espírito.
Ataraxia é a disposição do espírito que busca o equilíbrio emocional mediante a diminuição da intensidade das paixões e dos desejos e o fortalecimento das almas face às adversidades. A ataraxia caracteriza-se pela tranquilidade sem perturbação, pela paz interior, pelo equilíbrio e moderação na escolha dos prazeres sensíveis e espirituais.
A ataraxia está muito próxima da apatia proposta pelos estóicos, na medida em que ambas caracterizam estados anímicos que contribuem para o alcance da felicidade através da disciplina da vontade para moderar os desejos e para aprender a aceitar os males voluntariamente. Ambas promovem a liberdade face às paixões, aos desejos, às coações, às circunstâncias e, mesmo, ao destino.
Distingue-se da apatia pela forma como promove a felicidade. Enquanto esta procura eliminar as paixões e desejos, a ataraxia tenta criar forças anímicas para enfrentar a dor e as adversidades. A ataraxia implica saber aceitar as situações e conviver com elas, ponderando o sentido e a utilidade dos prazeres e do que possivelmente magoa.
A ataraxia surge, muitas vezes, complementada pela aponia, que se traduz por ausência de dor, ausência de esforço como sofrimento. Segundo Epicuro, a felicidade alcança-se com a ataraxia, que proporciona um prazer estável, e deve ser acompanhada pela aponia, ou seja, pela ausência de dor física.
Esta praga ocidental dionisíaca introduzida pelo objetivo em si mesmo representado pela da busca da felicidade através do caminho do menor esforço possível, também chamada pelos utilitaristas de racionalismo individual, tem lançado as pessoas desesperadamente em busca de atalhos para esta alegria efêmera, que pode vir desde um gole de uma gelada cerveja, até o sexo inconseqüente, e, no estado mais agudo, ao uso de crack ou outras drogas mais sociais.
As pessoas elegeram, em nome destes princípios, que somente estarão realizadas quando alcançarem a tal felicidade. Essa busca por algo que nem sequer sabem se realmente o desejam, a felicidade, e que quando encontrá-la não fazem perguntas para si mesmo se é isto que é importante para as suas vidas.
Em primeiro lugar deveriam perguntar: para que serviria a felicidade? Depois, a segunda e óbvia pergunta seria: se a felicidade seria em si mesmo um fim para o seu projeto de vida. A terceira pergunta seria então: o que seria de suas vidas depois de alcançar a felicidade.
Respondendo a estas perguntas os filósofos gregos criaram pelo menos cinco variantes de escolas de pensamento filosófico para justificarem cada uma destas possibilidades.
A questão moral (costumes), que é a Ética secular da praxis social, foi derivada da tentativa de substituição à época dos filósofos gregos desde 550 a. C., dos preceitos determinativos do comportamento social e pessoal dados pela religião e pela tradição: tais preceitos doutrinários e dogmáticos.
Quando se tentou substituí-los (a religião e a tradição) pela racionalidade filosófica, dando-se aos preceitos éticos as justificativas lógicas e principiológicas para o comportamento considerado reto, socialmente aceitável, baseados na razão instrumental.
Eliminar-se-iam o medo da punição eterna, da punição de consciência, o medo da reprovação social baseada nos costumes tradicionais intraduzíveis, místicos e míticos, pelas variantes racionalistas principais: a) Ataraxia; b)Epicurismo; c) Ceticismo; d)Justiça; e) Estoicismo.
a) Ataraxia: é a busca da completa serenidade interior, pelo abandono total das perturbações produzidas pelo desejo, através do abandono total de todo desejo; é o desejo não realizado, não concretizado, que leva à frustração. E o principal de todos os desejos é o desejo de felicidade. A frustração levada às últimas consequências conduz à violência ou à apatia, tornando o indivíduo antissocial.
b) Epicurismo: ou hedonismo, seria a busca utilitarista da felicidade através do prazer, fazendo-se um balanço desta busca da felicidade através da economia e escolha racional entre o prazer e o dever, entre o sacrifício e o prazer, fugir da dor e do sacrifício desnecessário e improducente, minimizando as expectativas de sofrimento e maximizando as expectativas de prazer e de vantagens através do cálculo egoísta entre o dever e o prazer, entre o custo e o benefício.
c) Ceticismo: seria a busca racional da verdade absoluta pelo abandono de todas as idéias e noções préconcebidas e apriorísticas; buscar a verdade livre de quaisquer condições preexistentes, epoché, imutáveis ou indiscutíveis, insofismáveis. Tudo pode e deve ser questionado, examinado, verificado, investigado, posto à prova, nada pode ser desprezado ou excluído da censura e da dúvida.
Duvidar de conceitos e das verdades eternas e das afirmações insofismáveis.
Tudo pode ser questionado, verificado, discutido e modificado. Tudo deve ser testado, demonstrado e atestado. Somente pode ser verdadeiro aquilo que sobreviver ao fato concreto. No limite, chega-se ao niilismo Nietzcheriano: nada é nada, nada é tudo, e tudo é nada, não existem propósitos nas ações e intenções humanas.
d) Justiça: a noção de justiça, representada pela balança, indica que os nossos atos não podem exceder nem ficarem aquém da medida certa e exata, nos momentos e lugares certos: sem excessos nem falhas, ou faltas. Sendo justos estaremos sempre mantendo o equilíbrio da balança; nem bondade, nem maldade; nem doar nem receber; nem retirar nem entregar nada que não seja direito. Cumprir os deveres na estrita medida do necessário.
e) Estoicismo: é aquela corrente filosófica que ficou conhecida por defender a importância do sacrifício pelo futuro, deixar de gastar hoje para usufruir depois, pois nada se consegue de útil sem sacrifício, sem o esforço devido. O sacrifício de agora, a poupança, a previdência, a prevenção, abstinência é que podem prover e determinar o amanhã.
A vida sem coragem para fazer renúncias, para abrir mão do imediatismo dionisíaco e das fantasias e dos sonhos acaba em arrependimento e frustração; o planejamento, a obstinação, a frugalidade, a simplicidade e a abnegação são os únicos caminhos para o sucesso.
Como se vê, não é fácil entender-se a questão do desejo humano. A questão é mais antiga ainda quando se considerar que Ataraxia e o Estoicismo foram contribuições epistêmicas legadas pelos orientais, chineses, indianos, trazidas à cultura helênica antes da era dos filósofos, pelos grandes aventureiros que saíram pelo Oriente em busca de novos conhecimentos. Estes conhecimentos datavam de mais de dois milênios anteriores à cultura helênica.
O imediatismo e a ignorância audaciosos levam pessoas simplórias intelectualmente a submeterem-se aos enganadores pseudos-guias espirituais, que sem preparo moral submetem pessoas que sem respostas para as suas angústias e premidas pelo desespero entregam-se ao que lhes parece ser a única solução imediata, e a última saída em muitos casos se esgotados os recursos da medicina e do sistema jurídico estatal.
A ausência de solução não implica necessariamente em qualquer solução. É preciso ter a humildade para entender e aceitar esta fatalidade.
Diante da morte e da precariedade muitas pessoas aceitam resignadas o seu destino. Outras justificam atos criminosos em nome do desespero da ausência de alternativas.
O Estado deveria valorizar mais as pessoas que procuram fugir a estas alternativas, e o que vemos é o contrário: o perdão do crime famélico, o perdão dos menores delinqüentes, em lugar de valorizar aqueles que nas mesmas condições preferiram as privações ao cometimento de atos antissociais.
A liberdade é uma prerrogativa dos irracionais, dos animais e da natureza. O maior privilégio da razão e do ser humano dotado dela é poder se autoconter, sublimar os seus impulsos animais e intrínsecos e se autodominar. Isto é a verdadeira liberdade: a liberdade de não fazer o que lhe é facultado, mas, não lhe convém.
O autocontrole explicita o lado racional e social dos grupos humanos diferenciando-nos dos animais que apenas seguem aos seus instintos, sem autocensura.
Sofrer faz parte da existência humana, nossos sentidos nos despertam o prazer e a dor pelos mesmos mecanismos. Fugir de um deles em detrimento do outro somente nos remete ao primarismo infantil por que ambos os aspectos fazem parte do nosso sistema fisiológico.
Alguma coisa do nosso primitivo instinto reptiliano continua latente apesar da evolução darwiniana, e teima em não evoluir, este instinto aguça a nossa sexualidade, a nossa gula e o nosso medo da morte.
Os sentidos da educação, da socialização, da religião, da ética, da moral, e da razão falhariam se a raça humana não conseguir domar os instintos mais primitivos quais sejam: o sexo, a gula, a morte e o medo. Sem isso não seremos humanos.
Apenas animais em evolução.
A Liberdade
Na natureza o conceito de liberdade, visto do alto da engenharia, é um caso de inaplicabilidade total. Se recorrermos à famosa Teoria dos Sistemas Gerais de Bertalanffy, veremos que o tal grau de liberdade absoluto termina em caos total, por causa do princípio da entropia tomado emprestado da Termodinâmica, ramo da Física que estuda as energias.
O princípio da Entropia nos diz, segundo a primeira lei da termodinâmica, que a energia uma vez criada (transformada - pois nada se cria no universo - da matéria) se não for formatada, se não for domada esta energia livre irá causar uma sinergia e uma sinestesia em algum lugar do universo, aumentando o grau de desordem, pois que os físicos são muito pessimistas com relação à espontaneidade da ordem natural no universo, por causa da lei da entropia eles acreditam que a única coisa que prospera espontaneamente no universo é a desordem.
O princípio da entropia choca-se frontalmente com o desejo dos ecologistas. A entropia deixa muito claro que o fim do universo, do multiverso, das múltiplas dimensões espaço-temporais possíveis e existentes é o caos, e não a ordem, não o cosmos Grego.
Se você tomar, ainda na engenharia, a roda do seu automóvel, vai verificar que ela somente é útil porque teve os seus graus diversos de liberdade totalmente limitados severamente.
Uma roda de automóvel possui muitos graus de liberdade, mas, somente alguns destes graus de liberdade podem nos ser úteis.
Para começar, uma roda pode:
a) girar para frente;
b) girar para trás;
c) girar à esquerda;
d) girar à direita;
e) subir;
f) descer;
g) oscilar para frente;
h) oscilar para trás;
i) oscilar para a lateral direita;
j) oscilar para a lateral esquerda;
k) cambar para a direita;
l) cambar para a esquerda;
m) girar no eixo longitudinal nos dois sentidos
n) fazer qualquer combinação dos casos anteriores, dois a dois, três a três, etc.;
Como se pode imaginar, quase que infinitos modos de movimento pode ter uma roda de automóvel.
Tal veículo seria um perigo total para si mesmo, e um perigo total para a segurança de trânsito: seria inviável como transporte.
Então, os engenheiros mecânicos de suspensão de automóvel limitaram severamente estes graus de liberdade da roda, ou seja, os engenheiros transformaram a roda-livre em roda cativa, escrava, limitada aos movimentos realmente úteis e previsíveis, controlados, limitados e administrados para se tornarem úteis como meio de transporte.
Com se pode depreender a liberdade é uma utopia do mais alto grau de periculosidade não somente porque ela destrói qualquer forma de organização baseada em subordinação a qualquer sistema organizado.
Para produzir a ordem e a organização são necessários dois insumos: Inteligência e controle. Para o controle se efetivar é necessário informação, e pela informação controles são acionados para corrigir através do feedback os desvios desorganizativos que podem ser destrutivos e desestruturantes para os sistema.
Portanto, vigilância e controle permanentes são necessários para manter o sistema em sua integridade. Nada disso está assegurado com a liberdade total, absoluta, pois para cada grau a mais de liberdade exigem-se muito mais controles reduzindo estes graus de liberdade. Liberdade e controle andam em lados e sentidos opostos. Liberdade e racionalidade coletiva vivem em permanente conflito de racionalidade.
O ser humano não é capaz de, utilizando a sua racionalidade individual, produzir coletivamente racionalidade social, seria lutar contra as suas próprias expectativas individuais, pois ele seria incapaz de ver o bem comum, este objeto virtual que pertence a todos e não pertence a ninguém individualmente, logo, não traz vantagens pessoais para todos individualmente, mas afeta a todos.
A racionalidade coletiva tem de ser imposta de cima para baixo, ela não nasce espontaneamente nem de baixo para cima, nem do individual para o coletivo.
Para isso, muitas decisões de liderança precisam ser antipopulares e muitas vezes antidemocráticas, como, por exemplo, a vacinação obrigatória, que no século passado, mereceu protestos de ninguém menos do que o maior jurista do mundo, Rui Barbosa, que acusou o Estado de estar violando o direito legítimo do cidadão de dispor de seu próprio corpo, contra o Estado, mas, em nome do bem comum o Estado violou este princípio, porque o bem estar coletivo se sobrepõe ao bem estar individual.
Ademais o indivíduo nunca pode saber exatamente o que é bom para si, faltam informações em quantidade, faltam qualidade e capacidade de interpretar estas informações, como, por exemplo, na escolha de um computador pessoal, de um modelo de iphone, de um automóvel, de um remédio ou de uma profissão.
As escolhas que dependem desta racionalidade individual levam ao irracional coletivo. A racionalidade coletiva depende da interferência do gerenciamento político que se sobrepõe aos desejos imediatistas e individualistas que são incapazes de perceberem os benefícios coletivos advindos de uma outra possibilidade para além do que o seu horizonte pessoal permitiria por si só sem contrariar a sua racionalidade individual. Seria um contrasenso o indivíduo se sacrificar sem perceber de imediato as vantagens que o seu sacrifício representaria para o todo, e consequentemente, para si. Poucos abnegados são capazes de aceitarem este sacrifício.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

HOMOFOBIA

disponivel na AMAZON.COM livros de autoria de prof Msc Roberto da Silva Rocha Roberto da Silva Rocha, professor universitário e cientista político

Um estudo publicado no American Journal of Medicine em 1984 traçou muitas das infecções iniciais pelo HIV em Nova York a um comissário de voo infectado homossexual não identificado. Epidemiologistas lançaram a hipótese de que Dugas tinha transportado o vírus para fora da África e o introduziu na comunidade ocidental gay.2 Dugas foi apresentado com destaque no livro de Randy Shilts, And the Band Played On, que documentou o início da AIDS nos Estados Unidos. Shilts retrata Gaëtan Dugas como tendo um comportamento quase sociopático, por supostamente infectar intencionalmente, ou pelo menos de forma imprudente, outras pessoas com o vírus HIV. Dugas foi descrito como sendo um homem charmoso, belo e atlético que tinha, segundo sua própria estimativa, em média, centenas de parceiros sexuais por ano. Ele alegou ter tido mais de 2.500 parceiros sexuais na América do Norte desde que se tornou sexualmente ativo em 1972.3 Sendo um comissário de bordo, Dugas foi capaz de percorrer o globo, a um custo baixo, através de epicentros do início da epidemia do HIV, como Londres e Paris na Europa, e Los Angeles, Nova York e São Francisco nos Estados Unidos. Sendo diagnosticado com o Sarcoma de Kaposi em junho de 1980 e depois de ser avisado que isso poderia ser causado e transmitida por um vírus sexualmente transmissível, Dugas se recusou a parar de ter relações sexuais desprotegidas, alegando que ele poderia fazer o que ele queria com seu corpo. Ele teria informado alguns dos seus parceiros de sexo, só depois das relações sexuais, que tinha o "câncer gay" e que, talvez, seu parceiro estava infectado também. Dugas morreu na Cidade de Quebec em 30 de março de 1984, como resultado de insuficiência renal causada por contínuas infecções relacionadas com a AIDS. Cronologicamente o homossexualismo (homossexualidade, para os entendidos no politicamente correto - desastrados) não é evolução já que é um processo involutivo, a sociedade humana apenas durante os últimos 2000 anos começou a entender o processo de reprodução humana, pois nem sabia o que era a sexualidade, e qual o seria papel do macho na reprodução humana, portanto não inventem falsos argumentos pseudo-sociológicos. 

Respeite a Ciência. 

Em segundo, o homossexualismo oficial já existira no Império Romano e na fase terminal do helenismo há cerca de 2500 anos passados: como é moderno o homossexualismo! 

O homossexualismo desapareceu da história como comportamento socialmente aceitável, assim como a prática do incesto - veja que a prostituição tem melhor aceitação do que o homossexualismo.

Então, o coito no passado feito por trás não distinguia o sexo - como fora praticado pelo neandertal e por outroras sub-espécies sapiens - que não reconheciam direito a sexualidade, nem sexo, nem eram monogâmicos, sequer existia a sociedade e a família sedentarizada, por causa da vida incestuosa, pedófila, nômade e errante de coletor e caçador. 

A mulher primitiva teve que inventar a família, inventou o conceito da beleza para atrair o macho, domesticá-lo e formar uma família tornando-o fiel através da distinção conseguida pela diferenciação dentre tantas outras fêmeas, para isso criou a competição da beleza e da sensualidade feminina, encerrando o capítulo histórico da promiscuidade, do incesto, da pedofilia da nossa espécie.

Desfizeram-se os grupos formados só por homens, grupos só de mulheres + crianças criando os círculos familiares de casais e filhos. 

Era o fim do nomadismo, da homossexualidade, da promiscuidade, da pedofilia, do incesto, da poligamia, da poliandria e o momento era da fundação da moral, da sociedade e da família, há 50 mil anos. Simples assim..

Ninguém nasce homem ou mulher, negro ou branco, mãe ou filho, são comportamentos sociais que construíram e constituíram os papéis sociais (papéis sociais são um conjunto de normas, deveres, expectativas de comportamento e obrigações) que fazem parte de uma cultura, e no momento existe um grupo que defende estas mudanças de papéis. 

Mas, longe de argumentar se cada lado está com a razão ou não, mudanças de comportamento sociais não são ditadas por leis, ao contrário as leis refletem o comportamento social, este sim fruto de um constructo coletivo e progressivo. 

Se a sociedade quiser ela vai ter de esperar estes papéis sociais colarem, se não... 

Os machos são extremamente violentos, morrem assassinados a uma taxa dez vezes maior do que as mulheres são assassinadas, os negros a uma taxa vinte e duas vezes maior do que as mulheres, os gays masculinos são assassinados a uma taxa, - proporcionalmente ao número de gays - 660, vezes maior! 

Certos comportamentos sociais são incorporados e outros não. A Sociologia e a Antropologia procura compreender estes processos. 

Não é uma Lei quem cria ou pacifica os comportamentos sociais, é um processo complexo e lento. Não se sabe como começa nem quem...Não pode ser imposto é um processo de influência e de convencimento. 

A verdade é que no momento a sociedade está agitada e não quer esta mudança da maneira como está sendo conduzida, na velocidade, modo e intensidade das mudanças.

Não vai ser uma lei de casamento ou união homoafetiva que vai impedir que um imóvel se desvalorize por causa de um novo vizinho casal gay, ou que vai impedir que os vizinhos evitem um vizinhança gay.

Os evangélicos poderiam ser os melhores argumentos para a pacificação dos homossexuais, pois nunca, jamais exigirão ou farão apologia da violência contra eles. 

Mas, lamentavelmente, equivocadamente, o Dep. Wyllis e a Dep Erica escolheram o falso inimigo: o Pr. Feliciano. 

Que perda de tempo e de recursos! 

Pr Feliciano no máximo vai amaldiçoar os comportamentos dos gays e orar pelas suas almas perdidas, jamais vai caçar e mandar assassinar os gays!

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Genocídio Feminino

disponivel na AMAZON.COM livros de autoria de prof Msc Roberto da Silva Rocha disponivel na AMAZON.COM livros de autoria de prof Msc Roberto da Silva Rocha Roberto da Silva Rocha, professor universitário e cientista político

Nunca houve na história humana o tal genocídio feminino como tenta provar a Maria da Penha e todas as feministas militantes.

Houve o genocídio nazista contra judeus. Genocídio cristão e muçulmano nas Cruzadas e Inquisições. Genocídio de povos em guerra, genocídios de indígenas, genocídio de negros, genocídio de bósnios em Srebrenica e Saravejo pelos sérvios, mas nunca houve um genocídio de gênero feminino na história humana.

O ÁLIBI


Mulheres sensatas não culpam os homens por uma hipotética e improvável situação de opressão machista.

Pergunte-se: porque somente agora as mulheres se descobriram oprimidas pelo machismo?

Pergunte-se se existiu algum fato na História da humanidade que comprove que o machismo existiu?

Reivindicar reparações pesadas contra a pseudo-discriminação machista é mais absurda do que reivindicar a reparação pelos ex-escravos negros sequestrados da África. Quem executaria tal cretinice! Quantos erros históricos jamais serão compensados? A Guerra dos Cem anos? O Descobrimento do Brasil e o massacre dos indígenas? A invasão napoleônica a Portugal de Don Manuel? O apartheid da África do Sul? o esbulho espanhol do ouro dos maia, inca e asteca que durou 300 anos de pilhagem e o massacre destes povos?

Mas, as femininas criaram o mito do machismo e estão ganhando compensações legais por algo que nunca foi provado e nem foi demonstrado com fatos e evidências: o mito do machismo.

Os machos são extremamente violentos, morrem assassinados a uma taxa dez vezes maior do que as mulheres são assassinadas, os negros a uma taxa vinte e duas vezes maior do que as mulheres, os gays masculinos são assassinados a uma taxa, - proporcionalmente ao número de gays - 660, vezes maior! 

O macho está sendo acusado pelo seu sucesso evolutivo dos últimos 150 anos, pois nos anos e séculos anteriores ser macho foi um fardo insuportável diante das vantagens em ser mulher.

Até há duzentos anos atrás a sobrevivência da espécie humana esteve dividida entre o papel do macho e o papel da fêmea humanos. A fêmea cuidava da prole e da subsistência doméstica e o macho caçava, lutava, trabalhava com as ferramentas que ele mesmo elaborava.

O trabalho era tão penoso que a humanidade vivia escravizando povos mais desorganizados e civilizações menos providas para explorar as poucas fontes de energia disponíveis.

Depois de muitos milênios cortando árvores, quebrando pedras, arrastando e empilhando massas, o macho inventou as máquinas para ajudá-lo a trabalhar com menor esforço físico e mental.

Foi somente com a descoberta pelo macho da eletricidade, da roda, do parafuso, do plano inclinado, da alavanca, da roldana, do machado, da Geometria, da Química que foi possível substituir o trabalho escravo pelo trabalho das máquinas.

Então a Inglaterra que fez a Revolução Industrial e por interesses comerciais foi a primeira a combater a escravidão humana para espalhar as suas máquinas-a-vapor pelo mundo.

Onde esteve a mulher todo este tempo, em que as guerras eram olho-a-olho enfiando a espada e a lança no ventre do inimigo e carregando o mundo nas costas e no lombo dos animais?

Respondo: sendo explorada pelo machismo, em casa, cuidando dos filhos e da alimentação enquanto o macho opressor carregava o mundo com lágrimas, suor e sangue.

O trabalho humano mudou muito hoje. Não existe a dependência da força bruta humana, as máquinas fazem quase tudo.

É este o mundo que as feministas reivindicam. Um mundinho sem trabalho braçal, sem sacrifício e sem suor.

Para justificar a sua histórica lerdeza e completo alheiamento, alienação, desinteresse, inaptidão para o trabalho penoso e árduo na história da civilização, a mulher vem agora culpar o macho por não ter participado deste processo de progresso.

A mulher foi durante milhões de anos privilegiada sendo poupada de todo o labor árduo e perigoso, foi protegida e sustentada pelos trabalho masculino pesado.

Até hoje a mulher ainda foge do trabalho pesado e das áreas duras e perigosas (Fórmula 1, motocross, Engenharia Elétrica, Surf, paraquedismo, Engenhara Mecânica, Física).

Agora que o trabalho humano é exercido e desenvolvido atrás de uma máquina ou computador, quando até um paraplégico consegue dirigir uma carreta, um navio, um avião a mulher se apresenta toda faceira arrogando a sua condição de igualdade ignorando que o macho nunca foi nem será o seu algoz.

Exigimos pedidos de desculpas às feministas, por essa falsa acusação.

O Machões.

http://professorrobertorocha.blogspot.com.br/2013/05/genocidio-feminino.html

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Crônicas do Prof. Roberto Rocha

disponivel na AMAZON.COM livros de autoria de prof Msc Roberto da Silva Rocha Roberto da Silva Rocha, professor universitário e cientista político

Beira a irresponsabilidade!

Acidente no eixo rodoviário, na estação rodoviária, queda de nove metros e apenas um arranhão no motorista!
Surpresa para quem quis. É a tecnologia salvando vidas.

Mini-ciclo Administrativo: uma nova administração de negócios

disponivel na AMAZON.COM livros de autoria de prof Msc Roberto da Silva Rocha    

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Pesquisa sobre os efeitos da redução dos prazos da reposição de estoques na administração dos ativos circulantes disponibilizados

 

 


criação de padrões de riqueza representados na contradição entre valor e preço, (valor-de-troca e preço de relativo de mercadoria, pois foram incorporados ao processo econômico, novos fatores de produção).


e detectar as dificuldades de adimplência, ao contrário, no ciclo mensal um mesmo acúmulo de inadimplência seria, pelo menos, vinte e quatro vezes maior do que o risco no caso do ciclo diário.


terça-feira, 2 de abril de 2013

Embargo Comercial Internacional Contra os EUA

disponivel na AMAZON.COM livros de autoria de prof Msc Roberto da Silva Rocha Roberto da Silva Rocha, professor universitário e cientista político

Embargo Comercial Internacional Contra os EUA


Introdução

Imagine se os EUA provassem de seu próprio veneno e sofresse um improvável castigo de embargo comercial, diplomático, cultural, econômico, financeiro, tecnológico, midiático proposto pela UN (ONU) como forma de obrigá-lo a desfazer-se de todo o seu arsenal nuclear bélico.

O que aconteceria à grande nação do Norte, como ficariam as Relações Internacionais e comércio internacional sem o grande hegemon?

Qual é a dependência dos EUA do Mundo? O que aconteceria ao povo norteamericano sob um embargo internacional?

Imagine os EUA sem a Coca Cola, Microsoft, GM, GE, Mac Donalds, Johnson & Johnson, Ford, Intel, IBM, Boeing, General Dynamics, Lockheed, e considerando o tamanho da economia cubana de US$ 40 bilhões que teve um prejuízo de US$ 89 bilhões entre 1962 e 2005 com o embargo e a economia norteamericana que possui um tamanho de US$ 16 trilhões, cerca de 400 vezes maior, é de se supor que tal prejuízo seria de incalculáveis US$ 32 trilhões (proporcionalmente ao prejuízo cubano utilizando o método da regra de três simples, obviamente que este valor poderia ser dez vezes maior (US$ 320 trilhões) em outras metodologias que considerassem fatores potencializadores como por exemplos a demografia e a dinâmica da economia norteamericana em comparação com à de Cuba).

Imagine milhões de cidadãos norteamericanos fugindo clandestinamente para o Canadá e para o México em busca de comida, remédios, empregos, contrabandeando alimentos, gasolina, petróleo, drogas como nunca antes se fez, se submetendo aos subempregos no Brasil, Chile e Argentina, as empresas de alta tecnologia norteamericanas vendo os seus cérebros escapando para os riquíssimos ex-inimigos árabes como o Irã, Iraque, Emirados, Arábia e Coréia do Norte para vender os segredos mais bem guardados das tecnologias de ponta dos EUA.

Americanos vendendo armas secretas, bombas nucleares, peças de aviões invisíveis, sequestrando submarinos atômicos, canibalizando gigantescos porta-aviões para contrabandearem peças e equipamentos para os palestinos e iranianos, vendendo serviços de mercenários para a Al Qaeda!

sexta-feira, 22 de março de 2013

Cold War with North Korea

disponivel na AMAZON.COM livros de autoria de prof Msc Roberto da Silva Rocha Roberto da Silva Rocha, professor universitário e cientista político

Cold War with North Korea


The ethics Atomic Bomb

After being a pioneer in the construction and use of the atomic bombs Euan imagined that after the destruction of the Japanese city of Hiroshima and spray the other Japanese city of Nagasaki should remain with the exclusive monopoly of the atomic world, or universal.

But this monopoly was broken by short atomic explosion carried out by the former USSR, creating a duopoly nuclear, and installing a terrible balance of terror worldwide with severe consequences for all mankind.

To offset the balance of terror in the famous nuclear détente that club joined France and England, later went to Pakistan and India, possibly Israel, it is unclear whether U.S. weapons smuggling.

It was necessary to stop the spread of atomic-and nuclear proliferation. Then Euan created the moralizing speech (false) the proliferation of weapons dirty (bullshit, treachery, arrogance) as well as the chemical, biochemical, biological and nuclear weapons-especially nuclear.

This moralistic discourse against atomic weapons fake-nuclear countries not possessing required to abstain these dirty things and inhumane, they had the privilege of having to be more human and supposedly more responsible guardians of peace and humanitarian values ​​relevant and true the supposed democracy and supposed freedom.

The Euan has been the country that participated in these wars over the last 200 years, Champion invasion of possessing more than 760 military bases in over 160 countries, and has participated in every conflict since 1918, except the wars in Tibet against China! It is a country of warriors weapons addict! (Data from the International Research Institute for Peace) - SIPRI - Stockholm, Sweden)
So delicate and fragile balance prevented the destruction of the world facing the fear of massive retaliation and total USSR opponent who likewise had much to lose in a nuclear war against Euan.

The same frame of reference not be repeated today to the situation in North Korea in relation to Euan.

North Korea does not have much to lose out in the global community or a nuclear war with Euan.

UNDERSTANDING THE ISSUE OF NORTH KOREA:


If your country was forbidden to maintain financial and diplomatic relations trade with all countries of the world, even against the UN decision to support this blockade only the U.S., Marshall Islands and Palau, which would Dilma?

This is what the dictator is wanting attention.

Can the U.S. disobeying UN and contrary to the decision of 186 UN countries because they will not like the communist dictators?

This is what happens with North Korea today. Can?

Embargo is considered a crime against humanity. Forcing people to lay down their rulers depriving them of food to stand up against their own government, has not worked, but has been tried extensively with Cuba, Iraq, Iran, Palestine, Countries of the former Iron-Curtain and the result: TERRORISM, wars, poverty, hunger and hatred intergenerational.

The Euan always been the enemy of the day (of time): People have the former Spanish colonies, former French colonies, migrant Mexicans, Latinos, Catholics, Hispanics, Nazis, fascists, communists, socialists the ateítas now drug dealers, growers, Islamists now his new passion!

The nuclear detente makes no sense to put the strategic situation in North Korea and for Euan, yes this has everything to lose in a nuclear war with North Korea. The greatest danger that humanity has ever faced.

terça-feira, 19 de março de 2013

THEORY OF PARTICIPATORY BUDGET

disponivel na AMAZON.COM livros de autoria de prof Msc Roberto da Silva Rocha Roberto da Silva Rocha, professor universitário e cientista político


THEORY OF PARTICIPATORY BUDGET




















Brasília, 14 March 2013



Coordination of Cities



Board of Participatory Budgeting



Roberto Rocha da Silva, Master in Political Science from UNB









THEORY OF PARTICIPATORY BUDGET






The council communism via the workers' councils (soviets in Russia) as a form of revolutionary self-organization of the proletariat, as can be seen in embryo in the Paris Commune, and later in 1905, the first Russian Revolution, as well as the various attempts proletarian revolution in Europe, not to mention the Russian Revolution of 1917. The councils would also be institutions of social ownership in communist reorganization of society. In this context, we developed a critique of the political parties and unions. Otto Rühle, for example, would be the most outspoken critic of political parties, not to individual parties, but the parties in general, as seen in his article The Revolution is not Task party.








INTRODUCTION











The political demands of the people never seem to be fully satisfied or satisfied by the axiom that says that the Administration "Human needs were endless and the material and human resources are always limited and contingent."


(6) open dictatorship of a minority.



4.3 - Semi-Direct Democracy in Switzerland

sexta-feira, 15 de março de 2013

TEORIA DO ORÇAMENTO PARTICIPATIVO

disponivel na AMAZON.COM livros de autoria de prof Msc Roberto da Silva Rocha Roberto da Silva Rocha, professor universitário e cientista político
TEORIA DO ORÇAMENTO PARTICIPATIVO Brasília, 14 de março de 2013 Coordenadoria das Cidades Diretoria do Orçamento Participativo Roberto da silva Rocha, Mestre em Ciência Política pela UnB   TEORIA DO ORÇAMENTO PARTICIPATIVO INTRODUÇÃO O comunismo de conselhos via nos conselhos operários (Sovietes, na Rússia) como a forma de auto-organização revolucionária do proletariado, tal como se pode ver embrionariamente na Comuna de Paris e posteriormente em 1905, na primeira Revolução Russa, bem como nas diversas tentativas de revolução proletária na Europa, sem falar na Revolução Russa de 1917. Os conselhos operários também seriam as instituições de autogestão social na reorganização comunista da sociedade. Neste contexto, se desenvolvia a crítica aos partidos políticos e sindicatos. Otto Rühle, por exemplo, seria o mais ferrenho crítico dos partidos políticos, não a determinados partidos, mas aos partidos em geral, tal como se vê em seu artigo A Revolução não é Tarefa de Partido. As demandas políticas da população parecem nunca serem plenamente satisfeitas ou atendidas, por que diz o axioma da Administração que “As necessidades humanas seriam infinitas e os recursos materiais e humanos são sempre limitados e contingentes”. Para remediar estas necessidades cada vez mais intensas, maiores, variadas, urgentes e desejadas pelo cidadão é que os arranjos políticos institucionais novos estão sempre surgindo em função de duas questões de base que mobilizam as mentes criativas dos pensadores de teoria no mundo político em função da busca do aperfeiçoamento de duas das mais importantes instituições políticas estruturais na formulação de uma nova definição de cidadania. Estas duas questões fundamentais (de base) são: a) governança; b) governabilidade. Desde as eras do Império Egípcio, passando pelos Impérios da China, Assírio, Inca, vindo depois das experiências detalhadamente registradas sobre as administrações republicanas no Império Romano, e notadamente durante o helenismo com as suas experiências democráticas e republicanas, que os teóricos de sociologia política têm buscado extrair a melhor forma para compatibilizar os sistemas políticos com os regimes de governo em cada civilização, em cada época, partindo de três clivagens geográfico-temporais: mundo ocidental, mundo oriental e mundo novo (Américas). A democracia é o elemento central estruturante deste trabalho. O objetivo ao final é projetar mudanças evolutivas na forma de construção, de processos e sustentação teóricos do modelo cada vez mais utilizado da participação popular indireta representativa-participativa nos chamados mini-parlamentos, ou mini-câmara de proto-vereadores que são as plenárias e fóruns das sessões legislativas locais do Orçamento Participativo. Sendo o Orçamento participativo uma variante de parlamentarismo representativo-participativo, o Orçamento Participativo precisa se espelhar na organização parlamentar tradicional por sê-lo uma forma de organização política parental (simulacro) das câmaras representativas (câmaras de vereadores, câmaras de deputados estaduais, federais e do senado federal), onde os deputados-vereadores (conselheiros do OP, delegados e participantes) das plenárias e fóruns do Orçamento Participativo apresentam e representam as plataformas de propostas comunitárias. Então, por isso, nada obsta que os candidatos aos cargos de conselheiros e de delegados no Orçamento Participativo sejam eleitos pela comunidade depois de realizarem campanhas eleitorais, que defendam plataformas de propostas chamadas prioridades do OP em suas campanhas eleitorais, formem agremiações em torno de propostas (prioridades) fechadas (em blocos dentro da comunidade, distrito, área, cidade, bairro, rua) exatamente como o fazem os partidos políticos e os seus candidatos nas eleições políticas. 1. Representação: o representante não tem poder de decisão. A assembléia manda, o representante obedece. 2. Voto: a discussão em assembléia sempre busca o consenso. Decisões são ratificadas por chamadas ao voto. Caso haja uma polêmica onde o consenso não seja possível, então se pode fazer uma chamada de votos. Neste caso, a maioria vence (por exemplo, uma maioria de 50% mais 1). 3. Bloqueio: num sistema de democracia direta, procura-se preservar a opinião da minoria através deste recurso. Caso a decisão da maioria seja intolerável, a minoria pode manifestar um bloqueio (ou veto). Dependendo do sistema usado, este pode impedir que a decisão seja levada a cabo, ou então obriga a uma segunda votação. Neste último caso, a maioria teria que modificar sua proposta, de forma que um número maior de cidadãos vote a seu favor (por exemplo, uma maioria de 2/3). 4. Plebiscito: proposição levada diretamente para decisão do eleitor. 5. Referendo: proposição aprovada indiretamente por representantes e levada ao eleitor para confirmação ou rejeição. 6. Revogatório de mandato (Recall): o mandato de um representante legalmente eleito é ressubmetido à votação direta dos eleitores, que decidem pela manutenção, ou cassação, desse mandato. 7. Iniciativa popular: um número mínimo de eleitores apresenta proposição para aprovação direta dos demais eleitores. 4.2 - Exemplos de casos de democracia direta: Neste processo chamado de democracia direta, os cidadãos reuniam-se na praça, chamada ágora, para decidirem e executarem as ações concernentes aos atos administrativos e políticos sem intermediações ou mediações de outras instituições. Para participar da democracia direta o requisito exigido era ser um cidadão grego.

sexta-feira, 8 de março de 2013

Guerra Fria com a Coreia do Norte

disponivel na AMAZON.COM livros de autoria de prof Msc Roberto da Silva Rocha Roberto da Silva Rocha, professor universitário e cientista político

Guerra Fria com a Coreia do Norte


A ética da Bomba Atômica

Depois de ter sido pioneiro na construção e utilização das bombas atômicas os EUAN imaginaram que depois da destruição da cidade japonesa de Hiroshima e da pulverização da outra cidade japonesa de Nagazaki deveriam permanecer com a exclusividade do monopólio atômico mundial, ou universal.

Mas, este monopólio curto foi quebrado pela explosão atômica efetuada pela ex-URSS, criando um duopólio nuclear, e instalando um terrível balanço do terror mundial com as graves conseqüências para toda a humanidade.

Para contrabalançar o equilíbrio do terror na famosa detènte nuclear ingressaram nesse clube a França e a Inglaterra, mais tarde entraram o Paquistão e a Índia, possivelmente Israel, não se sabe se contrabandeando armas dos EUA.

Era preciso deter a expansão e a proliferação nuclear-atômica. Então os EUAN criaram o discurso moralista (falso) da proliferação das armas sujas (enrolação, perfídia, arrogância) como também as das armas químicas, bioquímicas, biológicas e principalmente das armas atômicas-nucleares.

Este discurso moralista contra as armas atômicas-nucleares falso obrigava os países não possuidores de se absterem destas coisas sujas e inumanas, que eles tinham o privilégio de as possuírem por serem mais humanos e supostamente mais responsáveis guardiães da paz e dos valores humanitários relevantes e verdadeiros da suposta democracia e suposta liberdade.

Os EUAN tem sido o país que mais guerras participou nestes últimos 200 anos, campeão de invasão possuindo mais de 760 bases militares em mais de 160 países, e tendo participado de todos os conflitos desde 1918, exceto das guerras no Tibet contra a China! É um país de guerreiros viciado em armas! (Dados do Instituto Internacional de Pesquisa Para a Paz) - SIPRI - Estocolmo, Suécia)
Assim o equilíbrio delicado e frágil impediu a destruição do mundo diante do medo da retaliação maciça e total do adversário URSS que da mesma forma tinha muito a perder numa guerra nuclear total contra os EUAN.

O mesmo quadro de referência não ser repete hoje para a situação da Coreia do Norte em relação aos EUAN.

ENTENDENDO A QUESTÃO DA CORÉIA DO NORTE:


Se o seu País estivesse proibido de manter relações comerciais financeiras e diplomáticas com todos os países do mundo, mesmo contra a decisão da ONU com o apoio deste bloqueio apenas dos EUA, Ilhas Marshall e Palau, o que a Dilma faria?

É o que o ditador está querendo chamar a atenção.

Pode os EUA desobedecer a ONU e contrariar a decisão de 186 países da ONU apenas por que não gosta dos ditadores comunistas?

É o que ocorre com a Coréia do Norte hoje. Pode?

Embargo é considerado crime contra a humanidade. Obrigar os habitantes a deporem os seus governantes privando-os de alimentos para que se levantem contra o seu próprio governo, não tem funcionado, mas tem sido tentado intensamente com Cuba, Iraque, Irã, Palestina, Países da Ex-Cortina-de-Ferro e o resultado: TERRORISMO, Guerras, miséria, fome e ódio intergeracional.

Os EUAN sempre tiveram o inimigo do dia (da vez): já foram as ex-colônias espanholas, ex-colônias francesas, os migrantes mexicanos, os latinos, os católicos, os hispânicos, os nazistas, os fascistas, os comunistas, os socialistas, os ateítas, agora os narcotraficantes, os cocaleiros, os islâmicos atualmente sua nova paixão!
Coreia do Norte não tem muito a perder fora da comunidade mundial ou em uma guerra nuclear com os EUAN.

A detente nuclear não faz nenhum sentido para a situação estratégica colocada para a Coreia do Norte e para os EUAN, este sim tem tudo a perder em uma guerra nuclear com a Coreia do Norte.

O maior perigo que a humanidade já encarou.

quarta-feira, 6 de março de 2013

Nulidades pseudocélebres

Ndisponivel na AMAZON.COM livros de autoria de prof Msc Roberto da Silva Rocha ulidades pseudocélebres

Roberto da Silva Rocha, professor universitário e cientista político

Existem países que seriam tão célebres quanto Burkina Fasso, Eritréia, ou Tuvalu se não fossem políticas desastradamente implementadas por potências como os EUAN.

Estes países são: Cuba, Israel, Coréia do Norte, Taiwan, Tibete.

Que importância mundial teria Cuba se não fosse o desastroso bloqueio imposto pelos EUAN naqulela minúscula e insignificante ilha que só seria de outra forma lembrada pelo Rum ou pelos atletas nos jogos olímpicos?

Que importância teria a Coréia do Norte para o mundo se não fosse a teimosia dos EUAN em tentar bloqueá-la no comércio internacional impondo-lhes sansões econômicas e políticas, em troca de uma suposta e nunca concretizada mudança de regime político através do sufocamento da sua atividade econômica que através da derrocada do sistema deveria levar a população a se indispor contra o seu próprio sistema de governo e derrubá-lo. Acontece o que se dá em todo o lugar onde a inferência estrangeira em assuntos internos tende a aumentar a solidariedade da população ao próprio sistema de governo ao invés de desestimulá-lo, como em Cuba também ocorre hoje.

Taiwan é um exemplo onde se investiu trilhões de dólares e se adquiriu toda a sua produção futura para mantê-la como uma vitrine capitalista diante do grande outrora inimigo gigante que adormecia, para enfurecê-lo, e agora o grande ex-inimigo agora é o maior parceiro comercial dos EUAN, a China continental.

O Tibete é outro exemplo de tentativa de irritar o gigante desperto, outrora adormecido elevando este país desconhecido e completamente anônimo se não fosse pela disputa política entre os EUAN e a China, que elevou o status de uma teocracia budista ao nível de cuidados internacionais.

É só os árabes esquecerem Israel que este país some do mapa, some dos noticiários, e perde importância. O que mais que Israel importa para o mundo a não ser para o decadente Vaticano explorar os peregrinos e para o Edir Macedo vender água santa? o que mais?

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Extinção do macho no Brasil

disponivel na AMAZON.COM livros de autoria de prof Msc Roberto da Silva Rocha Roberto da Silva Rocha, professor universitário e cientista político

O macho está em extinção

Não é o que você está pensando.

Não é guerra dos sexos.

O macho é violento. Violento demais.

O macho está causando a sua própria extinção.

Normalmente nascem cerca de 51 bebês do sexo feminino para cada 50 bebês do sexo masculino.

Em algumas cidades, como em Salvador na Bahia, depois de dezoito anos, destes 51 bebês do sexo masculino nascidos estão vivos cerca de 40 machos, e todas as 51 meninas. Dez homens morreram pela violência.

Na outra cidade baiana de Eunápolis, a cidade brasileira com a mais alta taxa de violência juvenil do Brasil, a estatística fria esconde uma outra verdade: são os jovens negros que estão sendo dizimados. Não existe nenhum homem com nível supeior em Eunápolis, as faculdades de Eunápolis têm 100% de mulheres matriculadas, existe nenhum homem matriculado em quaisquer dos cursos superiores ali.

São dados do IBGE.

No Rio de janeiro, são 87 machos para cada 100 mulheres aos dezoito anos de idade, quando nascem cerca de 102 meninas para cada 100 meninos.

Se as mulheres de verdade estão preocupadas pela preservação da espécie masculina, pensem bem: nas estatísticas de mortalidade violenta, morrem no Brasil cerca de 29 pessoas assassinadas para cada 100 mil habitantes, em média, nos lugares mais violentos este número é de 39 assassinatos para cada cem mil habitantes (Em Maceió são 91 homicídios para cada cem mil habitantes, 90% deles são de homens), sendo que são assassinados cerca de 28,6 machos para cada grupo de cem mil habitantes e cerca de 1,4 mulheres são assassinadas para cada grupo de 100 mil habitantes.

Ainda mais chocante pensar que morrem cerca de 2 homens negros assassinados para cada homem branco assassinado no Brasil.

É um genocídio racial. Etnocídio.

Para cada mulher assassinada onze homens brancos são assassinados e cerca de 22 homens negros são assassinados (0,9 gays serão assassinados no mesmo intervalo de tempo - 6% da população gay)!

Se considerarmos que no Canadá são assassinados 1,9 pessoas para cada 100 mil habitantes e que na Noruega ou na Dinamarca são assassinadas 0,9 pessoas para cada 100 mil habitantes, infelizmente o número de mulheres assassinadas no Brasil para cada 100 mil habitantes é um número perfeitamente civilizado para o padrão de mortes em geral do Canadá, e apenas o dobro da Noruega ou Dinamarca, sendo que o número de negros assassinados no Brasil é cerca de mais de cem vezes maior!

Quem é a maior vítima da violência no Brasil: respondam mulheres, antes de começarem uma campanha contra a violência que nem de longe se aproxima de um genocídio.

Salvem os negros!

Salvem os machos!

Depois salvem as mulheres, Maria da Penha!

Políticas públicas desfocadas significam desperdício de recursos públicos. Políticas públicas não deveriam ser resultado de espasmos responsivos, e apenas satisfação pública à histeria coletiva. Alguém no Governo deveria ter a cabeça fria o suficiente para se deter diante de uma tragédia e parar de agir apenas responsivamente e fazer uma coisa no Brasil que quase nunca mais se fez depois de Roberto Campos: planejamento, obviamente seguido de estudos, seu companheiro inseparável.

Assim, por causa destas distorções vimos o surgimento das cotas raciais, depois ampliadas para cotas sociais, vimos o surgir das políticas de bolsas escolares, depois ampliadas para bolsa família. De soluço ou solução meia-boca em solução meia-boca vamos engatinhando para as verdadeiras respostas.

Enquanto o homicídio das mulheres é de apenas 10% do total de homicídios o Governo não implementa uma política de segurança para o restante dos assassinatos de homens que são de apenas 90% do total, prefere responder à histeria feminista com a Lei Maria da Penha diante do genocídio masculino de 90% dos machos, sendo que o crime maior de todos é o extermínio dos negros que são assassinados em número de 90% a mais do que os brancos. Isto sim é política pública de segurança, e não esta propaganda enganosa, distorcida, falsa, preconceituosa, caluniosa, manipuladora e mentirosa.

http://professorrobertorocha.blogspot.com.br/2012/10/lei-maria-da-penha-cotas-raciais-kit.html

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Os ET’s e os contatos empáticos (UFO's e OVNI's)

disponivel na AMAZON.COM livros de autoria de prof Msc Roberto da Silva Rocha Roberto da Silva Rocha, professor universitário e cientista político

Os ET’s e os contatos empáticos


Relatos de encontros com extraterrenos constituem-se dos mais enigmáticos fenômenos relatados em todas as instâncias comportamentais mais includentes em todas as culturas em todos os tempos, mas que ganhou enorme relevância e freqüência após as primeiras explosões atômicas conforme as estatísticas oficiosas e narrações jornalísticas.

Sem medo de manipulação pessoal observa-se que em todas as profissões e entre membros de todas as religiões e práticas científicas podem-se atestar com veemência relatos fidedignos destes contatos em todos os graus e até mesmo testemunhos de abduções e pequenas cirurgias efetuadas por seres ditos extraterrestres.

Teorias foram propostas desde aquelas no campo psicológico, passando por hipóteses de histeria coletiva até mesmo explicações sobre seres da terra mesmo nos visitando do futuro. Tantas são as explicações tentando decifrar e compartilhar experiências extraterrestres que tenham se passado geralmente em completa solidão, no caso da maioria delas, ou de avistamentos misteriosos de sinais luminosos, eletromagnéticos e distúrbios inexplicáveis no campo gravitacional ou atmosférico, geralmente acompanhado de efeitos luminosos e pirotecnias colorido e nada discretos.

Geralmente quando alguma celebridade ou alguma autoridade se vê envolvida nestes testemunhos de avistamentos ou de contatos com algum fenômeno que sugira ou inclua algum fato ou ato envolvendo supostamente extraterrestres então os passos seguintes são os desmentidos ou a explicações justificadas da confusão causada por algum fenômeno meteorológico ou algum aerólito terrestre como balões ou aviões meteorológicos de grande altitude.

É sempre melhor preservar a integridade emocional, intelectual e também a reputação de pessoas públicas do que envolvê-las em coisas deste tipo, cujos fatos a ciência oficialmente se posiciona de modo totalmente cético e com uma indiferença meticulosamente marcial com respeito aos UFO’s ou OVNI’s.

Por que então não fica nenhuma prova cabal ou vestígio material deste avistamentos, contatos, visitas e intervenções dos tais ditos extraterrestres ou de suas naves misteriosas, poderosas, maravilhosas?

Questões que induzem às respostas mais esperadas

1 – Por que os ET’s não deixam rastros ou vestígios materiais e destroços de suas estadas na terra?

2 – Por que os ET’s não abduzem humanos ou animais ou não interferiram de modo direto e conspícuo na História da humanidade?

3 – Por que os OVNI’s ou UFO’s desenvolvem manobras radicais em velocidades estonteantes e inacreditáveis sem se desintegrarem e incendiarem-se na atmosfera?

4 – Como os supostos ET’s aparecem e desaparecem repentinamente?

5 – Por que os ET’s não estabelecem contatos de 2º e de 3º graus?

6 – Por que os OVNI’s ou UFO’s não ardem na atmosfera quando transitam em altíssimas velocidades de translação, muitas vezes em trajetórias em ziguezague traçando retas quebradas e poligonais com vértices pontudos?

Todas estas perguntas poderiam caber em uma única resposta.

Os ET’s nunca estiveram aqui na Terra, pelo menos do modo das viagens a que estamos acostumados e como entendemos como viagens.

Fisicamente. Não. Os ET’s possivelmente realizam viagens astrais, na linguagem espírita, ou budista tibetana, ou na linguagem da Parapsicologia, seriam viagens ectoplásmicas, ou projeções do ectoplasma materializando-se e desmaterializando-se em sua projeção astral em cantos, lugares e momentos diferentes na Terra.

Uma vez estabelecidas precisamente as coordenadas para a sua projeção, no tempo e no espaço, então a viagem astral é planejada e executada, deslocando o ectoplasma visível a qualquer lugar do universo, e por não se tratar de matéria ou de energia o ectoplasma não se submete aos parâmetros espaço-temporais e às leis da física quântica relativística ou das leis da mecânica newtoniana.

O ectoplasma pode deslocar-se instantaneamente por todo o universo como o faz o pensamento, em manobras como somente as sombras podem executar.

Este encontro de dois mundos, o material e o ectoplasmático, o encontro dos dois estados ou dos dois sistemas, o material e o ectoplasmático, produzem suas interferências no mundo material tal qual as relatadas pelos testemunhos dos avistamentos dados pelos relatos de contatos com os extraterrestres e os OVNI’s ou UFO’s.

O ectoplasma não é e nem pertence a nenhum dos estados físicos da matéria conhecidos a saber o estado sólido, líquido, gasoso e plasma coloidal, pois o ectoplasma não é constituído de matéria ou energia.

Precisaríamos entender de que forma o fenômeno da visibilidade ocasional do ectoplasma projetado na atmosfera se efetiva e em quais circunstâncias este encontro dos mundos pode se dar.



As Crises do Presidencialismo e da Democracia Direta

disponivel na AMAZON.COM livros de autoria de prof Msc Roberto da Silva Rocha Roberto da Silva Rocha, professor universitário e cientista político

A Crise do Presidencialismo e da Democracia Direta


Durante todo o ciclo de existência da Disciplina Ciência Política desde a sua criação como um ramo novo da Sociologia Política ou da Psicologia Social tem-se glorificado e mitificado o conceito de democracia direta com base no histórico da democracia grega da época dos filósofos, cerca de 500 anos antes da Era chamada Cristã.

Nunca houve controvérsia de que uma vez existiu um período na História grega onde os cidadãos reuniam-se na ágora para discutirem e decidirem em assembléia os destinos administrativos e políticos da cidade-estado grega no que se classificou didaticamente sem controvérsias até então como um processo de democracia direta.

O sentido antigo da palavra democracia denotava igualdade entre os participantes e também exigia a presença física dos cidadãos no comando da ação política no, e, do Estado ali representado pela cidade–estado grega.

A Democracia nasceu da junção dos conceitos: (demo = povo) + (cracia = governo), sem intermediários, na chamada democracia direta, popular, indivisível, unitária e igualitária.

Estes conceitos utópicos e gerais, povo e governo, dificilmente conseguiriam uma unanimidade entre os teóricos como critérios para os constructos teóricos que possam subsidiar categorias analíticas ontológicas para alicerçar a Ciência Política ou qualquer outra ciência ligada ao comportamento social.

Seria difícil, senão impossível, definir-se o que seriam os conceitos de povo e o conceito de governo. Como seria tal definição de povo capaz de ser identificada univocamente, de acordo com as expectativas de cognição perceptíveis sobre tal objeto ou fato sociológico que é o povo. Quem é o povo, como seria o povo conceitualmente?

O conceito de igualdade, em qualquer gênero ou situação, é uma das utopias mais indefiníveis e improváveis que se possa construir no âmbito teórico de qualquer ciência (metafísica, empiricista ou dialética), exceto naquelas abstratas e simbólicas-puras como, por exemplos, a Matemática e a Geometria, por que ambas se afastam do mundo real para cingirem-se ao mundo da representação abstrata e ideal, contrariando um dos legados da dialética que diz que: “na natureza nada se repete, tudo muda constantemente”, facilmente e intuitivamente verificável mas metodologicamente não-simbolizável e indemonstrável como um axioma auto-justificável, a qual recai numa regressão ao infinito típica daquela armadilha ditada pelos limites práticos do empiricismo em seu contexto de justificação: é um conceito intuitivo como todo conceito dedutivo.

Já o conceito de povo se nos arvora ter que decifrá-lo diante de nebulosas perspectivas filosóficas e sociológicas que abundam nas diversas teorias sobre o conceito de povo, sobretudo na literatura técnica geralmente enriquecida pelas ideologias que se prevalecem da teleologia para justificarem as suas escolas conceituais, que no fundo são escolhas ad hoc meramente autorais.

Para não deixar de falar sobre o conceito de povo escolheria a rica abordagem feita pelo italiano Pareto, economista e sociólogo, que criou o conceito dual de elite / massa, como se vê é apenas uma escolha pessoal como todas as outras escolhas possíveis.

Pareto vê a sociedade sempre dividida naturalmente em duas partes: entre uma elite dirigente e a massa. Esta massa seria o povo separado da elite dirigente por um sistema de privilégios que identificam a elite em suas prerrogativas. Diz este conceito que as elites são necessárias e obrigatórias, mas estas elites devem ser naturais e meritocráticas para serem competentes e merecerem a legitimidade das massas.

A massa seria indistinta, por isso teoricamente igualitária. Em algumas teorias estas massas poderiam assumir gradações conforme aumente a sua capacidade de ação através de privilégios crescentes, formando degraus determinados pelo acesso diferenciado aos recursos de poder da elite, formando divisões em classes sociais diferenciadas, ou, em outras sociedades estamentais, formadas pela divisão em castas sociais.

No limite, e fora da teoria paretiana, poderíamos ter classes superiores e inferiores dentro do sistema de classes, as subelites, e estas classes mais no topo formando um sistema de superelites dominantes sobre as subelites inferiores e sobre a massa.

Karl Marx pode perceber apenas duas categorias sociais a dividir a sociedade, entre: os proletários e os capitalistas. Os proletários seriam a povo, e os capitalistas seriam a elite. Uma terceira categoria marxista seria formada pelos marginalizados chamados de párias ou lumpesinato.

Na idade média poderíamos observar um sistema de divisão de poder entre as elites do clero e da monarquia, e abaixo, os servos e vassalos. No pré-capitalismo imperialista colonial poderíamos perceber a divisão da sociedade entre: colonizadores, escravos, plebe e os nativos indígenas ou autóctones.

Com se viu tarefa complexa é caracterizar inequivocamente o que seria o povo.

Ao definir o conceito de governo novamente nos vemos em outro cipoal de teorias e de definições escolhidas de acordo com a teleologia e o gosto do analista, todas as escolas imersas em compromissos ideológicos, etnológicos, religiosos, políticos, econômicos, e assim não passam de meras escolhas.

Os sistemas de governo em geral são descritos pela forma de governança e de governabilidade que os caracterizam.

GOVERNANÇA

A governança é a capacidade para se dotarem de sistemas de representação, de instituições e processos, de corpos sociais, para elas mesmas se gerirem, em um movimento autônomo.

Esta capacidade de consciência (o movimento autônomo), de organização (as instituições, os corpos sociais), de conceitualização (os sistemas de representação), de adaptação às novas situações é uma característica das sociedades humanas.

É um dos traços que as distinguem das outras sociedades de seres vivos, animais e vegetais.

A Governança Corporativa visa a aumentar a probabilidade dos fornecedores de recursos garantirem para si o retorno sobre seu investimento, por meio de um conjunto de mecanismos de Administração.

São as instituições de Bretton Woods – Banco Mundial, Fundo Monetário Internacional – que a puseram na moda.

A governança engloba, com efeito, o conjunto dos poderes legislativo, executivo e judiciário, a administração, o governo, o parlamento, os tribunais, as coletividades locais, a administração do Estado, a Comissão Européia, o sistema das Nações Unidas...

A emergência progressiva dos Estados, dos princípios e das modalidades de governança pacífica, em sociedades sempre mais povoadas e sempre mais complexas, são os sinais, e para alguns, a própria definição da civilização [1].

Ora, o corporate governance consiste, precisamente, na criação de mecanismos tendentes à minimização da assimetria de informação existente entre a gestão e os detentores da propriedade ou de interesses relevantes (daí ter-se evoluído da consideração dos shareholders para outros stakeholders), de forma a permitir uma monitoração tão próxima quanto possível da associação dos objetivos da gestão àquela dos stakeholders: maximizar o valor da empresa.

GOVERNABILIDADE

Governabilidade é o conjunto de condições (instrumentos, mecanismos, regras e instituições) necessárias ao exercício do poder.

Compreende a forma de governo, as relações entre os poderes, o sistema partidário e o equilíbrio entre as forças políticas de oposição e situação. Diz respeito à capacidade política de decidir. A Governabilidade expressa a possibilidade em abstrato de realizar políticas públicas.

Governabilidade, assim, diz respeito às condições estruturais e legais de um determinado governo para promover as transformações necessárias. Já a Governança está relacionada à capacidade de colocar em prática as condições da Governabilidade. Governança é o potencial para transformar o ato governamental em ação pública, capaz de articular as ações do governo.

A Governabilidade deriva, ainda, da legitimidade dada pela sociedade ao Estado e a seu governo, enquanto a Governança é a capacidade abrangente financeira e administrativa de uma organização de praticar políticas.

Sem condições de Governabilidade é impossível uma adequada Governança, embora esta possa ser deficiente.

Por outro lado, uma boa Governança pode aumentar a legitimidade que um povo confere a seu governo, aumentando, assim, a Governabilidade do país.

Nota-se, portanto, que Governabilidade tem a ver com processo e Governança com tem a ver com estrutura. A segunda significa a existência de um arcabouço político, jurídico e social que permita a elaboração e o implemento de políticas públicas. A primeira, a capacidade do governo de bem administrar, articular os diversos interesses existentes e efetivamente implantar essas políticas.

GOVERNANÇA (governo): CORRESPONDE À SUPERESTRUTURA (estática) DO ESTADO.

GOVERNABILIDADE (administração): CORRESPONDE AO PROCESSO (dinâmica) DE COLOCAR EM PRÁTICA O COMANDO DO ESTADO.

CAPACIDADE GOVERNATIVA (estratégia administrativa).

Sem mencionar as outras categorias teóricas variadas podemos resumir em apenas dois os tipos possíveis de governabilidade ao longo da história política das civilizações organizadas humanas, generalizando-as em dois grupos mais includentes possíveis que poderiam sintetizar e descrever completamente em linhas gerais as habilidades de percepção do que seria um governo, em todas as suas nuances.

Mesmo sendo genérico não se perde na generalização a qualidade ou os elementos fundamentais cognoscíveis do constructo “governo” como conceito teórico.

Democracia Direta: um mito que precisa ser desfeito

Virou um mito acreditar que durante um único período da História que se deu cerca de 2500 anos passados aproximadamente, nas cidades-estados gregas, durante a era dos filósofos, um processo caracterizado como democracia direta tenha existido.

Neste processo chamado de democracia direta, os cidadãos reuniam-se na praça, chamada ágora, para decidirem e executarem as ações concernentes aos atos administrativos e políticos sem intermediações ou mediações de outras instituições.

Para participar da democracia direta o requisito exigido era ser um cidadão grego.

Para serem reconhecidos como cidadãos atenienses eram necessários:

• ser do sexo masculino;

• não ser escravo;

• possuir certo nível de renda;

• ser alfabetizado;

• não ser estrangeiro.

A questão que enfraquece a tese da existência da democracia direta na Grécia da era a questão é: qual a proporção de pessoas na população que fazia parte da democracia direta, sem transformá-la em uma elite restrita dirigente, representativa, indireta e impopular?

A hipótese que se levanta nesta dissertação é que na falada democracia direta grega havia menos representatividade do que existiria na democracia moderna atual, quiçá menos do que na República Romana e suas instituições políticas de governança senatorial.

Vamos tentar quantificar através da qualificação dos requisitos exigidos para a participação na democracia direta grega.

O critério de gênero excluía 50% dos habitantes, já que não eram do sexo masculino, pelo primeiro critério; a seguir o segundo critério excluiria uma nova proporção dos homens que eram escravos; o terceiro critério excluiria uma parcela majoritária da população que não possuía renda qualificada, os pobres e miseráveis; e por último o critério da escolaridade excluía uma parcela residual, porém significativa apesar a existência do ensino público inventado pelos gregos.

O fato relevante, mas completamente ausente dos estudos sobre democracia grega ignora um elemento prático determinante para a realização das assembléias democráticas populares, majoritárias públicas e gerais: como reunir centenas, talvez milhares de pessoas, em uma praça ou em um recinto fechado em grandes multidões em um momento em que não existiam sistemas de amplificadores do som para que os participantes pudessem ser ouvidos pela platéia?

Este último fator é o tiro de misericórdia na última possibilidade de existência de uma democracia direta de massas: não existiam mídias de massa na era antiga, grandes jornais, livrarias, editoras, imprensa, rádios, televisões o que inviabilizaria a participação em massa da classe política e menos ainda da participação popular na mitológica democracia direta de massa grega.

Tudo não passou de calendas, esta história de democracia direta, na verdade, nesta história de democracia grega.

Isto nos traz de volta à questão do conjunto universo de sistemas de governo possíveis, reunidos ou resumidos em duas formas:

a) Tirania;

b) Parlamentarismo.

Ou se tem uma tirania (monarquia, ditadura, presidencialismo puro), ou se tem um parlamentarismo (poliarquia, bipartidarismo, multipartidarismo).

A conseqüência de se tentar fugir destas duas alternativas é a crise do presidencialismo, que se tenta resolver por cooptação ou pela corrupção dos parlamentares.

Cooptação ou Corrupção

Estas duas alternativas de instrumento de governança destroem o pretendido sistema de pesos e balanços entre os poderes e retira um do outro as suas funções institucionais respectivas:

Governar, controlar, legislar.

1 – O poder executivo legisla;

2 – O poder legislativo desgoverna e bloqueia o executivo;

3 – O poder executivo coopta os parlamentares, ou os corrompe;

4 – O poder legislativo obstrui, solapa e controla de modo a paralisar o poder executivo.

A questão é: como obter a governabilidade, em equilíbrio, ou, qual seria o melhor sistema de governo mais estável: Tirania ou o parlamentarismo, como únicas alternativas de fato presentes no materialismo histórico da humanidade?

Em primeiro lugar, tomando da Dinâmica da disciplina Física emprestados as definições de sistemas em equilíbrio, apenas para argumentar, recordamos que existem quatro situações possíveis de equilíbrios:

a) Equilíbrio instável;

b) Equilíbrio estável;

c) Equilíbrio dinâmico ;

d) Equilíbrio indiferente.

No sistema em equilíbrio instável à semelhança de um cone onde se pode apoiá-lo de lado ou de base, nunca pelo vértice, para se obter determinados graus de liberdade em equilíbrio, mas não todos os graus de liberdade de movimentos possíveis.

No sistema em equilíbrio estável a semelhança de uma esfera perfeita onde qualquer posição permite encontrar-se o perfeito equilíbrio em todos os graus de liberdade de movimentos.

No sistema em equilíbrio dinâmico a semelhança de uma bicicleta somente em movimento pendular se consegue manter o equilíbrio com certos graus de liberdade de movimento.

No sistema em equilíbrio indiferente o sistema sempre procura adaptar-se às situações diversas independentemente da posição em que se encontra com todos os graus de liberdade de movimento, como encontrado em uma massa mole flexível.

A governabilidade típica da tirania é obtida por rupturas bruscas nos movimentos como no equilíbrio estável.

A governabilidade típica do parlamentarismo é obtida de modo dinâmico através de correções contínuas na governança, semelhantemente ao sistema em equilíbrio dinâmico.

O sistema presidencialista obtém a sua governabilidade à semelhança de um sistema em equilíbrio instável, onde admite apenas alguns graus de liberdade, e onde existem posições de busca do equilíbrio impossíveis, com no vértice do cone.

A maneira única de se obter o equilíbrio no sistema presidencialista seria a governança obtida pela participação no executivo de todas as forças partidárias de apoio e de oposição ao governo, e isto seria um governo de coalizão total, típico de um regime de gabinete parlamentarista.